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dc.contributor.authorSilva, Cláudia Adriana da-
dc.date.accessioned2026-04-22T19:44:10Z-
dc.date.available2026-04-22T19:44:10Z-
dc.date.issued2012-02-10-
dc.identifier.citationSILVA, Cláudia Adriana da. Caracterização das propriedades estruturais e magnéticas da série SmF e1−xMnxO3. 2012. 144 f. Dissertação (Mestrado em Física) — Universidade Federal de Sergipe, São Cristóvão, 2012.pt_BR
dc.identifier.urihttps://ri.ufs.br/jspui/handle/riufs/24928-
dc.description.abstractContinuar depois...por
dc.description.sponsorshipCoordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior - CAPESpt_BR
dc.languageporpt_BR
dc.subjectReorientação de spinpor
dc.subjectAntiferromagnetismopor
dc.subjectTransição de fasepor
dc.subjectSpin reorientationeng
dc.subjectAntiferromagnetismeng
dc.subjectPhase transitioneng
dc.titleCaracterização das propriedades estruturais e magnéticas da série SmF e1−xMnxO3pt_BR
dc.typeDissertaçãopt_BR
dc.contributor.advisor1Salazar, Nelson Orlando Moreno-
dc.description.resumoNeste trabalho foram sintetizadas amostras da série SmFe1−xMnxO3, em que 1 ≥ x ≥ 0 com variação de x = 0.1. Nosso principal objetivo foi a caracterização estrutural e magnética dos compostos. Pela primeira vez, que seja de nosso conhecimento, estas amostras foram obtidas pelo método de reação de combustão, com o qual alcançamos sucesso na obtenção das fases únicas policristalinas, as quais foram confirmadas com a técnica de difratometria de raios X. As medidas de difração foram realizadas em temperatura ambiente com um difratômetro da Rigaku que possui geometria Bragg - Brentano. A caracterização estrutural indica que a inserção de Manganês no lugar do Ferro causa mudanças significativas nos parâmetros de rede, mas permanecendo o volume constante. Estes dados foram obtidos através do refinamento dos padrões usando o método Rietveld. Para a caracterização magnética, usamos a técnica de magnetometria dc. As medidas de magnetização em função da temperatura e magnetização em função do campo magnético foram realizadas num intervalo de temperatura de 2K à 700K e num intervalo de campo de −7T ≤ H ≤ 7T, respectivamente, sendo que foram usados um magnetômetro MPMS com detecção SQUID e um magnetômetro VSM. O ordenamento magnético das amostras em que 0 ≤ x ≤ 0.3 e x = 1 é reportado na literatura para ser antiferromagnético, em que as temperaturas críticas (TC) dos extremos da série concordam com nossos dados (670 K para o SmFeO3 e 57 K para o SmMnO3). Para as amostras intermediárias, há uma redução de TC com o incremento do Manganês, devido ao enfraquecimento nas interações magnéticas causadas pela inserção do íon. Outra característica importante que ressaltamos na magnetização em funçao da temperatura é uma coexistência de fases. Observamos características de uma segunda transição magnética, abaixo de TC, que pode ser associada a reorientação de spin (RS), como já é conhecida no SmFeO3, em que a RS ocorre com a mudança do eixo fácil de magnetização (em T = 480K). Para as amostras intermediárias, no intervalo 0 ≤ x ≤ 0.6, é possível que esta propriedade se mantenha e que também seja dependente da dopagem, porém os dados não são ainda suficientes para uma afirmação categórica. Em temperaturas abaixo de TC, observamos que a adição de Manganês no sistema causa mudanças significativas na curva de magnetização em função da temperatura, a qual evolui de características típicas do magnetismo governado pelo Ferro para características típicas de amostras ricas em Manganês. Com os resultados da magnetização propomos um diagrama de fase, no qual indicamos a dependência de TC e da possível TRS com o incremento da dopagem. Porém, fica claro que as perspectivas do trabalho apontam para a complementação, tanto do conhecimento das propriedades magnéticas e cristalográficas, como de outras propriedades físicas que possam ser exploradas.pt_BR
dc.publisher.programPós-Graduação em Físicapt_BR
dc.subject.cnpqCIENCIAS EXATAS E DA TERRA::FISICApt_BR
dc.publisher.initialsUniversidade Federal de Sergipe (UFS)pt_BR
dc.description.localSão Cristóvãopt_BR
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