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dc.contributor.authorPereira, Carlos Umberto-
dc.contributor.authorLeão, João Domingos Barbosa Carneiro-
dc.contributor.authorSilva, Alvino Dutra da-
dc.contributor.authorSantos, Clarissa de Paula Rocha-
dc.contributor.authorSantos, Egmond Alves Silva-
dc.date.accessioned2017-03-27T11:18:29Z-
dc.date.available2017-03-27T11:18:29Z-
dc.date.issued2004-
dc.identifier.citationPEREIRA, C. U. et al. Granuloma eosinófilo craniano na infância. Arquivos Brasileiros de Neurocirurgia, São Paulo, v. 23, n. 1, p. 36-39, 2004. Disponível em: <http://www.sbn.com.br/files/downloads/publicacoes/arquivos-brasileiros-de-neurocirurgia/arqbrneuro23_1.pdf>. Acesso em: 27 mar. 2017.pt_BR
dc.identifier.issn0103-5355-
dc.identifier.urihttps://ri.ufs.br/handle/riufs/2028-
dc.description.abstractO granuloma eosinófilo é uma das três variantes de um grupo de doenças denominado histiocitose de células de Langerhans. O granuloma eosinófilo solitário do crânio tem sido considerado raro na infância. Durante o período de janeiro de 1997 e junho de 2003, foram estudados seis casos de granuloma eosinófilo craniano na infância. O sexo masculino foi o mais acometido (4:2). A idade variou dos 4 meses a 12 anos, com média de 5,5 anos. A localização craniana foi: parietal em três, temporal em dois e frontal em um. Os sintomas mais freqüentes foram tumefação craniana e dor local. Radiografia simples e tomografia computadorizada identificaram a lesão e orientaram na conduta. O tratamento cirúrgico foi instituído em todos os casos, com ressecção total da lesão. O seguimento desses pacientes foi possível em quatro que, até a presente data, encontram-se bem._________________________________________________________________________________________ ABSTRACT: Eosinophilic granuloma is one of the three Langerhan’s cells histiocytosis. The skull eosinophilic granuloma has been considered rare in childhood. From January, 1997 to June, 2003, six cases of eosinophilic granuloma of the skull in children were admitted. Males were more affected (4:2). The age ranged from four months to twelve-years (medium: 5.5 years). The localization of the lesion in the skull was parietal in three cases, temporal in two and frontal in one. The most frequent symptoms were tumefaction and local pain. Skull X-ray and computed tomography were diagnostic. Surgery for extirpation of the lesion was done in all cases. Follow-up of these patients was possible in four, with a good evolution up to now.pt_BR
dc.language.isopt_BRpt_BR
dc.publisherSociedade Brasileira de Neurocirurgiapt_BR
dc.subjectHistiocitose Xpt_BR
dc.subjectGranuloma eosinófilo cranianopt_BR
dc.subjectHistiocytosis Xpt_BR
dc.subjectEosinophilic granuloma of skullpt_BR
dc.titleGranuloma eosinófilo craniano na infânciapt_BR
dc.title.alternativeEosinophilic granuloma of skull in infancypt_BR
dc.typeArtigopt_BR
dc.identifier.licenseAutorização para publicação no Repositório Institucional da Universidade Federal de Sergipe (RIUFS) concedida pelo editorpt_BR
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