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dc.contributor.authorUnger, Lynna Gabriella Silva-
dc.date.accessioned2019-04-10T17:30:22Z-
dc.date.available2019-04-10T17:30:22Z-
dc.date.issued2017-02-23-
dc.identifier.citationUNGER, Lynna Gabriella Silva. Sinônimo de amar é sofrer? Juventude, violência nas relações íntimas e os processos de subjetivação em uma rede social. 2017. 168 f. Dissertação (Mestrado em Psicologia Social) - Universidade Federal de Sergipe, São Cristóvão, SE, 2017.pt_BR
dc.identifier.urihttp://ri.ufs.br/jspui/handle/riufs/10955-
dc.description.abstractIn the present study, interested in the interactions of digital social networks and gender violence among young – elected fields as starting points and reflection, we look for understand how the discursive practices about how gender violence are built and the way they operate, especially in the intimacies relationships in order to make visible and re(think) the daily spaces of fight in the production of truths. Therefore, we check about self reports of abusive violence shared in a Facebook group with the purpose of analyze, in the light of Cultural Studies and Gender Studies, articulated to the theoretical-methodological paths based in Foucault, how the subjects means the experienced in their affective-sexual relationships, as well as, built and announce the ways of be and stay in a relationship. Analyzing the speeches which compose this study corpus, we unveil repetitions (in)visible and sayable, sometimes naturalized, building assumed truths by the subjects in their relationships. We highlight the power relationships wich circumscribes such abusive relationships, thei indicate tendeces and enfatizes somo hegemonic pratices. Thus, the discursive pratices annouced unviel that these subjects assume placements that legitimate and reforces the patriarcal culture. Viewing the dynamics of power relationships, especially instated by the gender relationships in intimacies relationships, emerge the necessities of redetermination of senses which have been imprisoning us, for centuries, in a neutralized hegemonic and oppressive conception which pass through the affective-sexual relationships developed nowadays.eng
dc.description.sponsorshipCoordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior - CAPESpt_BR
dc.languageporpt_BR
dc.subjectPsicologia socialpor
dc.subjectRedes sociaispor
dc.subjectRelações humanaspor
dc.subjectCulturapor
dc.subjectConduta de jovenspor
dc.subjectDiscursospor
dc.subjectJovenspor
dc.subjectMeios digitaispor
dc.subjectRelações de poderpor
dc.subjectDiscourseseng
dc.subjectYoung peopleeng
dc.subjectDigital mediaeng
dc.subjectPower relationshipseng
dc.subjectCultureeng
dc.titleSinônimo de amar é sofrer? Juventude, violência nas relações íntimas e os processos de subjetivação em uma rede socialpt_BR
dc.typeDissertaçãopt_BR
dc.contributor.advisor1Santos, Claudiene-
dc.description.resumoNeste estudo, interessadas na intersecção das redes sociais digitais e a violência de gênero entre os jovens – campos eleitos como ponto de partida e de reflexão, buscamos compreender como são constituídas e operam as práticas discursivas sobre a violência de gênero, especialmente nas relações de intimidade, a fim de visibilizar e (re)pensar os espaços cotidianos de luta na produção de verdades. Para tanto, nos debruçamos sobre autorrelatos de vivências abusivas compartilhados em um grupo no Facebook, no intento de analisar, à luz dos Estudos Culturais e dos Estudos de Gênero articulados aos caminhos teórico-metodológicos foucaultianos, como os sujeitos significam a violência experienciada em suas relações afetivo-sexuais, bem como, constroem e anunciam formas de ser e estar no relacionamento. Ao analisar os discursos que compõem o corpus desta pesquisa, desvelamos repetições (in)visíveis e dizíveis, por vezes naturalizadas, constituindo as verdades assumidas pelos sujeitos em suas relações. Destacamos as relações de poder que circunscrevem tais relações abusivas, as quais indicam tendências e enfatizam algumas práticas hegemônicas. Assim, as práticas discursivas anunciadas desvelam que esses sujeitos assumem posiconamentos que legitimam e reforçam a cultura patriarcal. Ao visibilizar a dinâmica das relações de poder, sobretudo instauradas pelas relações de gênero nos relacionamentos de intimidade, urge a necessidade de ressignificação daqueles sentidos que vêm nos aprisionando, há séculos, em uma naturalizada concepção hegemônica e opressora, que perpassam as relações afetivo-sexuais desenvolvidas na atualidade.pt_BR
dc.publisher.programPós-Graduação em Psicologiapt_BR
dc.subject.cnpqCIENCIAS HUMANAS::PSICOLOGIApt_BR
dc.publisher.initialsUniversidade Federal de Sergipept_BR
dc.description.localSão Cristóvão, SEpt_BR
Appears in Collections:Mestrado em Psicologia

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