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dc.contributor.authorNascimento, Jaires Domingas Souza do-
dc.date.accessioned2026-03-05T17:54:10Z-
dc.date.available2026-03-05T17:54:10Z-
dc.date.issued2026-02-04-
dc.identifier.citationNASCIMENTO, Jaires Domingas Souza do. Vozes femininas no currículo de Sergipe: uma análise decolonial do Itinerário Formativo de Língua Espanhola. 2026. 111 f. Dissertação (Mestrado em Letras) — Universidade Federal de Sergipe, São Cristóvão, 2026.pt_BR
dc.identifier.urihttps://ri.ufs.br/jspui/handle/riufs/24701-
dc.description.abstractA lo largo de la historia, la construcción de la identidad femenina ha estado marcada por un proceso continuo de marginación. Esta clasificación fue influenciada por etiquetas sociales basadas en una racionalidad moderna-colonial que reduce la complejidad de las experiencias femeninas a estereotipos y papeles normativos, marginando estas voces en sistemas como la ciencia, la educación y el currículo. En lo que se refiere al ámbito educativo, la construcción del conocimiento está atravesada por relaciones de poder que delimitan no solo quién puede producir saberes, sino también qué saberes son reconocidos y legitimados (Gomes, 2018). Partiendo de la comprensión del currículo como documento de identidad (Silva, 2005) que supera una visión simplista de enumeración de contenidos y directrices (Gomes, 2018; Matos, 2020), el presente trabajo tiene como objetivo general analizar la representatividad femenina en el Currículo de Sergipe de la Enseñanza Media, en el componente curricular lengua española, trazando relaciones entre una educación lingüística decolonial, interseccional y suleada, con la desconstrucción de estereotipos de género. Para articular estas cuestiones, me he apoyado en estudios decoloniales (Walsh, 2009; Matos, 2020; Quijano, 2005; Kilomba, 2019; Lugones, 2009, Mignolo, 2007). En el campo del currículum, dialogé con las contribuciones de Matos (2020), Silva (2005) y Gomes (2018). En cuanto a las discusiones sobre género, interseccionalidad y feminismo decolonial, tuve como base los trabajos de Lugones (2009, 2014), Furlin (2014), Ribeiro (2017), Akotirene (2019), Ballestrin (2017), Curiel (2020) y Gonzalez (2020). En las cuestiones sobre el suleamento, o las voces del Sur, trabajé a partir de las contribuciones de Moita Lopes (2006), Silva Júnior; Matos (2019, 2024). Insertada en el área de la Linguística Aplicada Indisciplinar (Moita Lopes, 2006) y Suleada (Silva Júnior, Matos, 2019,2024), esta investigación se centra en las actividades integradoras que componen el Itinerario Formativo de lengua española, adoptando una metodología cualitativa (Silveira; Córdova, 2009), de base interpretativista (Moita Lopes, 1994) con análisis documental (Gil, 2002; Cellard, 2008; Ludke; André, 1986). Como resultados, teniendo en consideración la valorización de saberes, voces y formas de expresión de las comunidades e identidades históricamente marginadas, las llamadas periferias, los análisis mostraron la presencia de atravesamientos interseccionales, suleadores y potencialmente decoloniales en las actividades integradoras de lengua española. De esta manera, al enfocar la mirada hacia el foco de este trabajo, se observa la presencia de enfoques que contemplan perspectivas y experiencias de mujeres diversas - de diferentes lugares geográficos, raciales, étnicos, etarios, etc - en el documento prescrito. Así, por medio del análisis fue posible percibir un esfuerzo local en el rompimiento de la lógica colonial y patriarcal a través de la visibilización de producciones intelectuales de mujeres en diferentes áreas de conocimiento y lócus de enunciación.spa
dc.description.sponsorshipCoordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior - CAPESpt_BR
