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Campo DC Valor Lengua/Idioma
dc.contributor.authorBecker, Evaldo-
dc.date.accessioned2026-02-25T20:54:05Z-
dc.date.available2026-02-25T20:54:05Z-
dc.date.issued2015-
dc.identifier.citationBECKER, E. Críticas de Rousseau ao Jus ad bellum e ao Jus in bello de Hugo Grotius. Trans/Form/Ação, Marília, v. 38, p. 139–152, 2015. Edição especial. Disponível em: https://www.scielo.br/j/trans/a/pjzvbkDWprBcLBhTyRMmDtz/?lang=pt. Acesso em: 25 fev. 2026.pt_BR
dc.identifier.issn1980-539X-
dc.identifier.urihttps://ri.ufs.br/jspui/handle/riufs/24650-
dc.description.abstractThis paper presents some of Rousseau’s main criticisms of the right “of” and, principally, “in” war, as they appear in the works of Hugo Grotius. Rousseau asks his readers not to forget, “by any means”, that he doesn’t seek to discover “[...] what makes war advantageous to those who make it, but what makes it legitimate”. He also reminds us that “[...] there is always a cost to being fair”, but that this is not a reason for us to give up being so. It is necessary to establish rules for actions undertaken, even in the middle of combat, in order to distinguish war from mere pillaging.eng
dc.languageporpt_BR
dc.publisherDepartamento de Filosofia da Universidade Estadual Paulista (UNESP)pt_BR
dc.relation.ispartofTrans/Form/Açãopt_BR
dc.subjectRousseaupor
dc.subjectGrotiuspor
dc.subjectJus ad bellumpor
dc.subjectJus in bellopor
dc.subjectJustiçapor
dc.subjectJusticeeng
dc.titleCríticas de Rousseau ao Jus ad bellum e ao Jus in bello de Hugo Grotiuspt_BR
dc.title.alternativeRousseau’s critique of Grotius’ Jus ad bellum and Jus in belloeng
dc.typeArtigopt_BR
dc.identifier.licenseCreative Commons Atribuição 4.0 Internacional (CC BY 4.0)pt_BR
dc.description.resumoNosso objetivo no presente artigo é apresentar algumas das principais críticas dirigidas por Rousseau às ideias acerca do direito “da” e principalmente “na” guerra, tal como aparecem na obra de Hugo Grotius. Rousseau insiste para que seus leitores não esqueçam “de jeito nenhum” que ele não procura “[...] o que torna a guerra vantajosa àquele que o faz, mas o que a torna legítima.” E lembra que “[...] sempre há um custo em ser justo”, mas que isso não é motivo para nos dispensarmos de sê-lo. É preciso estabelecer regras que rejam as ações empreendidas, mesmo no seio dos combates, para que se distingam as guerras das simples pilhagens.pt_BR
dc.description.localMaríliapt_BR
dc.identifier.doihttps://doi.org/10.1590/S0101-317320150004000012-
Aparece en las colecciones: DFL - Artigos de periódicos

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