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  <updated>2026-05-01T14:46:12Z</updated>
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    <title>Toxoplasmose em gestantes do município de Aracaju: prevalência e fatores de risco associados</title>
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      <name>Ribeiro, Caíque Jordan Nunes</name>
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      <name>Cruz, Verena Cardoso</name>
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    <updated>2014-03-21T05:00:16Z</updated>
    <published>2013-11-01T00:00:00Z</published>
    <summary type="text">Título: Toxoplasmose em gestantes do município de Aracaju: prevalência e fatores de risco associados
Autor(es): Ribeiro, Caíque Jordan Nunes; Inagaki, Ana Dorcas de Melo; Araújo, Raquel Melo; Tavares, Mariana Silveira; Cruz, Verena Cardoso
Abstract: Introdução: A toxoplasmose é uma infecção causada pelo Toxoplasma gondii, causando transtornos quando ocorre em gestantes, devido à possibilidade de transmissão vertical. Objetivos: Caracterizar o perfil de gestantes aracajuanas assistidas pelo SUS, determi-nar a prevalência de anticorpos anti-T.gondii e, verificar a exposição das gestantes aos fatores de risco e sua associação com esses anticorpos. Método: Estudo epidemiológico, descritivo, transversal. A coleta de dados ocorreu no período de março a julho de 2011, nas maternidades João Firpo e Nossa Senhora de Lourdes, as quais atendem todas as gestantes assistidas pelo SUS no município de Aracaju. O tamanho amostral foi calculado a partir do número de nascidos vivos em 2009 e utilizou-se a fórmula de Barbetta consi-derando 95% de confiança. A amostra foi composta por 395 gestantes que atenderam aos seguintes critérios: ser gestante, ter realizado pré-natal, residir em Aracaju e aceitar em participar da pesquisa. Na coleta de dados analisou-se o cartão da gestante e reali-zou-se entrevista utilizando um formulário com perguntas fechadas subdividido em: identi-ficação, história obstétrica, hábitos de vida e alimentares relacionados à toxoplasmose. Os dados foram processados nos programas Epi info 6.0 e Excel 2007. Para verificação de associação existente entre a presença desses anticorpos e os fatores de risco foram aplicados teste estatísticos do tipo de associação. Resultados: a idade média foi de 25,6 anos (14 a 42); com baixa renda e baixa escolaridade; 66,5% iniciou o pré-natal no pri-meiro trimestre; 37,9% frequentou menos que seis consultas e 52,4% realizou sorologia para toxoplasmose. A prevalência de IgG anti-T.gondii foi de 43,5% [IC 95% - 36,6% - 50,5%]. Os fatores de risco associados foram contato com gato e manejo do solo. Apenas 10,2% das gestantes identificadas como suscetíveis à infecção pelo T.gondii repetiu a sorologia no decorrer da gestação. Uma gestante com possível soroconversão não foi adequadamente avaliada. A prevalência de anticorpos anti-T.gondii revela alto risco de infecção congênita devido a grande proporção de gestantes suscetíveis, especialmente as adolescentes. O pré-natal tem sido ineficaz para prevenção da toxoplasmose tendo em vista a não realização da sorologia para todas as gestantes e não repetição para aquelas suscetíveis. Adicionalmente, uma gestante com possível soroconversão durante a gesta-ção não foi adequadamente seguida. Conclusão: Há necessidade de melhoria da assis-tência pré-natal para a prevenção da toxoplasmose. Considera-se que as orientações higiênico-dietéticas associadas à triagem sorológica materna e/ou neonatal, representam ferramenta importante no diagnóstico e prevenção da toxoplasmose congênita.</summary>
    <dc:date>2013-11-01T00:00:00Z</dc:date>
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    <title>Características sociodemográficas e risco para doenças sexualmente transmissíveis entre mulheres atendidas na atenção básica</title>
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      <name>Santos, Lincoln Vitor</name>
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      <name>Inagaki, Ana Dorcas de Melo</name>
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      <name>Abud, Ana Cristina Freire</name>
