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https://ri.ufs.br/jspui/handle/riufs/24164Registro completo de metadados
| Campo DC | Valor | Idioma |
|---|---|---|
| dc.contributor.author | Correia, Luis Cláudio Lemos | - |
| dc.contributor.author | Noya-Rabelo, Márcia | - |
| dc.contributor.author | Barreto Filho, José Augusto | - |
| dc.date.accessioned | 2026-01-08T19:32:23Z | - |
| dc.date.available | 2026-01-08T19:32:23Z | - |
| dc.date.issued | 2014 | - |
| dc.identifier.citation | CORREIA, L. C. L.; NOYA-RABELO, M.; BARRETO FILHO, J. A. Revascularização miocárdica guiada por isquemia: o reflexo oculoisquêmico. Arquivos Brasileiros de Cardiologia, São Paulo, v. 102, n. 4, p. 40-43, 2014. Disponível em: https://www.scielo.br/j/abc/a/JKG6rYWFw5k3BW6YmWVmZ5m/?lang=pt. Acesso em: 8 jan. 2026. | pt_BR |
| dc.identifier.issn | 1678-4170 | - |
| dc.identifier.uri | https://ri.ufs.br/jspui/handle/riufs/24164 | - |
| dc.description.abstract | In stable coronary artery disease, the indication for revascularization procedures based on the anatomical detection of stenotic coronary lesions, regardless of clinical findings, has been called 'oculostenotic reflex'. That expression was ironically created by Topol E. and Nissen S., and aimed at warning about the fact that not every obstruction has to be approached invasively1. At least from the academic viewpoint, that reflex seems to have been overcome, being currently considered an overtreatment2. However, the belief that the demonstration of myocardial ischemia by use of complementary methods indicates the need for revascularization still persists, and has been called 'oculo-ischemic reflex'. Let us consider an asymptomatic individual, undergoing routine myocardial scintigraphy, which detects ischemia in two coronary artery territories. Based on that result, the patient is submitted to coronary angiography, which identifies 75% stenoses in the middle third of the anterior descending coronary artery and in the proximal third of the right coronary artery. Although the patient is asymptomatic and has good ventricular function, the physician indicates pharmacological stent implantation in both lesions, based on the presence of myocardial ischemia identified in both vascular territories. The hypothesis that revascularization is beneficial in cases like that is grounded in the association between myocardial ischemia presence/extent and worse prognosis, which characterizes ischemia as a risk marker3,4. However, the idea that interfering with a risk marker necessarily ensures clinical benefit is an example of normalization heuristic5. That cognitive error occurs when a physician believes that the mere correction of parameters (ischemia) will necessarily imply a benefit to a patient. In that scenario, the indication of a coronary intervention requires the demonstration of its clinical benefit via studies evidencing interaction between the presence of ischemia and the efficacy of myocardial revascularization. The present study review the scientific evidence that tests the 'oculo-ischemic reflex' by use of interaction analysis in randomized clinical trials. Randomized clinical trials | eng |
| dc.language | por | pt_BR |
| dc.language | eng | - |
| dc.publisher | Sociedade Brasileira de Cardiologia - SBC | pt_BR |
| dc.relation.ispartof | Arquivos Brasileiros de Cardiologia | pt_BR |
| dc.subject | Revascularização miocárdica | por |
| dc.subject | Isquemia miocárdica | por |
| dc.subject | Doença da artéria coronariana | por |
| dc.subject | Myocardial revascularization | eng |
| dc.subject | Myocardial ischemia | eng |
| dc.subject | Coronary artery disease | eng |
| dc.title | Revascularização miocárdica guiada por isquemia: o reflexo oculoisquêmico | pt_BR |
| dc.title.alternative | Ischemia-guided myocardial revascularization: the oculo-ischemic reflex | eng |
| dc.type | Artigo | pt_BR |
| dc.identifier.license | Creative Commons Atribuição-NãoComercial 3.0 Não Adaptada (CC BY-NC 3.0) | pt_BR |
| dc.description.resumo | Na doença coronariana estável, a indicação de procedimentos de revascularização a partir da detecção anatômica de lesões coronárias estenóticas, independentemente do quadro clínico, tem sido denominada reflexo oculoestenótico. Essa expressão foi cunhada de forma irônica por Topol E. e Nissen S., no intuito de alertar sobre o fato de que nem toda obstrução necessita ser abordada invasivamente1. Pelo menos do ponto de vista acadêmico, esse reflexo parece superado, sendo hoje considerado uma atitude médica exagerada (overtreatment)2. No entanto, permanece a crença de que a demonstração de isquemia miocárdica por métodos complementares é indicativa da necessidade de revascularização, ao que denominaremos reflexo oculoisquêmico. Imaginemos um indivíduo assintomático, submetido a cintilografia miocárdica de rotina, a qual demonstra isquemia em dois territórios arteriais. Baseado nesse resultado, o paciente é submetido a coronariografia, que identifica estenoses de 75% em terço médio da descendente anterior e em terço proximal da coronária direta. Embora assintomático, com boa função ventricular, o médico indica implante de stent farmacológico em ambas as lesões. A justificativa é a presença de isquemia miocárdica identificada em ambos os territórios vasculares. A hipótese do benefício da revascularização em casos desse tipo é embasada na associação entre presença/extensão da isquemia miocárdica e pior prognóstico, o que caracteriza isquemia como marcador de risco3,4. No entanto, a ideia de que intervir em um marcador de risco necessariamente garantirá benefício clínico é um exemplo de heurística de normalização5. Esse erro cognitivo ocorre quando o médico acredita que a simples correção de parâmetros (isquemia) necessariamente implicará benefício para o paciente. Nesse cenário, para que uma intervenção coronariana se faça indicada, seu benefício clínico precisa ser demonstrado por estudos que comprovem interação entre presença de isquemia e eficácia da revascularização miocárdica. No presente artigo, revisaremos as evidências científicas que testaram o reflexo oculoisquêmico pela análise de interação em ensaios clínicos randomizados. | pt_BR |
| dc.description.local | São Paulo | pt_BR |
| Aparece nas coleções: | DME - Artigos de periódicos | |
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| Arquivo | Descrição | Tamanho | Formato | |
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| IschemiaGuidedMyocardialRevascularization.pdf | 144,94 kB | Adobe PDF | ![]() Visualizar/Abrir |
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