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Campo DC Valor Lengua/Idioma
dc.contributor.authorSilva, Caio Correia Régis da-
dc.date.accessioned2024-09-16T12:18:19Z-
dc.date.available2024-09-16T12:18:19Z-
dc.date.issued2024-04-08-
dc.identifier.citationSilva, Caio Correia Régis da. Padrões espaciais da estrutura da comunidade da macrofauna bentônica em um estuário tropical no Nordeste do Brasil. São Cristóvão, 2023. Monografia (graduação em Ecologia) – Departamento de Ecologia, Centro de Ciências Biológicas e da Saúde, Universidade Federal de Sergipe, São Cristóvão, SE, 2023pt_BR
dc.identifier.urihttps://ri.ufs.br/jspui/handle/riufs/20037-
dc.languageporpt_BR
dc.subjectEcologiapor
dc.subjectEnsino superior (UFS)por
dc.subjectBivalvia (Rio Sergipe)por
dc.subjectPolychaeta (Rio Sergipe)por
dc.subjectRio Sergipe (estuário)por
dc.subjectMacrofauna bentônica (Rio Sergipe)por
dc.subjectEstuários (Rio Sergipe)por
dc.subjectSalinidade (Rio Sergipe)por
dc.subjectDiversidade beta (Rio Sergipe)por
dc.titlePadrões espaciais da estrutura da comunidade da macrofauna bentônica em um estuário tropical no Nordeste do Brasilpt_BR
dc.typeMonografiapt_BR
dc.contributor.advisor1Araújo, Ana Paula Albano-
dc.description.resumoEste é um dos poucos estudos sobre a estrutura da comunidade de macrofauna bentônica em estuários de Sergipe e no Nordeste neste século. As amostragens foram realizadas em cinco pontos distribuídos ao longo da porção superior do estuário do Rio Sergipe durante o período chuvoso (agosto de 2011) e o período seco (dezembro de 2011). Em cada ponto foram coletadas cinco amostras (réplicas) da macrofauna bentônica, uma amostra do sedimento, e foram medidos parâmetros da água com uma sonda multiparâmetro. Neste estudo foram coletados 2752 indivíduos pertencentes a 40 taxa. Encontramos um dos maiores números de indivíduos bentônicos por rio para o Nordeste e uma riqueza dentro da esperada para a região. Das variáveis ambientais, a salinidade foi a única a explicar significativamente as diferenças nos dados bióticos, sendo a riqueza, densidade por família, equitabilidade (J’) e a diversidade (H’) diretamente proporcionais a salinidade. Polychaeta, Bivalvia e Malacostraca foram, respectivamente, os taxa de maior densidade deste estudo, sendo possível observar um aumento na densidade de Bivalvia, e um decréscimo da densidade de Polychaeta e Malacostraca com o aumento da salinidade, especialmente durante o período seco, de maior salinidade. Laonereis acuta (Polychaeta: Nereididae) foi a espécie com maior densidade e dominante na maioria dos pontos. A correlação positiva da salinidade com a equitabilidade e diversidade deu-se principalmente devido a correlação negativa da salinidade com Polychaeta, reduzindo a dominância do grupo nos pontos. Nossos resultados acerca de densidade e distribuição dos taxa em relação ao gradiente de salinidade convergem com os resultados dos estudos para o Nordeste. Adicionalmente, fomos pioneiros em avaliar o esforço amostral e estimar a riqueza, com nossos resultados sugerindo que o esforço amostral deste e da maioria dos estudos para o Nordeste não foram suficientes para amostrar a riqueza. Este estudo é um dos poucos do Nordeste a estimar diversidade beta de comunidades bentônicas de estuário, convergindo com os demais para mostrar que o gradiente de salinidade explica as dissimilaridades de riqueza entre os pontos, que têm uma maior contribuição do mecanismo de substituição de espécies. Estudos futuros são necessários para melhor representar a riqueza, verificar se há poluentes (e.g. metais pesados) na água, no sedimento ou na biota, e para analisar e relacionar essas informações.pt_BR
dc.publisher.departmentDECO - Departamento de Ecologia – São Cristóvão - Presencialpt_BR
dc.subject.cnpqCIENCIAS BIOLOGICAS::ECOLOGIApt_BR
dc.publisher.initialsUniversidade Federal de Sergipe (UFS)pt_BR
dc.description.localSão Cristóvão, SEpt_BR
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