<?xml version="1.0" encoding="UTF-8"?>
<rss xmlns:dc="http://purl.org/dc/elements/1.1/" version="2.0">
  <channel>
    <title>DSpace Communidade:</title>
    <link>https://ri.ufs.br/jspui/handle/riufs/21901</link>
    <description />
    <pubDate>Fri, 24 Apr 2026 21:36:02 GMT</pubDate>
    <dc:date>2026-04-24T21:36:02Z</dc:date>
    <item>
      <title>Inequalities in health: living conditions and infant mortality in Northeastern Brazil</title>
      <link>https://ri.ufs.br/jspui/handle/riufs/24703</link>
      <description>Título: Inequalities in health: living conditions and infant mortality in Northeastern Brazil
Autor(es): Carvalho, Renata Alves da Silva; Santos, Victor Santana; Melo, Cláudia Moura de; Gurgel, Ricardo Queiroz; Oliveira, Cristiane Costa da Cunha
Abstract: OBJETIVO: Analisar a variação da mortalidade infantil por condição de vida&#xD;
no meio urbano.&#xD;
MÉTODOS: Estudo ecológico realizado com dados de óbitos registrados&#xD;
de menores de um ano, residentes em Aracaju, SE, Nordeste do Brasil, de&#xD;
2001 a 2010. As desigualdades na mortalidade infantil foram avaliadas pela&#xD;
distribuição espacial do Índice de Condições de Vida estabelecido para os&#xD;
bairros, classificados em quatro estratos. Foram comparadas as taxas de&#xD;
mortalidade infantil médias de 2001 a 2005 e 2006 a 2010 pelo teste t Student.&#xD;
RESULTADOS: A taxa de mortalidade infantil média declinou de 25,3 de&#xD;
2001 a 2005 para 17,7 óbitos/1.000 nascidos vivos, de 2006 a 2010. Apesar&#xD;
da queda nas taxas em todos os estratos na década, a desigualdade no risco de&#xD;
morte infantil aumentou nos bairros com piores condições de vida em relação&#xD;
àqueles de melhores condições.&#xD;
CONCLUSÕES: A mortalidade infantil em Aracaju apresentou declínio, mas&#xD;
com importante assimetria entre os bairros. A averiguação sob a ótica das&#xD;
condições de vida pode justificar as diferenças no risco de óbito infantil no&#xD;
espaço urbano, destacando as desigualdades em saúde na mortalidade infantil&#xD;
como fenômeno multidimensional.</description>
      <pubDate>Thu, 01 Jan 2015 00:00:00 GMT</pubDate>
      <guid isPermaLink="false">https://ri.ufs.br/jspui/handle/riufs/24703</guid>
      <dc:date>2015-01-01T00:00:00Z</dc:date>
    </item>
    <item>
      <title>Heart rate variability and chagas heart disease</title>
      <link>https://ri.ufs.br/jspui/handle/riufs/24635</link>
      <description>Título: Heart rate variability and chagas heart disease
Autor(es): Santos, Marcos Antônio Almeida; Sousa, Antonio Carlos Sobral
Abstract: Apreciamos a relevância do artigo, que buscou investigar o efeito do treinamento físico na Variabilidade de Frequência Cardíaca (VFC) em pacientes com cardiopatia chagásica1. No referido estudo, porém, alguns aspectos merecem aprofundamento na discussão.&#xD;
&#xD;
O uso de amiodarona em cerca de 80% da amostra teria possivelmente “amortecido” a resposta autonômica2, interferindo na validade desses parâmetros de VFC.&#xD;
&#xD;
A fração de ejeção baixa (média de 37%) pode ter agido como elemento confundidor, o que precisaria ser esclarecido de algumas formas: inclusão de grupo controle com semelhante fração de ejeção, mas sem cardiopatia chagásica; inclusão de grupo controle com cardiopatia chagásica e fração ejeção próxima ao normal; ou, melhor ainda, inclusão de ambos.&#xD;
&#xD;
O reduzido tamanho amostral (37 indivíduos divididos em dois grupos) mascara potenciais diferenças: para um poder de 80% e alfa bicaudal de 0,05, estimamos que o tamanho do efeito (“d”) a detectar teria de ser de enorme magnitude (d = 0,95).&#xD;
&#xD;
De fato, mesmo quando se realiza o cálculo do tamanho amostral, underpowering tem sido um dos maiores empecilhos em estudos clínicos3: ainda que não levemos em consideração o desvio padrão bastante elevado (algo que proporcionaria maiores dificuldades), o efetivo poder post hoc para detectar diferença de SDNN intergrupos igual a 0,15 seria, segundo calculamos, de apenas 7,3%.&#xD;
&#xD;
Por fim, acreditamos que, ao invés do uso separado de testes pareados e testes para amostras independentes, a fim de responder à pergunta original, outros modelos (como, por exemplo, panel data ou mixed models), quedariam melhor ajustados ao delineamento e aos objetivos explicitados.</description>
      <pubDate>Thu, 01 Jan 2015 00:00:00 GMT</pubDate>
      <guid isPermaLink="false">https://ri.ufs.br/jspui/handle/riufs/24635</guid>
      <dc:date>2015-01-01T00:00:00Z</dc:date>
    </item>
    <item>
      <title>Systematic review shows only few reliable studies of physical activity intervention in adolescents</title>
      <link>https://ri.ufs.br/jspui/handle/riufs/24619</link>
      <description>Título: Systematic review shows only few reliable studies of physical activity intervention in adolescents
Autor(es): Soares, Nara Michelle Moura; Leão, Arley Santos; Santos, Josivan Rosa; Monteiro, Glauber Rocha; Santos, Jorge Rollemberg dos; Thomazzi, Sara Maria; Silva, Roberto Jerônimo dos Santos</description>
      <pubDate>Wed, 01 Jan 2014 00:00:00 GMT</pubDate>
      <guid isPermaLink="false">https://ri.ufs.br/jspui/handle/riufs/24619</guid>
      <dc:date>2014-01-01T00:00:00Z</dc:date>
    </item>
    <item>
      <title>Factors associated with violent behavior among adolescents in Northeastern Brazil</title>
      <link>https://ri.ufs.br/jspui/handle/riufs/24604</link>
      <description>Título: Factors associated with violent behavior among adolescents in Northeastern Brazil
Autor(es): Silva, Roberto Jerônimo dos Santos; Soares, Nara Michelle Moura; Oliveira, Antônio César Cabral de</description>
      <pubDate>Wed, 01 Jan 2014 00:00:00 GMT</pubDate>
      <guid isPermaLink="false">https://ri.ufs.br/jspui/handle/riufs/24604</guid>
      <dc:date>2014-01-01T00:00:00Z</dc:date>
    </item>
  </channel>
</rss>

