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dc.contributor.authorRabelo, Josevânia Nunes-
dc.date.accessioned2023-01-17T13:41:14Z-
dc.date.available2023-01-17T13:41:14Z-
dc.date.issued2022-10-
dc.identifier.citationRABELO, J. N. O indivíduo conectado e o cidadão desconectado? In: SEMINÁRIO NACIONAL DE SOCIOLOGIA DA UFS, 4., 2022, São Cristóvão, SE. Anais [...]. São Cristóvão, SE: PPGS/UFS, 2022.pt_BR
dc.identifier.issn2526-3013-
dc.identifier.urihttp://ri.ufs.br/jspui/handle/riufs/16971-
dc.languageporpt_BR
dc.relation.ispartofAnais do IV Seminário Nacional de Sociologia da UFS: Desafios contemporâneos da sociedade brasileira e o futuro da sociologiapt_BR
dc.subjectSociologiapor
dc.subjectExclusão socialpor
dc.subjectCidadaniapor
dc.subjectTecnologiapor
dc.titleO indivíduo conectado e o cidadão desconectado?pt_BR
dc.typeTrabalhos em Eventospt_BR
dc.identifier.licenseAutorização para publicação no Repositório Institucional da Universidade Federal de Sergipe (RIUFS) concedida pelos editores.pt_BR
dc.description.resumoIdentificar os indivíduos “esquizos” de uma cidade é inseri-la ao quadro de uma permanência das esferas de exclusão. Século XXI e, ainda, caminhamos pelos bairros na observação das suas imagens de repulsa. Uma exaustão dos traços objetivos da cidadania que ficaram na lembrança de uma humanidade a ser conquistada quando colocamos os limites para sermos, minimamente, respeitável na vida urbana. Entre o ideal e o escrito, existe o real a convocar uma proximidade com as “táticas” (CERTEAU, 2014) de sobrevivência daqueles que fazem suas tarefas diárias nas ruas de uma cidade. Assim, pensamos nos guardadores de carros do centro de Aracaju-SE, no espaço de estacionamento dos Mercados Thales Ferraz e Albano Franco. Denominados “flanelinhas” porque alguns possuem uma flanela indicando a atividade de trabalhadores da organização do trânsito. Nos locais citados, vimos alguns com essa espécie de bandeira, contudo, quase todos os reconhecem pela nomeação de “flanelinhas” em uma objetificação literal à atividade também de limpadores dos carros – comum a dinâmica de oferecerem os dois serviços: segurança e higienização do carro. Uma parte de quem são se resume ao traço de fazerem essa simbiose de territorializarem um “pedaço” da cidade. É a presença constante e da necessidade ao mesmo tempo em que percebem uma atitude de constrangimento ao abordarem os proprietários de veículo, pois creem na delimitação de estar em espaço público.pt_BR
dc.publisher.initialsPrograma de Pós-Graduação em Sociologia - Universidade Federal de Sergipe (PPGS/UFS)pt_BR
dc.description.localSão Cristóvãopt_BR
Appears in Collections:GT 01 – O futuro da vida nas cidades: desafios do con-viver

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