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Campo DCValorIdioma
dc.contributor.authorOliveira Filho, Alfredo Dias de-
dc.contributor.authorMorisky, Donald E.-
dc.contributor.authorCosta, Francisco de Assis-
dc.contributor.authorPacheco, Sara Torres-
dc.contributor.authorNeves, Sabrina Joany Felizardo-
dc.contributor.authorLyra Júnior, Divaldo Pereira de-
dc.date.accessioned2026-01-20T18:09:04Z-
dc.date.available2026-01-20T18:09:04Z-
dc.date.issued2014-
dc.identifier.citationOLIVEIRA FILHO, A. D. et al. Improving post-discharge medication adherence in patients with CVD: a pilot randomized trial. Arquivos Brasileiros de Cardiologia, São Paulo, v. 103, n. 6, p. 502-512, 2014. Disponível em: https://www.scielo.br/j/abc/a/wLgGW8BvLD8s77KJFCKMbwD/?lang=en. Acesso em: 20 jan. 2026.pt_BR
dc.identifier.issn1678-4170-
dc.identifier.urihttps://ri.ufs.br/jspui/handle/riufs/24317-
dc.description.abstractFundamento: Intervenções eficazes para melhorar a adesão à terapia medicamentosa são geralmente complexas e caras. Objetivo: Avaliar o impacto de uma intervenção de baixo custo delineada para melhorar a adesão à medicação e desfechos clínicos em pacientes no pós-alta com DCV. Método: Um ECR - estudo piloto foi realizado em um hospital-escola. A intervenção foi baseada na escala de adesão terapêutica de Morisky de quatro itens - MMAS-4. O desfecho primário medido foi a avaliação da adesão à medicação utilizando a MMAS de oito itens no momento da alta, 1 mês após a alta hospitalar, e a reavaliação 1 ano depois da alta. Outros resultados incluíram reinternação e as taxas de mortalidade. Resultados: Foram randomizados 61 pacientes para grupos de intervenção (n = 30) e controle (n = 31). A idade média dos pacientes foi de 61 anos (DP 12,73), 52,5% eram do sexo masculino e 57,4% eram casados ou moravam com parceiro (a). O número médio de medicamentos prescritos por paciente foi de 4,5 (DP 3,3). A adesão à medicação foi correlacionada à intervenção (p = 0,04) e após 1 mês, 48,4% dos pacientes do grupo controle e 83,3% no grupo de intervenção foram considerados aderentes. No entanto, essa diferença diminuiu depois de 1 ano, quando a adesão foi de 34,8% e 60,9%, respectivamente. As taxas de readmissão e de mortalidade foram relacionadas à baixa adesão nos dois grupos. Conclusão: A intervenção com base em um instrumento validado de auto-relato do paciente para avaliar a adesão é um método potencialmente eficaz para melhorar o comportamento aderente e pode ser usado com sucesso como uma ferramenta para orientar o aconselhamento da adesão na visita clínica. No entanto, um estudo maior é necessário para avaliar o real impacto da intervenção sobre esses desfechos.por
dc.languageengpt_BR
dc.languagepor-
dc.publisherSociedade Brasileira de Cardiologia - SBCpt_BR
dc.relation.ispartofArquivos Brasileiros de Cardiologiapt_BR
dc.subjectCardiovascular diseaseseng
dc.subjectMedication adherenceeng
dc.subjectPatient dischargeeng
dc.subjectPatient discharge summarieseng
dc.subjectRandomized controlled trialeng
dc.subjectDoenças cardiovascularespor
dc.subjectAdesão à medicaçãopor
dc.subjectAlta do pacientepor
dc.subjectSumários de alta do paciente hospitalarpor
dc.subjectEnsaio clínico controlado aleatóriopor
dc.titleImproving post-discharge medication adherence in patients with CVD: a pilot randomized trialpt_BR
dc.title.alternativeOtimização da adesão terapêutica pós-alta hospitalar de pacientes com DCV: ensaio clínico randomizado - estudo pilotopor
dc.typeArtigopt_BR
dc.identifier.licenseCreative Commons Atribuição-NãoComercial 3.0 Não Adaptada (CC BY-NC 3.0)pt_BR
dc.description.resumoBackground: Effective interventions to improve medication adherence are usually complex and expensive. Objective: To assess the impact of a low-cost intervention designed to improve medication adherence and clinical outcomes in post-discharge patients with CVD. Method: A pilot RCT was conducted at a teaching hospital. Intervention was based on the four-item Morisky Medication Adherence Scale (MMAS-4). The primary outcome measure was medication adherence assessed using the eight-item MMAS at baseline, at 1 month post hospital discharge and re-assessed 1 year after hospital discharge. Other outcomes included readmission and mortality rates. Results: 61 patients were randomized to intervention (n = 30) and control (n = 31) groups. The mean age of the patients was 61 years (SD 12.73), 52.5% were males, and 57.4% were married or living with a partner. Mean number of prescribed medications per patient was 4.5 (SD 3.3). Medication adherence was correlated to intervention (p = 0.04) and after 1 month, 48.4% of patients in the control group and 83.3% in the intervention group were considered adherent. However, this difference decreased after 1 year, when adherence was 34.8% and 60.9%, respectively. Readmission and mortality rates were related to low adherence in both groups. Conclusion: The intervention based on a validated patient self-report instrument for assessing adherence is a potentially effective method to improve adherent behavior and can be successfully used as a tool to guide adherence counseling in the clinical visit. However, a larger study is required to assess the real impact of intervention on these outcomes.pt_BR
dc.description.localSão Paulopt_BR
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