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Campo DCValorIdioma
dc.contributor.authorAragão, José Aderval-
dc.contributor.authorAndrade, Marcel Lima-
dc.contributor.authorMota, Maria Izabel Aragão-
dc.contributor.authorAragão, Marina Elizabeth Cavalcanti de Sant’Anna-
dc.contributor.authorReis, Francisco Prado-
dc.date.accessioned2026-02-25T19:48:50Z-
dc.date.available2026-02-25T19:48:50Z-
dc.date.issued2014-12-
dc.identifier.citationARAGÃO, J. A. et al. Ocorrência de sintomas depressivos em médicos que trabalham no programa de saúde da família. Jornal Brasileiro de Psiquiatria, Rio de Janeiro, v. 63, n. 4, p. 341–346, out./dez. 2014. Disponível em: https://www.scielo.br/j/jbpsiq/a/P8brvVsssZhjCJwqnFp9GsB/?lang=pt#. Acesso em: 25 fev. 2026.pt_BR
dc.identifier.urihttps://ri.ufs.br/jspui/handle/riufs/24646-
dc.description.abstractObjective: To evaluate the occurrence of depression among physicians working in the Family Health Units (FHU) in Aracaju. Methods: In a sample of 83 physicians it was used the Beck Depression Inventory (BDI) for screening of depressive symptoms and a questionnaire developed by the researchers to collect sociodemographic information. Descriptive statistics and analysis through the chi-square and logistic regression were performed. Results: The prevalence of depressive symptoms in the sample was 27.7% (95% CI 19.3 to 37.3). It was observed that the variables that were associated with the onset of symptoms (p < 0.05) were: relationship problems, satisfaction with the job and the number of queries in relation to the work hour. After adjustment multiple logistic regression it was observed that those who had relationship problems and the ones who were not satisfied with the job had respectively, a risk of 5.63 and 4.59 times more likely to develop depressive symptoms compared with those who did not. Conclusions: The prevalence of depressive symptoms in doctors working in Aracaju’s FHU is high and is probably associated with work and relationship problems.eng
dc.languageporpt_BR
dc.publisherInstituto de Psiquiatria da Universidade Federal do Rio de Janeiropt_BR
dc.relation.ispartofJornal Brasileiro de Psiquiatriapt_BR
dc.subjectDepressãopor
dc.subjectMédicos de famíliapor
dc.subjectSaúde da famíliapor
dc.subjectDistúrbios do início e da manutenção do sonopor
dc.subjectPrevalênciapor
dc.subjectDepressioneng
dc.subjectPhysicianseng
dc.subjectFamilyeng
dc.subjectFamily healtheng
dc.subjectSleep initiation and maintenance disorderseng
dc.subjectPrevalenceeng
dc.titleOcorrência de sintomas depressivos em médicos que trabalham no programa de saúde da famíliapt_BR
dc.title.alternativeOccurrence of depressive symptoms in physicians working in family health programeng
dc.typeArtigopt_BR
dc.identifier.licenseCreative Commons Atribuição-NãoComercial 3.0 Não Adaptada (CC BY-NC 3.0)pt_BR
dc.description.resumoObjetivo: Avaliar a ocorrência de depressão entre os médicos que trabalham nas Unidades de Saúde da Família (USF) em Aracaju. Métodos: Em uma amostra de 83 médicos, foram utilizados o Inventário de Depressão de Beck (IDB) para rastreamento dos sintomas depressivos e um questionário elaborado pelos pesquisadores para coletar informações sociodemográficas. Foram realizadas estatística descritiva e análise por meio do qui-quadrado e regressão logística. Resultados: A prevalência de sintomas depressivos na amostra foi de 27,7% (IC 95% 19,3-37,3). Observou-se que as variáveis que tiveram associação com o aparecimento dos sintomas (p < 0,05) foram: problemas de relacionamento, grau de satisfação com o trabalho e o número de consultas em relação à hora de trabalho. Após ajuste de regressão logística múltipla, foi observado que os médicos que tinham problemas de relacionamento e os insatisfeitos com o trabalho apresentaram, respectivamente, 5,63 e 4,59 vezes mais sintomas depressivos quando comparados àqueles que não possuíam esses sintomas. Conclusões: A prevalência de sintomas depressivos em médicos que trabalham nas USF de Aracaju é alta e provavelmente está associada ao trabalho e a problemas de relacionamento.pt_BR
dc.description.localRio de Janeiropt_BR
dc.identifier.doihttps://doi.org/10.1590/0047-2085000000043-
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