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https://ri.ufs.br/jspui/handle/riufs/25015Registro completo de metadados
| Campo DC | Valor | Idioma |
|---|---|---|
| dc.contributor.author | Chaves, Vitória D’Almas Andrade | - |
| dc.date.accessioned | 2026-05-27T12:02:47Z | - |
| dc.date.available | 2026-05-27T12:02:47Z | - |
| dc.date.issued | 2026-02-23 | - |
| dc.identifier.citation | CHAVES, Vitória D’Almas Andrade. Autoetnografando a criação: uma leitura de Fala baixo, senão eu grito. 2026. 134 f. Dissertação (Mestrado em Letras) — Universidade Federal de Sergipe, São Cristóvão, 2026. | pt_BR |
| dc.identifier.uri | https://ri.ufs.br/jspui/handle/riufs/25015 | - |
| dc.description.abstract | In this dissertation, I address the intersection between autoethnography, dramaturgical text, and creative processes, investigating how subjective and academic experiences produce knowledge. The central focus was the reading of the play Fala baixo, senão eu grito (1969), by Leilah Assumpção, articulated through a reading diary, which was analyzed with emphasis on the relationship between reader, text, and identities. As a general objective, I sought to understand, through research, how the experience of reading, traversed by subjectivities, enables reflections on identity, creativity, and social tensions, while problematizing the marginalization of dramatic literature within academic spaces. The specific objectives included analyzing reading as a performative and investigative experience, examining the role of the reading diary as an autoethnographic instrument, and exploring the relationship between feminine, creativity, and writing, considering identity displacements and ethical, epistemological, and political reflections, as well as developing an understanding of the identities present in the reading diary as a character constructed throughout the process. I adopted autoethnography as a qualitative methodological approach, grounded in the theoretical frameworks of Carolyn Ellis (2004), Daniela Versiani (2005), Eline Marques dos Santos (2016), Josalba Fabiana dos Santos (2020; 2023; 2024), and Daniel Manzoni-de-Almeida (2021), using my personal experience as the basis for analysis. The reading diary recorded impressions, reflections, and ongoing interpretations of Assumpção’s work, enabling the examination of the intersections between subjective experience and the construction of meaning within the text. The results showed that autoethnographic practice made it possible to understand reading and the creative process as spaces in which multiple identities, particularly those of woman, actress, and creator, manifest and transform. The study also revealed that these identities emerge in the diary as a character constructed through the very process of reading and writing, analyzed in light of theatrical theoretical frameworks, especially those of Bertolt Brecht (1967) and Constantin Stanislavski (2001). The research reinforced the autonomy of the dramaturgical text and highlighted the potential of autoethnography to produce critical knowledge by articulating lived experience, reading, and writing, while simultaneously legitimizing subjective experiences traditionally rendered invisible. | eng |
| dc.description.sponsorship | Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior - CAPES | pt_BR |
| dc.language | por | pt_BR |
| dc.subject | Leitura | por |
| dc.subject | Reação crítica dos leitores | por |
| dc.subject | Identidade (Psicologia) | por |
| dc.subject | Personagens literários | por |
| dc.subject | Autoetnografia | por |
| dc.subject | Diário de leitura | por |
| dc.subject | Identidades | por |
| dc.subject | Construção de personagem | por |
| dc.subject | Fala baixo, senão eu grito | por |
| dc.subject | Autoethnography | eng |
| dc.subject | Reading diary | eng |
| dc.subject | Identities | eng |
| dc.subject | Character construction | eng |
| dc.title | Autoetnografando a criação: uma leitura de Fala baixo, senão eu grito | pt_BR |
| dc.type | Dissertação | pt_BR |
| dc.contributor.advisor1 | Santos, Josalba Fabiana dos | - |
| dc.description.resumo | Abordo nessa dissertação a interseção entre autoetnografia, texto dramatúrgico e processos criativos, investigando como experiências subjetivas e acadêmicas produzem conhecimento. O tema central consistiu na leitura da obra Fala baixo, senão eu grito (1969), de Leilah Assumpção, articulada a um diário de leitura, que foi analisado com foco na relação entre leitor/a, texto e identidades. Como objetivo geral busquei compreender, através da pesquisa, como a experiência de leitura, atravessada pelas subjetividades, possibilita reflexões sobre identidade, criatividade e tensões sociais, problematizando a marginalização da literatura dramática no espaço acadêmico. Os objetivos específicos incluíram analisar a leitura como experiência performativa e investigativa, examinar o papel do diário de leitura como instrumento autoetnográfico e explorar a relação entre o feminino, a criatividade e a escrita, considerando deslocamentos identitários e reflexões éticas, epistemológicas e políticas, bem como desenvolver a compreensão das identidades presentes no diário de leitura como uma personagem construída ao longo do percurso. Adotei como metodologia a autoetnografia como abordagem qualitativa, conforme fundamentações teóricas de Carolyn Ellis (2004), Daniela Versiani (2005), Eline Marques dos Santos (2016), Josalba Fabiana dos Santos (2020; 2023; 2024) e Daniel Manzoni-de-Almeida (2021), utilizando a experiência pessoal como análise. O diário de leitura registrou impressões, reflexões e interpretações contínuas da obra de Assumpção, permitindo analisar as interseções entre experiência subjetiva e construção de sentido no texto. Os resultados mostraram que a prática autoetnográfica possibilitou compreender a leitura e o processo criativo como espaços nos quais identidades múltiplas, sobretudo as de mulher, atriz e criadora, se manifestam e se transformam, evidenciando também que tais identidades emergem no diário como uma personagem construída pelo próprio processo de leitura e escrita, analisada à luz de aportes teóricos do teatro, especialmente de Bertolt Brecht (1967) e Constantin Stanislavski (2001). A pesquisa reforçou a autonomia do texto dramatúrgico e evidenciou o potencial da autoetnografia em produzir conhecimento crítico, articulando vivência, leitura e escrita, ao mesmo tempo em que legitima experiências subjetivas tradicionalmente invisibilizadas. | pt_BR |
| dc.publisher.program | Pós-Graduação em Letras | pt_BR |
| dc.subject.cnpq | LINGUISTICA, LETRAS E ARTES::LETRAS | pt_BR |
| dc.publisher.initials | Universidade Federal de Sergipe (UFS) | pt_BR |
| dc.description.local | São Cristóvão | pt_BR |
| Aparece nas coleções: | Mestrado em Letras | |
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| Arquivo | Descrição | Tamanho | Formato | |
|---|---|---|---|---|
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