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dc.contributor.authorOliveira, Allan Carlos Araújo de-
dc.date.accessioned2020-03-30T20:44:27Z-
dc.date.available2020-03-30T20:44:27Z-
dc.date.issued2018-02-19-
dc.identifier.citationOLIVEIRA, Allan Carlos Araújo de. Mensuração da dor durante a anestesia dental e do tempo de latência e duração anestésica pulpar do método de injeção sem agulha : ensaio clínico randomizado. 2018. 41 f. Dissertação (Mestrado em Odontologia) - Universidade Federal de Sergipe, Aracaju, 2018.pt_BR
dc.identifier.urihttp://ri.ufs.br/jspui/handle/riufs/13148-
dc.description.abstractIntroduction: Pain due to administration of local anesthetics is the primary reason for fear and anxiety in patients seeking treatment, and there are methods and devices to minimize pain caused by the injection. This study aimed to measure the degree of pain during administration of anesthesia, and to determine latency and pulpal anesthesia duration for two anesthetic methods used on the maxilla. Materials and Methods: We conducted a controlled, blind, split-mouth, and randomized study with 41 volunteers who required class I restorations in the maxillary first molars. Local anesthesia was administered with a needleless jet injection (needle free) system and with a carpule syringe (traditional anesthesia; control) using a 30 gauge short needle. The technique used and laterality of the maxilla were previously randomized. The pulp electric tester (PET) measured anesthetic latency and duration. The first molar was restored after measuring latency. The visual analogue scale (VAS) measured the level of pain experienced during the anesthetic techniques. All data were tabulated and sent to a statistician for analysis, and significance level was set as 5%. Results: There was no statistically significant difference in the basal electrical stimulation threshold (mA) and degree of pain measured by VAS between the methods (p>0.05). Anesthetic latency was determined to be 2 minutes for all subjects. Using the Mann-Whitney test, there was a statistically significant difference in the duration of pulpal anesthesia (minutes) between the two techniques (p<0.001). Conclusions: The anesthetic latency time was the same for all subjects that underwent the two anesthetic techniques. The traditional anesthetic method with a carpule syringe showed longer anesthetic duration. Lastly, the difference in pain measured by VAS for the two methods was insignificant.eng
dc.languageporpt_BR
dc.subjectAnestesia dentáriapor
dc.subjectPolpa dentáriapor
dc.subjectDorpor
dc.subjectDental anesthesiaeng
dc.subjectDental pulpeng
dc.subjectPaineng
dc.titleMensuração da dor durante a anestesia dental e do tempo de latência e duração anestésica pulpar do método de injeção sem agulha : ensaio clínico randomizadopt_BR
dc.typeDissertaçãopt_BR
dc.contributor.advisor1Souza, Liane Maciel de Almeida-
dc.description.resumoIntrodução: A dor durante a injeção de anestésicos locais é o principal motivo para o medo e a ansiedade. Na clínica odontológica, métodos e dispositivos anestésicos são usados para controlar a dor durante a injeção. A nestesia local dental deve ser administrada com a menor sensação de dor possóvel. Assim, o objetivo deste estudo foi mensurar o grau de dor durante a anestesia, além dos tempos de latência e duração da anestesia pulpar do método de injeção “needle free” e do método com seringa tradicional na maxila. Materiais e Métodos: Tratouse um estudo controlado, cego, split-mouth e randomizado com 41 voluntários que necessitavam de restaurações classe I em primeiros molares maxilares. A anestesia local foi realizada com injeção “needle free” a jato e seringa tradicional (grupo controle) com agulha curta 30G. A técnica e a lateralidade da maxila foram previamente randomizadas. Em seguida, os dentes tiveram os tempos de latência e duração da anestesia aferidos através do “Pulp Tester” Elétrico (PTE). O primeiro molar foi restaurado após a aferição do tempo de latência. A Escala Visual Analógica (EVA) aferiu o grau de dor experimentado durante os dois métodos anestésicos. Todos os dados foram tabulados e enviados para análise estatística com nível de significância estabelecido em 5%. Resultados: Não houve diferenças estatisticamente significativas (p > 0.05) entre os dois métodos anestésicos em relação à EVA e ao limiar basal de estimulação elétrica (mA). O tempo de latência anestésica foi de 2 minutos para todos os voluntários. A duração da anestesia pulpar para o método “needle free” conferiu mediana de 20 minutos (p < 0.05). Conclusões: A dor mensurada pela EVA não conferiu diferenças significativas entre os dois métodos anestésicos. O tempo de latência anestésica foi de 2 minutos para todos os indivíduos submetidos aos dois métodos anestésicos. A anestesia pulpar com seringa tradicional apresentou maior tempo de duração.pt_BR
dc.publisher.programPós-Graduação em Odontologiapt_BR
dc.subject.cnpqCIENCIAS DA SAUDE::ODONTOLOGIApt_BR
dc.publisher.initialsUniversidade Federal de Sergipept_BR
dc.description.localAracajupt_BR
Appears in Collections:Mestrado em Odontologia

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