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      <name>Ribeiro, Caíque Jordan Nunes</name>
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      <name>Oliveira, Maria Ilda Alves de</name>
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    <updated>2014-09-05T21:56:33Z</updated>
    <published>2013-11-01T00:00:00Z</published>
    <summary type="text">Título: Características sociodemográficas e risco para doenças sexualmente transmissíveis entre mulheres atendidas na atenção básica
Autor(es): Santos, Lincoln Vitor; Inagaki, Ana Dorcas de Melo; Abud, Ana Cristina Freire; Ribeiro, Caíque Jordan Nunes; Oliveira, Maria Ilda Alves de
Abstract: Introdução: Um dos objetivos da política de Saúde da Mulher é a prevenção e diagnóstico precoce das doenças sexualmente  transmissíveis e do câncer de colo do útero. Para isso é necessário realizar planejamento das ações públicas para as usuárias do Sistema Único de Saúde (SUS), sendo indispensável compreender suas  características sociodemográficas e suas&#xD;
necessidades. Desta forma, torna-se necessária a realização de estudos acerca do assunto, considerando que a pesquisa favorece o conhecimento com produção de literatura atual, permite a identificação das necessidades e prioridades das usuárias assistidas e dá embasamento ao planejamento das ações de promoção e proteção da saúde. Objetivo: Traçar o perfil sociodemográfico de mulheres que realizaram exame ginecológico em uma unidade de saúde da família e levantar os fatores de risco desta população para as DST. Método: Estudo retrospectivo, descritivo, transversal, com&#xD;
abordagem quantitativa. O projeto de pesquisa foi aprovado pelo comitê de ética, CAAE 01174612.3.0000.0058. Fizeram parte da amostra 343 mulheres que foram submetidas ao exame clínico-ginecológico durante o período de janeiro de 2009 a junho de 2012, cujo registro do exame constava em seus prontuários. Resultados: A análise estatística dos dados mostrou que estas&#xD;
mulheres estavam na faixa etária de 25-59 anos (77,0%), possuíam escolaridade baixa (30,0%), não exerciam atividade remunerada (20,0%) e buscaram o serviço de saúde somente quando houve queixa ginecológica&#xD;
(79,6%). As principais queixas relatadas foram corrimentos vaginais com ou sem prurido, odor e dor, além de lesões, dispareunia, sangramento ou alterações do ciclo menstrual. Verificou-se que o número de mulheres com 3 ou mais filhos foi alto, aproximadamente 30,0% da amostra, incluindo&#xD;
pacientes que já engravidaram oito, nove e até dez vezes. Todas as pacientes que declararam possuir múltiplos parceiros sexuais negaram o uso do condom. Os principais fatores de risco para DST e câncer cervical observados neste estudo foram a não utilização de preservativo, a não realização dos exames clínico-ginecológico e citopatológico rotineiramente, associado à&#xD;
utilização do anticoncepcional hormonal. Fatores de risco como tabagismo, etilismo e história familiar ou pessoal pregressa foram pouco mencionadas. Discussão: A maioria das mulheres encontrava-se na faixa etária para a qual existe a recomendação do Ministério da Saúde de realização do exame periódico de Papanicolaou. Associado à baixa escolaridade observa-se a não realização de atividade remunerada ou a baixa remuneração, corroborando diversos outros estudos realizados com a clientela do SUS no Estado de Sergipe. Adicionalmente, observa-se que estas mulheres somente procuram assistência à saúde quando apresentam sintomas e/ou queixas, além de não utilizarem o preservativo. Conclusão: A população estudada apresenta alto risco de adquirir DST, HIV e câncer de colo do útero, o que reforça a necessidade de planejar ações educativas voltadas a este público. Os&#xD;
enfermeiros de saúde da família precisam ser sensibilizados para a necessidade de uma entrevista completa prévia ao exame citopatológico, para que possam identificar precocemente situações de vulnerabilidade da mulher e intervir de modo resolutivo e em tempo hábil.</summary>
    <dc:date>2013-11-01T00:00:00Z</dc:date>
