Use este identificador para citar ou linkar para este item: https://ri.ufs.br/jspui/handle/riufs/13833
Registro completo de metadados
Campo DCValorIdioma
dc.contributor.authorAlves Neto, Eduardo-
dc.contributor.authorPadilha, Patrícia Carvalho-
dc.date.accessioned2020-12-14T13:12:46Z-
dc.date.available2020-12-14T13:12:46Z-
dc.date.issued2020-10-
dc.identifier.urihttps://ri.ufs.br/jspui/handle/riufs/13833-
dc.languageporpt_BR
dc.relation.ispartofAnais do III Seminário Nacional de Sociologia: Distopias dos extremos: sociologias necessáriaspt_BR
dc.subjectImigrantes venezuelanospor
dc.subjectTrabalhopor
dc.subjectDireitospor
dc.titleContexto sociojurídico do trabalho dos imigrantes venezuelanos em Boa Vista/RRpt_BR
dc.typeTrabalhos em Eventospt_BR
dc.identifier.licenseAutorização para publicação no Repositório Institucional da Universidade Federal de Sergipe (RIUFS) concedida pelos editores.pt_BR
dc.description.resumoA realidade social de Boa Vista/ RR mudou com a chegada dos imigrantes venezuelanos, cujo fluxo aumentou a partir do ano de 2015. Estima-se que existam mais de mais de 80 mil venezuelanos. Esta presença afeta o cotidiano e especialmente o setor trabalhista, por isso, qualquer aumento na concorrência por uma vaga causa tensões e no caso de mulheres, o gênero, amplia os conflitos. A problemática se dá a partir da questão; qual o contexto social e jurídico do mercado de trabalho in/formal em que estão inseridos os imigrantes venezuelanos na cidade de Boa Vista/RR? Pretende-se compreender o perfil social dos trabalhadores venezuelanos e verificar quais são os direitos existentes, e sua efetividade no trabalho do imigrante no Brasil; identificar dados sociodemográficos sobre o trabalho do venezuelano imigrante; e entender as relações do trabalho in/formal. A partir da pesquisa documental, exploratória, qualiquantitativa, de dados ao Ministério de Trabalho e Emprego do Brasil (MTE), UNICEF, ACNUR, Cátedra Sérgio Vieira de Melo, Polícia Federal, legislação brasileira e internacional, jornais, sites, etc. Constate-se que a legislação brasileira tutela direitos trabalhistas, dentre eles a igualdade - que não é plena devido a discriminação, especialmente para as mulheres. A maioria dos imigrantes venezuelanos possui entre 20 e 39 anos, é homem e solteiro; possui ensino médio completo; não está empregada, aproximadamente a metade não tem carteira de trabalho assinada e trabalham acima de 40 horas semanais; muitos ganham menos de 1 salário mínimo; atuam no comércio; e 29,7% sofreram discriminação no trabalho.pt_BR
dc.publisher.initialsPrograma de Pós-Graduação em Sociologia - Universidade Federal de Sergipe (PPGS/UFS)pt_BR
dc.description.localSão Cristóvão, SEpt_BR
Aparece nas coleções:GT 01 - Imigrações internacionais contemporâneas: novas abordagens teóricas e metodológicas e novos recortes empíricos e temáticos

Arquivos associados a este item:
Arquivo Descrição TamanhoFormato 
ContextoSociojuridicoTrabalhoImigrantesVenezuelanos.pdf303,5 kBAdobe PDFThumbnail
Visualizar/Abrir


Os itens no repositório estão protegidos por copyright, com todos os direitos reservados, salvo quando é indicado o contrário.