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dc.contributor.authorSantos, Emyllainne Dantas dos-
dc.date.accessioned2026-03-23T12:45:41Z-
dc.date.available2026-03-23T12:45:41Z-
dc.date.issued2026-01-24-
dc.identifier.citationSantos, Emyllainne Dantas dos. O uso do índice de variabilidade pletismográfica (PVi) como preditor de resposta de pacientes hipotensos à fluidoterapia durante anestesia : uma revisão científica. São Cristóvão, 2026. Monografia (graduação em Medicina Veterinária) – Departamento de Medicina Veterinária, Centro de Ciências Agrárias Aplicadas, Universidade Federal de Sergipe, São Cristóvão, SE, 2026pt_BR
dc.identifier.urihttps://ri.ufs.br/jspui/handle/riufs/24805-
dc.languageporpt_BR
dc.subjectMedicina veterináriapor
dc.subjectEnsino superior (UFS)por
dc.subjectEstágio supervisionado obrigatóriopor
dc.subjectClínica veterináriapor
dc.subjectCirúgia (Animais de pequeno porte)por
dc.subjectMonitorização hemodinâmicapor
dc.subjectFotopletismografiapor
dc.subjectÍndice de variabilidade pletismográfica (PVI)por
dc.subjectFluidoterapiapor
dc.subjectAnestesiologia veterináriapor
dc.titleO uso do índice de variabilidade pletismográfica (PVi) como preditor de resposta de pacientes hipotensos à fluidoterapia durante anestesia : uma revisão científicapt_BR
dc.typeMonografiapt_BR
dc.contributor.advisor1Rocha, Leandro Branco-
dc.description.resumoO manejo hemodinâmico intraoperatório é um pilar essencial para a segurança anestésica em medicina veterinária, visando garantir a perfusão tecidual adequada e evitar complicações como a hipotensão e a sobrecarga de fluidos. Tradicionalmente, a fluidoterapia é guiada por parâmetros estáticos, como pressão arterial média (MAP) e frequência cardíaca, que têm demonstrado baixa acurácia na predição da responsividade volêmica. Esta revisão analisa o papel do Índice de Variabilidade Pletismográfica (PVi), uma variável dinâmica obtida de forma não invasiva por meio da oximetria de pulso, como ferramenta para guiar a terapia fluida em cães sob ventilação mecânica. Foram analisados estudos de validação e ensaios clínicos recentes. Os resultados indicam que o PVI possui uma acurácia diagnóstica satisfatória, com um valor de corte sugerido entre 14% e 15% para identificar animais responsivos a fluidos. Clinicamente, o uso do PVI para guiar a taxa de infusão reduziu a incidência de hipotensão intraoperatória de 41,6% para 0%, permitindo a manutenção da estabilidade hemodinâmica com volumes significativamente menores de cristaloides em comparação ao manejo convencional. Conclui-se que o PVI é uma ferramenta promissora e eficaz para a terapia fluida guiada por metas (GDFT), embora sua aplicação seja restrita a pacientes ventilados mecanicamente e dependa de um índice de perfusão periférica adequado.pt_BR
dc.publisher.departmentDMV - Departamento de Medicina Veterinária – São Cristóvão - Presencialpt_BR
dc.subject.cnpqCIENCIAS AGRARIAS::MEDICINA VETERINARIA::CLINICA E CIRURGIA ANIMAL::CLINICA VETERINARIApt_BR
dc.publisher.initialsUniversidade Federal de Sergipe (UFS)pt_BR
dc.description.localSão Cristóvão, SEpt_BR
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