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    <title>Toxoplasmose congênita em Sergipe: prevalência ao nascer e  evolução clínica</title>
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      <name>Inagaki, Ana Dorcas de Melo</name>
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      <name>Araújo, Raquel Melo</name>
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      <name>Ribeiro, Caíque Jordan Nunes</name>
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      <name>Gurgel, Ricardo Queiroz</name>
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      <name>Pinhata, Marisa Márcia Mussi</name>
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    <updated>2014-03-21T05:00:16Z</updated>
    <published>2013-11-01T00:00:00Z</published>
    <summary type="text">Título: Toxoplasmose congênita em Sergipe: prevalência ao nascer e  evolução clínica
Autor(es): Inagaki, Ana Dorcas de Melo; Araújo, Raquel Melo; Ribeiro, Caíque Jordan Nunes; Gurgel, Ricardo Queiroz; Pinhata, Marisa Márcia Mussi
Abstract: Introdução: Estimativas da ocorrência de toxoplasmose congênita (TC) em recémnascidos&#xD;
brasileiros têm sido feitas por meio do rastreamento neonatal. Objetivo: O estudo&#xD;
objetivou estimar a prevalência de TC entre nascidos vivos no estado de Sergipe por&#xD;
meio da triagem neonatal e conhecer a frequência de acometimento visual e neurológico. Método: O estudo teve dois desenhos, a primeira etapa foi um estudo transversal no qual foi verificada a presença de IgM contra Toxoplasma gondii por meio da analise de sangue absorvido em papel filtro de 15.204 recém-nascidos. Utilizou-se para análise um ensaio laboratorial do tipo ELISA por captura. Nesta etapa, 233 amostras revelaram-se reagentes e/ou duvidosas para a presença de IgM sendo repetidas em duplicata, utilizando-se o mesmo ensaio laboratorial e 53 permaneceram reagentes e/ou duvidosas. A segunda etapa foi um estudo prospectivo de coorte única no qual os pares, mãe-criança, foram convocados para a realização da coleta de sangue periférico para confirmação diagnóstica por meio de detecção quantitativa de IgG e qualitativa de IgM contra o toxoplasma, ambos utilizando o ensaio laboratorial “Microparticle Enzime Immunoassay” (MEIA) e seguimento. Consultou-se o resultado do pré-natal para conhecer o estado sorológico das mães. À avaliação inicial, as crianças foram submetidas a exame clínico completo,&#xD;
avaliação oftalmológica, ultrassonografia transfontanelar e exame de líquor cefalorraquídeo para verificação da extensão do acometimento e da necessidade de tratamento. Crianças que apresentaram sinais compatíveis com a infecção congênita foram submetidas à avaliação da função hepática, além de excluídas outras infecções perinatais, tais como sífilis, rubéola e citomegalovirose. Durante o seguimento, foram repetidos testes de IgG e IgM anti-T.gondii trimestralmente das crianças com provável TC, além do seguimento&#xD;
clínico, oftalmológico e da avaliação do crescimento e desenvolvimento. Resultados:&#xD;
Seis crianças eram confirmadamente acometidas pela TC e nenhuma tinha sido&#xD;
diagnosticada durante o pré-natal. A Prevalência estimada de TC foi de 4/10.000 [IC 95%: 1,4 – 8,0/:10.000] . Inicialmente três (50,0%) crianças apresentaram achados relacionados à infecção pelo T.gondii, uma com hepatoesplenomegalia, outra com coriorretinite e a terceira com calcificação cerebral. No decorrer do primeiro ano de vida mais duas crianças apresentaram coriorretinite, sendo uma anteriormente assintomática e a segunda já apresentava hepatoesplenomegalia, essa ultima desenvolveu coriorretinite em ambos os&#xD;
olhos, totalizando três crianças (50,0%) com alterações oculares decorrentes da TC. Nenhuma apresentou alterações neurológicas. As demais duas crianças permaneceram&#xD;
assintomáticas após os 20 meses de seguimento. Conclusão: A TC é um problema relevante em Sergipe com prevalência ao nascer de 4/10.000 nascidos vivos e alta morbidade, havendo necessidade de investimentos em prevenção primária e secundária.</summary>
    <dc:date>2013-11-01T00:00:00Z</dc:date>
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