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Tipo de Documento: Artigo
Título: Aspects of flexibility of women with fibromyalgia syndrome
Título(s) alternativo(s): Aspectos da flexibilidade de mulheres com síndrome de fibromialgia
Autor(es): Almeida, Marcos Bezerra de
Santos, Mônica Oliveira
Data do documento: 2015
Resumo: Regular physical exercise tends to benefit people with fibromyalgia syndrome (FMS). The effects have been observed regarding aerobic power and strength; however, results concerning flexibility have been controversial. In general, studies have evaluated specific joints or tests involving only a single body movement. The aim of this study was to compare the flexibility profile of FMS and asymptomatic women using a more com-prehensive test protocol regarding the number of movements and joints involved. The sample consisted of 30 women divided into two groups: asymptomatic (n = 15; mean age: 50.2 ± 8.2 years; mean weight: 63.0 ± 9.6 kg; mean height: 157 ± 6 cm) and fibromyalgia (n = 15; mean age: 47.3 ± 9.4 years; mean weight: 61.9 ± 12.2 kg; mean height: 159 ± 7 cm). Flexibility was measured using the Flexitest, which was evaluated by the global index of flexibility (Flexindex), and the five indices of variability of joint mobility: intermove-ment (IVIM), interjoint (IVIA), flexion-extension (IVFE), between segment (IVES) and distal-proximal (IVDP). All of the indices were calculated based on the results of the 20 movements of the Flexitest. There was no difference between groups (44.4 ± 3.7 vs. 45.7 ± 4.1 points, for asymptomatic and fibromyalgia, respectively; p = 0.379; 95% confidence interval (CI): -4.2 to 1.6). Most of the sample (83%) showed an average level of flexibility based on reference values for gender and age. Only IVIM showed a significant difference between the groups. Asymptomatic and fibromyalgic women have similar overall levels of flexibility but with different profiles.
Abstract: Exercícios físicos em mulheres com síndrome de fibromialgia (SFM) têm apre-sentado efeitos na força e potência aeróbica, contudo, os resultados acerca da flexibilidade têm sido controversos. Além disso, os estudos têm avaliado articulações específicas ou testes que envolvam apenas um único movimento corporal. Objetivou-se comparar o perfil de flexibilidade global de mulheres acometidas pela SFM e assintomáticas a partir de um pro-tocolo de teste mais abrangente quanto ao número de movimentos e articulações envolvidas. Participaram da pesquisa 30 mulheres divididas em dois grupos: assintomáticas (n = 15; 50,2 ± 8,2 anos; 63,0 ± 9,6 kg; 157 ± 6 cm) e fibromiálgicas (n = 15; 47,3 ± 9,4 anos; 61,9 ± 12,2 kg; 159 ± 7 cm). A flexibilidade medida pelo Flexiteste foi avaliada pelo índice global de flexibilidade (flexíndice) e pelos cinco índices de variabilidade da mobilidade articular: intermovimentos (IVIM), intra-articulação (IVIA), flexão-extensão (IVFE), entre segmentos (IVES) e distal-proximal (IVDP). Todos os índices foram calculados com base nos resultados dos 20 movimentos do flexiteste. Não houve diferença no flexíndice entre os grupos (44,4 ± 3,7 vs 45,7 ± 4,1 pontos, para assintomáticas e fibromiálgicas respectivamente; p=0,379; IC95% = -4,2 a 1,6). A maioria da amostra (83%) apresentou nível de flexibilidade consi-derado na média da população para o gênero feminino e para cada faixa etária específica. Entre os índices de variabilidade da mobilidade articular apenas o IVIM apresentou dife-rença significativa. Mulheres assintomáticas e fibromiálgicas apresentam níveis globais de flexibilidade similares, mas com perfis diferentes.
Palavras-chave: Chronic pain
Joints
Range of motion
Amplitude de movimento
Articulações
Dor crônica
ISSN: 1980-0037
Parte de : Revista Brasileira de Cineantropometria e Desempenho Humano (RBCDH)
Idioma: eng
Instituição/Editora: Núcleo de Pesquisa em Cineantropometria e Desempenho Humano do Centro de Desportos da Universidade Federal de Santa Catarina
Citação: ALMEIDA, M. B.; SANTOS, M. O. Aspects of flexibility of women with fibromyalgia syndrome. Revista Brasileira de Cineantropometria e Desempenho Humano (RBCDH), Florianópolis, v. 17, n. 2, p. 238–247, 2015. Disponível em: https://periodicos.ufsc.br/index.php/rbcdh/article/view/1980-0037.2015v17n2p238. Acesso em: 9 mar. 2026.
Licença: Creative Commons Atribuição 4.0 Internacional (CC BY 4.0)
Identificador: https://doi.org/10.1590/1980-0037.2015v17n2p238
URI: https://ri.ufs.br/jspui/handle/riufs/24721
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