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dc.contributor.authorNascimento, Ayslane Camila Oliveira-
dc.contributor.authorSantos, Tayanara Menezes-
dc.contributor.authorSilva, Isabelly Pereira da-
dc.date.accessioned2026-01-14T22:07:09Z-
dc.date.available2026-01-14T22:07:09Z-
dc.date.issued2025-
dc.identifier.citationNASCIMENTO, A. C. O.; SANTOS, T. M.; SILVA, I. P. Desafios e oportunidades para meninas nas ciências, tecnologia, engenharia e matemática no Brasil. In: CONGRESSO BRASILEIRO INTERDISCIPLINAR EM CIÊNCIA E TECNOLOGIA, 6., 2025, Diamantina. Anais [...]. Diamantina: Even3, 2025. Disponível em: https://www.even3.com.br/anais/congresso-brasileiro-interdisciplinar-ciencia-tecnologia/1198054/. Acesso em: 14 jan. 2026.pt_BR
dc.identifier.issn2764-0582-
dc.identifier.urihttps://ri.ufs.br/jspui/handle/riufs/24226-
dc.languageporpt_BR
dc.publisherEven3pt_BR
dc.relation.ispartofAnais do VI Congresso Brasileiro Interdisciplinar em Ciência e Tecnologia (VI CoBICET)pt_BR
dc.subjectSTEMpor
dc.subjectDesigualdade de gêneropor
dc.subjectInclusão socialpor
dc.subjectAnsiedade matemáticapor
dc.titleDesafios e oportunidades para meninas nas ciências, tecnologia, engenharia e matemática no Brasilpt_BR
dc.typeTrabalhos em Eventospt_BR
dc.description.resumoAs áreas de estudo relacionadas à Ciência, Tecnologia, Engenharia e Matemática (STEM), são essenciais para a inovação. No Brasil, a abordagem STEM é fundamental, uma vez que o mercado de trabalho está cada vez mais impulsionado pelas novas tecnologias e buscando profissionais capacitados. Em meio a uma sociedade que reproduz a desigualdade de gênero, as áreas de STEM não fogem à regra. A inserção das mulheres nessas áreas tem sido um processo vagaroso, atualmente com um número muito inferior de mulheres formadas em comparação aos homens. Este estudo tem como objetivo investigar os desafios e oportunidades para meninas nas áreas de STEM no Brasil. O trabalho adota uma abordagem qualitativa, utilizando a pesquisa bibliográfica, priorizando os materiais dos últimos dez anos, com textos completos e foco em gênero e educação em STEM. Outra ferramenta utilizada para a coleta dos dados foi o site da SIDRA/IBGE, por meio do qual foi computado o número total de formados no ensino superior no Brasil. Os dados mostraram que no Brasil, entre as pessoas formadas nas áreas de STEM, apenas 34% são mulheres. É um número que representa um avanço em relação aos anos anteriores, mas revela também a dificuldade que ainda existe em vencer as barreiras das estruturas tradicionais. Assim, políticas públicas e projetos de intervenção desenvolvidos em universidades e escolas do ensino médio são alternativas para estimular a confiança das estudantes e melhorar sua relação com áreas de STEM.pt_BR
dc.description.localDiamantinapt_BR
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