Use este identificador para citar ou linkar para este item: https://ri.ufs.br/jspui/handle/riufs/24719
Registro completo de metadados
Campo DCValorIdioma
dc.contributor.authorAlmeida, Fernando Ozorio de-
dc.date.accessioned2026-03-09T18:38:03Z-
dc.date.available2026-03-09T18:38:03Z-
dc.date.issued2015-
dc.identifier.citationALMEIDA, F. O. A arqueologia dos fermentados: a etílica história dos Tupi-Guarani. Estudos Avançados, São Paulo, v. 29, n. 83, p. 87–118, 2015. Disponível em: https://www.scielo.br/j/ea/a/pt3bsKHrDSqSszYKsJ4P6Zq/?lang=pt. Acesso em: 9 mar. 2026.pt_BR
dc.identifier.issn1806-9592-
dc.identifier.urihttps://ri.ufs.br/jspui/handle/riufs/24719-
dc.description.abstractThe consumption of alcoholic beverages is traditionally neglected in the archaeological literature, which treats the issue as a theme of secondary interest in the history of human populations. However, the ethnographic literature of the indigenous populations of the South American lowlands points exactly to the opposite: it is the solid non-alcoholic vegetal food which has a secondary role in daily and ritualistic life of various collectives. The archaeological data provides chronological depth to the relation between the human being and alcoholic beverages. Moreover, the archaeological pots used for the preparation and consumption of these beverages are fundamental to the understanding of historical processes and events which modeled the dispersion of a series of groups across the continent.eng
dc.languageporpt_BR
dc.publisherInstituto de Estudos Avançados da Universidade de São Paulopt_BR
dc.relation.ispartofEstudos Avançadospt_BR
dc.subjectBebidas fermentadaspor
dc.subjectCerâmica arqueológicapor
dc.subjectHistória dos Tupi-Guaranipor
dc.subjectFermented drinkseng
dc.subjectArchaeological potteryeng
dc.subjectHistory of the Tupi-Guaranieng
dc.titleA arqueologia dos fermentados: a etílica história dos Tupi-Guaranipt_BR
dc.typeArtigopt_BR
dc.identifier.licenseCreative Commons Atribuição-NãoComercial 4.0 Internacional (CC BY-NC 4.0)pt_BR
dc.description.resumoO consumo de bebidas fermentadas é geralmente negligenciado pela literatura arqueológica, que trata a questão como tema de interesse secundário (recreativo) na história das populações humanas. Entretanto, a literatura etnográfica das sociedades indígenas das terras baixas sul-americanas indica exatamente o oposto: é o alimento vegetal sólido e não alcoólico que tende a possuir um papel secundário na vida cotidiana e ritualística de diversos coletivos. Os dados arqueológicos aprofundam temporalmente essa relação entre o ser humano e os fermentados. Além disso, os vasos cerâmicos arqueológicos utilizados para o preparo e consumo desses fermentados são fundamentais para a compreensão de processos e eventos históricos que modelaram a dispersão de uma série de grupos pelo continente.pt_BR
dc.description.localSão Paulopt_BR
dc.identifier.doihttps://doi.org/10.1590/S0103-40142015000100006-
Aparece nas coleções:DARQ - Artigos de periódicos

Arquivos associados a este item:
Arquivo Descrição TamanhoFormato 
ArqueologiaFermentadosEtilicaHistoriaTupiGuarani.pdf9,27 MBAdobe PDFThumbnail
Visualizar/Abrir


Os itens no repositório estão protegidos por copyright, com todos os direitos reservados, salvo quando é indicado o contrário.