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dc.contributor.authorRocha, Nair Mendes da-
dc.date.accessioned2026-03-31T14:13:10Z-
dc.date.available2026-03-31T14:13:10Z-
dc.date.issued2026-02-26-
dc.identifier.citationRocha, Nair Mendes da. Agronegócio e o impacto da estrangeirização de terras sobre o cumprimento das proposições internacionais do Brasil para o meio ambiente. São Cristóvão, 2026. Monografia (graduação em Relações Internacionais) – Departamento de Relações Internacionais, Centro de Ciências Sociais Aplicadas, Universidade Federal de Sergipe, São Cristóvão, SE, 2026pt_BR
dc.identifier.urihttps://ri.ufs.br/jspui/handle/riufs/24868-
dc.description.abstractThis paper analyzes the influence of agribusiness on Brazil's failure to meet the environmental goals it has committed to in global agendas. We show how agribusiness has been present in Brazil's foreign policy since colonial times and how it has recently become institutionalized, symbolized by the creation of the Brazilian Agribusiness Association (ABAG). It is clear that Brazilian foreign policy has always been aligned with the objectives of the agro-export sector, and this currently contributes to the contradiction between internal dynamics and the international stance that supposedly defends Brazilian environmental resources. One of the consequences of this influential presence of agribusiness in the country's internal dynamics, which shows the relationship between the sector and global capital, is the phenomenon of land foreignization and its deleterious effects on indigenous and quilombola territories and the increase in deforestation in these areas. As an example of the tension mentioned above, we have extracted data on Brazil's SDG 15 targets and their fulfillment and analyzed them in light of structural colonial issues and conjunctural characteristics related to the relationship between agribusiness and foreign policy on the environment in the governments contemporary to Brazil's adherence to the 2030 Agenda, with an emphasis on the Bolsonaro government, in which the worst indices prevailed.eng
dc.languageporpt_BR
dc.subjectRelações internacionaispor
dc.subjectEnsino superior (UFS)por
dc.subjectAgronegóciopor
dc.subjectMultinacionaispor
dc.subjectEstrangeirização de terraspor
dc.subjectEstado (Brasil)por
dc.subjectMeio ambientepor
dc.subjectAssociação Brasileira de Agrobusiness (ABAG)por
dc.subjectAgribusinesseng
dc.subjectMultinationalseng
dc.subjectForeign ownership of landeng
dc.subjectState (Brazil)eng
dc.subjectEnvironmenteng
dc.titleAgronegócio e o impacto da estrangeirização de terras sobre o cumprimento das proposições internacionais do Brasil para o meio ambientept_BR
dc.typeMonografiapt_BR
dc.contributor.advisor1Winand, Érica Cristina-
dc.description.resumoO presente trabalho analisa a influência do agronegócio sobre o insucesso brasileiro no cumprimento de metas ambientais assumidas pelo País junto a agendas globais. Mostramos aqui como a presença do agronegócio na política externa do Brasil se constrói desde a base colonial até sua institucionalização recente, simbolizada pela criação da Associação Brasileira de Agrobusiness (ABAG). Percebe-se que a política exterior brasileira sempre foi alinhada aos objetivos do setor agroexportador, e isso, na atualidade, contribui para a contradição entre a dinâmica interna e a postura internacional supostamente defensora dos recursos ambientais brasileiros. A partir disso, uma das consequências dessa presença influente do agronegócio na dinâmica interna do País, e que mostra a relação entre o setor e o capital global, é o fenômeno da estrangeirização de terras e seus efeitos deletérios sobre territórios indígenas e quilombolas e quanto ao aumento do desmatamento nessas áreas. A título de exemplificação da tensão ali mencionada, recortamos dados referentes às metas brasileiras assumidas junto ao ODS 15, bem como de cumprimento das metas e os analisamos à luz de questões coloniais estruturais e de características conjunturais referentes à relação entre o agronegócio e a política externa para o meio-ambiente, nos governos contemporâneos à adesão brasileira a Agenda 2030, com ênfase no governo Bolsonaro, no qual prevaleceram os piores índices.pt_BR
dc.publisher.departmentDRI - Departamento de Relações Internacionaispt_BR
dc.subject.cnpqOUTROS::RELACOES INTERNACIONAISpt_BR
dc.publisher.initialsUniversidade Federal de Sergipe (UFS)pt_BR
dc.description.localSão Cristóvão, SEpt_BR
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