dc.languageporpt_BR
dc.subjectMulherespor
dc.subjectCurrículopor
dc.subjectDecolonialidadepor
dc.subjectLíngua Espanholapor
dc.subjectInterseccionalidadepor
dc.subjectMujeresspa
dc.subjectCurrículumspa
dc.subjectDecolonialidadspa
dc.subjectLengua Españolaspa
dc.subjectInterseccionalidadspa
dc.titleVozes femininas no currículo de Sergipe: uma análise decolonial do Itinerário Formativo de Língua Espanholapt_BR
dc.typeDissertaçãopt_BR
dc.contributor.advisor1Matos, Doris Cristina Vicente da Silva-
dc.description.resumoAo longo da história, a construção da identidade feminina foi marcada por um processo contínuo de subalternização. Essa classificação foi influenciada por rotulações sociais baseadas em uma racionalidade moderna-colonial que reduz a complexidade das experiências femininas a estereótipos e papéis normativos, marginalizando essas vozes em sistemas como a ciência, a educação e o currículo. No que se refere ao âmbito educacional, a construção do conhecimento é atravessada por relações de poder que delimitam não apenas quem pode produzir saberes, mas também quais saberes são reconhecidos e legitimados (Gomes, 2018). Partindo do entendimento de currículo como documento de identidade (Silva, 2005) que ultrapassa uma visão simplista de enumeração de conteúdos e diretrizes (Gomes, 2018; Matos, 2020), o presente trabalho tem como objetivo geral analisar a representatividade feminina no Currículo de Sergipe do Ensino Médio, no componente curricular língua espanhola, traçando relações entre uma educação linguística decolonial, interseccional e suleada, com a desconstrução de estereótipos de gênero. Para articular essas questões, apoiei-me em estudos decoloniais (Walsh, 2009; Matos, 2020; Quijano, 2005; Kilomba, 2019; Lugones, 2009, Mignolo, 2007). No campo do currículo, dialoguei com as contribuições de Matos (2020), Silva (2005) e Gomes (2018). No que se refere às discussões sobre gênero, interseccionalidade e feminismo decolonial, tive como base os trabalhos de Lugones (2009, 2014), Furlin (2014), Ribeiro (2017), Akotirene (2019), Ballestrin (2017), Curiel (2020) e Gonzalez (2020). Nas questões acerca do suleamento, ou das vozes do Sul, trabalhei a partir das contribuições de Moita Lopes (2006), Silva Júnior; Matos (2019, 2024). Inserida na área da Linguística Aplicada Indisciplinar (Moita Lopes, 2006) e Suleada (Silva Júnior, Matos, 2019,2024), esta investigação concentra-se nas atividades integradoras que compõem o Itinerário Formativo de línguas espanhola, adotando uma metodologia qualitativa (Silveira; Córdova, 2009), de base interpretativista (Moita Lopes, 1994) com análise documental (Gil, 2002; Cellard, 2008; Ludke; André, 1986). Como resultados, tendo em vista a valorização de saberes, vozes e formas de expressões das comunidades e identidades historicamente marginalizadas, as chamadas periferias, as análises mostraram a presença dos atravessamentos interseccionais, suleadores e potencialmente decoloniais nas atividades integradoras de língua espanhola. Dessa forma, ao direcionar o olhar para o foco deste trabalho, observa-se a presença de abordagens que contemplam perspectivas e experiências de mulheres diversas - de diferentes locais geográficos, raciais, étnicos, etários, etc - no documento prescrito. Assim, por meio da análise foi possível perceber um esforço local no rompimento da lógica colonial e patriarcal por meio da visibilização de produções intelectuais de mulheres em diferentes áreas de conhecimento e lócus de enunciação.pt_BR
dc.publisher.programPós-Graduação em Letraspt_BR
dc.subject.cnpqLINGUISTICA, LETRAS E ARTES::LETRASpt_BR
dc.publisher.initialsUniversidade Federal de Sergipe (UFS)pt_BR
dc.description.localSão Cristóvãopt_BR
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