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dc.contributor.authorVieira, Greicielly da Silva Pereira-
dc.date.accessioned2021-04-26T10:38:15Z-
dc.date.available2021-04-26T10:38:15Z-
dc.date.issued2020-
dc.identifier.urihttps://ri.ufs.br/jspui/handle/riufs/14115-
dc.languageporpt_BR
dc.subjectTriagem auditiva neonatalpor
dc.subjectIndicadores de risco para a deficiência auditivapor
dc.subjectPerda auditivapor
dc.subjectDiagnóstico precocepor
dc.subjectReabilitaçãopor
dc.subjectFonoaudiologiapor
dc.subjectAudiologiapor
dc.titleIncidência de indicadores de risco para a deficiência auditiva de acordo com o Joint Committee on Infant Hearing em um programa de triagem auditiva neonatal credenciado ao Sistema Único de Saúdept_BR
dc.typeRelatóriopt_BR
dc.identifier.licenseCreative Commons Atribuição-Não Comercial-Sem Derivações 4.0 Internacional (CC BY-NC-ND 4.0)pt_BR
dc.contributor.advisor1Duarte, Josilene Luciene-
dc.description.resumoIntrodução: As políticas públicas em saúde auditiva com o advento da Triagem Auditiva Neonatal (TAN), tem proporcionado o tratamento da deficiência auditiva cada vez mais precoce, com o intuito do desenvolvimento da linguagem oral como uma criança ouvinte de mesma faixa etária. Entretanto, para a efetividade dos programas há a necessidade, não só da identificação dos indivíduos com perda auditiva para posterior tratamento, mas também o acompanhamento dos neonatos que realizam a triagem com resultado negativo para a deficiência auditiva, mas apresentam indicadores de risco para a deficiência auditiva tardia. Objetivo: Verificar a prevalência e a incidência dos indicadores de risco para a deficiência auditiva segundo o Joint Committee on Infant Hearing (2007) no período de 2012 a 2017, e verificar o tipo de acompanhamento que foi realizado para verificar o desenvolvimento da função auditiva e de linguagem nestas crianças. Material e Método: Trata-se de um estudo com abordagem quantitativa, retrospectivo, transversal, de natureza analítica, que foi desenvolvido pelo departamento de Fonoaudiologia da Universidade Federal de Sergipe. A coleta de dados foi realizada por meio de busca nos sites do ministério da saúde, Cadastro Nacional de Estabelecimentos de Saúde (CNESNet), DataSUS, e análise 3116 prontuários dos anos de 2012, 2013, 2014 e 2017 de todos os neonatos nascidos vivos em uma maternidade pública. Os dados coletados foram tabulados e analisados. Resultados: Dos 3116 prontuários avaliados, realizaram a TAN 2173 bebês, sendo que 151 teve IRDA; não realizaram 941, sendo não realizaram e tinham IRDA 101. Diante dos nossos achados, conclui-se dos 7,8% dos neonatos que apresentaram IRDA, os mais prevalentes foram permanência na UTI, seguida de ventilação mecânica, baixo apgar no primeiro minuto e a microcefalia. Estes neonatos não realizaram a TAN com PEATE, como recomendado pelo ministério da saúde, o que nos leva a pensar que muitos podem apresentar alteração auditiva nas vias periféricas e centrais. Ainda não foram observados encaminhamentos para realizar a TAN com PEATE e nem para o acompanhamento da função auditiva até os 3 anos, em centro de referência para a saude auditiva de acordo com as normativas do COMUSA (2020) e do JCIH (2019), para verificar a existência de perda auditiva tardia. Conclusão: O IRDA encontrados neste estudo são aqueles mais relacionados com o déficit do desenvolvimento neuropsicomotor. Entretanto, os neonatos que nasceram nestas condições não estão sendo acompanhados por nenhuma instituição credenciada ao SUS, mostrando a necessidade urgente de ajustes neste programa.pt_BR
dc.subject.cnpqCIENCIAS DA SAUDE::FONOAUDIOLOGIApt_BR
dc.publisher.initialsUniversidade Federal de Sergipe - Pró-reitoria de Pós-Graduação e Pesquisa - Coordenação de Pesquisapt_BR
dc.description.localLagartopt_BR
Appears in Collections:Ciências da Saúde - PIBIC 2019/2020

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