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dc.contributor.authorVasconcelos, Michele de Freitas Faria de-
dc.date.accessioned2026-03-12T17:18:10Z-
dc.date.available2026-03-12T17:18:10Z-
dc.date.issued2015-08-
dc.identifier.citationVASCONCELOS, M. F. F. Cuidado com corpos: um olhar (de gênero) para políticas de saúde. Estudos Feministas, Florianópolis, v. 23, n. 2, p. 371–388, maio/ago. 2015. Disponível em: https://www.scielo.br/j/ref/a/DGzx8T5MqH5t3MZJhvnV3DR/?lang=pt. Acesso em: 12 mar. 2026.pt_BR
dc.identifier.issn1806-9584-
dc.identifier.urihttps://ri.ufs.br/jspui/handle/riufs/24750-
dc.description.abstractThe text aims to think the (mental) public health policies and its institutional mandate of social inclusion as part of a wider picture of the (neo) liberal biopolitics face, where life and human behavior are directed towards the market. In this context, those that have failed or have not engaged in making their bodies listed companies, appear as new patients, abnormal or infamous. The scope of care practices offered by health policies tends, in this way, to inscribe such infamous lives in pedagogies, particularly of gender and sexuality, including them in the social market economy. Looking for extensions of the body and life, this work developed a look (of gender) on modes of production of health care, particularly in alcohol and other drugs.eng
dc.languageporpt_BR
dc.publisherCentro de Filosofia e Ciências Humanas e da Universidade Federal de Santa Catarinapt_BR
dc.relation.ispartofEstudos Feministaspt_BR
dc.subjectBiopolíticapor
dc.subjectPolíticas públicas de saúdepor
dc.subjectInclusão socialpor
dc.subjectCorpopor
dc.subjectGêneropor
dc.subjectBiopoliticseng
dc.subjectPublic health policieseng
dc.subjectSocial inclusioneng
dc.subjectBodyeng
dc.subjectGendereng
dc.titleCuidado com corpos: um olhar (de gênero) para políticas de saúdept_BR
dc.title.alternativeBeware of (and care for) bodies: a look (of gender) for health policieseng
dc.typeArtigopt_BR
dc.identifier.licenseCreative Commons Atribuição-NãoComercial 4.0 Internacional (CC BY-NC 4.0)pt_BR
dc.description.resumoO texto se propõe a pensar as políticas públicas de saúde (mental) e seu mandato institucional de inclusão social como fazendo parte de um cenário mais amplo da biopolítica de face (neo)liberal, em que se governa a vida e as condutas humanas para o mercado. Nesse contexto, aqueles/as que falharam ou não se engajaram em fazer de seus corpos empresas figuram como novos doentes, anormais, infames. O escopo das práticas assistenciais oferecidas pelas políticas de saúde tende a ser, assim, o de inscrever tais vidas infames em pedagogias, em particular, de gênero e de sexualidade, incluindo-as na economia social de mercado. Procurando por ampliações do corpo e da vida, desenvolveu-se um olhar (de gênero) sobre modos de produção de cuidado em saúde, em particular, em álcool e outras drogas.pt_BR
dc.description.localFlorianópolispt_BR
dc.identifier.doihttps://doi.org/10.1590/0104-026X2015v23n2p371-
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