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dc.contributor.authorDuarte, Alessandro Lopes-
dc.date.accessioned2026-05-28T20:31:39Z-
dc.date.available2026-05-28T20:31:39Z-
dc.date.issued2026-
dc.identifier.citationDuarte, Alessandro Lopes. Como circula e quem assiste ao cinema de periferia? Uma análise a partir da Ponta de Anzol (MG) e da Produtora Tarrafa (PE). São Cristóvão, 2026. Monografia (graduação em Cinema e Audiovisual) – Departamento de Comunicação Social, Centro de Ciências Sociais Aplicadas, Universidade Federal de Sergipe, São Cristóvão, SE, 2026pt_BR
dc.identifier.urihttps://ri.ufs.br/jspui/handle/riufs/25038-
dc.description.abstractThis study examines film distribution within Peripheral Cinema in Brazil, aiming to understand the field’s mechanisms, technologies, constraints, and disputes. It is guided by the central question: who watches peripheral cinema, and under what circulation conditions does this viewing occur? The research adopts Talita Arruda’s methodological framework and her categories of distribution technologies (artistic, affective, and market-based), applying them to two case studies: the Ponta de Anzol collective/production company (Belo Horizonte, MG) and the Tarrafa production and distribution company (Recife, PE). The analysis is based on semi-structured interviews with Jacson Dias (producer and partner at Ponta de Anzol) and Anna Andrade (owner-partner at Tarrafa). The study stems from the author’s own concern as a peripheral filmmaker, noting that distribution is often treated as a “later” stage despite shaping reach, permanence, and impact. “Periphery” is discussed beyond urban territory, linking D’Andrea’s notion of the peripheral subject to networks, collectivity, and struggles for enunciation in the audiovisual field. Peripheral Cinema is thus understood not only by where films are made, but also by how they are made and, above all, how they circulate. The study concludes that distribution in Peripheral Cinema constitutes a hybrid domain—simultaneously aesthetic, relational, and economic—in which circulation becomes a dispute over structure, access, and recognition. While focused on two cases, the research identifies potentially replicable strategies and suggests future developments, such as mapping circulation trajectories and assessing the effects of recent public policies (LPG and PNAB) on audience formation and the sustainability of peripheral agents.eng
dc.languageporpt_BR
dc.subjectCinemapor
dc.subjectEnsino superior (UFS)por
dc.subjectCinema de periferiapor
dc.subjectDistribuição audiovisualpor
dc.subjectCinema brasileiropor
dc.subjectFormação de públicopor
dc.subjectTecnologias da distribuiçãopor
dc.subjectPeripheral cinemaeng
dc.subjectFilm distributioneng
dc.subjectBrazilian cinemaeng
dc.subjectAudience formationeng
dc.subjectDistribution technologieseng
dc.subjectPonta de Anzol (MG)por
dc.subjectProdutora Tarrafa (PE)por
dc.subjectAudiovisualpor
dc.titleComo circula e quem assiste ao cinema de periferia? Uma análise a partir da Ponta de Anzol (MG) e da Produtora Tarrafa (PE)pt_BR
dc.typeMonografiapt_BR
dc.contributor.advisor1Freitas, Kênia Cardoso Vilaça de-
dc.description.resumoEste trabalho investiga a distribuição dos filmes no campo do Cinema de Periferia, buscando compreender mecanismos, tecnologias, limites e disputas do campo. Parte-se da pergunta central: como circula e quem assiste ao cinema de periferia? Como eixo teórico, mobiliza-se a metodologia proposta pela pesquisadora Talita Arruda e suas categorias de tecnologias da distribuição (artísticas, afetivas e mercadológicas), aplicadas a dois estudos de caso: a produtora Ponta de Anzol (Belo Horizonte/MG) e a Produtora Tarrafa (Recife/PE) - por meio de entrevistas semi estruturadas com Jacson Dias (produtor e sócio da primeira) e com Anna Andrade, sócio proprietária da segunda. A pesquisa nasce de uma inquietação do autor, também realizador periférico, ao perceber que a distribuição é frequentemente tratada como etapa “posterior”, embora determine alcance, permanência e impacto. Discute-se “periferia” para além do território urbano, articulando a noção de sujeito periférico (D’Andrea 2020) a redes, coletividade e disputa por enunciação. Assim, o Cinema de Periferia é entendido não apenas pelo “onde se filma”, mas também por “como se filma” e, sobretudo, por “como se circula”. Conclui-se que a distribuição no Cinema de Periferia é um campo híbrido — estético, relacional e econômico — no qual circular é disputar estrutura, acesso e reconhecimento. Embora centrado em dois casos, o estudo aponta estratégias replicáveis e sugere desdobramentos futuros, como mapear trajetórias de circulação e analisar impactos de políticas públicas recentes (LPG e PNAB) na formação de público e na sustentabilidade de agentes periféricos.pt_BR
dc.publisher.departmentDCOS - Departamento de Comunicação Social – Cinema e Audiovisual – São Cristóvão – Presencialpt_BR
dc.subject.cnpqLINGUISTICA, LETRAS E ARTES::ARTES::CINEMApt_BR
dc.publisher.initialsUniversidade Federal de Sergipe (UFS)pt_BR
dc.description.localSão Cristóvão, SEpt_BR
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