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dc.contributor.authorSantos, Helenny Manoela Souza dos-
dc.date.accessioned2026-04-13T13:55:30Z-
dc.date.available2026-04-13T13:55:30Z-
dc.date.issued2026-03-02-
dc.identifier.citationSantos, Helenny Manoela Souza dos. Entre torturas e arrependimentos : militância das esquerdas como arma de propaganda na ditadura civil-militar brasileira (1970-1976). São Cristóvão, 2026. Monografia (licenciatura em História) – Departamento de História, Centro de Educação e Ciências Humanas, Universidade Federal de Sergipe, São Cristóvão, SE, 2026pt_BR
dc.identifier.urihttps://ri.ufs.br/jspui/handle/riufs/24917-
dc.languageporpt_BR
dc.subjectHistóriapor
dc.subjectEnsino superior (UFS)por
dc.subjectDitadurapor
dc.subjectEsquerdas (Ideologia política)por
dc.subjectTortura (Brasil)por
dc.subjectPropagandapor
dc.subjectIgualdade socialpor
dc.subjectMilitânciapor
dc.titleEntre torturas e arrependimentos : militância das esquerdas como arma de propaganda na ditadura civil-militar brasileira : (1970-1976)pt_BR
dc.typeMonografiapt_BR
dc.contributor.advisor1Cardoso, Célia Costa-
dc.description.resumoEste artigo analisa o uso das declarações públicas dos chamados “arrependidos” durante a ditadura civil-militar brasileira, buscando compreender suas finalidades políticas e simbólicas, bem como as condições históricas que levaram ex-militantes a produzi-las em um contexto marcado pela repressão, censura e violência institucionalizada. O estudo insere-se no campo dos debates sobre memória, entendida como construção social e espaço de disputas em torno da interpretação do passado, considerando as relações entre testemunho, poder e legitimidade. Do ponto de vista metodológico, a pesquisa fundamenta-se na História Oral, articulada à análise crítica de fontes documentais. O corpus é composto por análises de depoimentos de ex-militantes, entrevistas concedidas em diferentes temporalidades, declarações públicas divulgadas pela imprensa e documentos produzidos por órgãos de repressão do regime. A partir da problematização dessas fontes, o trabalho busca demonstrar como as narrativas de “arrependimento” foram mobilizadas como dispositivos políticos, integrando a engrenagem repressiva e contribuindo para a legitimação do autoritarismo. Argumenta-se que tais declarações operaram na construção de uma pedagogia do medo e na produção de determinadas versões do passado, cujos efeitos se projetam nas disputas de memória que atravessam o tempo presente.pt_BR
dc.publisher.departmentDHI - Departamento de História – São Cristóvão - Presencialpt_BR
dc.subject.cnpqCIENCIAS HUMANAS::HISTORIA::HISTORIA DO BRASIL::HISTORIA REGIONAL DO BRASILpt_BR
dc.publisher.initialsUniversidade Federal de Sergipe (UFS)pt_BR
dc.description.localSão Cristóvão, SEpt_BR
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