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dc.contributor.authorSilva, Diego Augusto Santos-
dc.contributor.authorSilva, Roberto Jerônimo dos Santos-
dc.date.accessioned2026-07-06T18:37:17Z-
dc.date.available2026-07-06T18:37:17Z-
dc.date.issued2015-
dc.identifier.citationSILVA, D. A. S.; SILVA, R. J. S. Associação entre prática de atividade física com consumo de frutas, verduras e legumes em adolescentes do Nordeste do Brasil. Revista Paulista de Pediatria, São Paulo, v. 33, n. 2, p. 167–173, 2015. Disponível em: https://www.sciencedirect.com/science/article/pii/S0103058215000283?via%3Dihub. Acesso em: 7 maio 2026.pt_BR
dc.identifier.issn0103-0582-
dc.identifier.urihttps://ri.ufs.br/jspui/handle/riufs/25135-
dc.description.abstractObjective: To determine the association between low levels of physical activity and consumption of fruits and vegetables among adolescents. Methods: This cross-sectional study included 2,057 adolescents aged 13 to 18 years from the city of Aracaju, Northeastern Brazil. We analyzed the level of physical activity, consumption of fruits and vegetables by standardized and validated questionnaires. The control variables were sex, age, socioeconomic status, maternal education, alcohol consumption and smoking. For data analysis, univariate and multivariate logistic regression were used, with a significance level of 5%. Results: The prevalence of low levels of physical activity was 81.9%; the inadequate consumption of fruits ocurred in 79.1% and the inadequate consumption of vegetables in 90.6%. Adolescents who consumed few fruits daily had an increase in 40% of chance of being insufficiently active and, for those who consumed few vegetable,s the likelihood of being insufficiently active was 50% higher, compared to those who had adequate intake of these foods. Conclusions: Low levels of physical activity were associated with inadequate fruit and vegetable intake among adolescents in a city in northeastern Brazil. These findings suggest that insufficiently active adolescents have other unhealthy behaviors that may increase the risk of chronic diseases in adulthood.eng
dc.languageporpt_BR
dc.publisherSociedade de Pediatria de São Paulopt_BR
dc.relation.ispartofRevista Paulista de Pediatriapt_BR
dc.subjectAtividade motorapor
dc.subjectAptidão físicapor
dc.subjectSaúde do adolescentepor
dc.subjectConsumo alimentarpor
dc.subjectMotor activityeng
dc.subjectPhysical fitnesseng
dc.subjectAdolescent healtheng
dc.subjectFood consumptioneng
dc.titleAssociação entre prática de atividade física com consumo de frutas, verduras e legumes em adolescentes do Nordeste do Brasilpt_BR
dc.title.alternativeAssociation between physical activity level and consumption of fruit and vegetables among adolescents in northeast Brazileng
dc.typeArtigopt_BR
dc.identifier.licenseCreative Commons Atribuição-Não Comercial-Sem Derivações 4.0 Internacional (CC BY-NC-ND 4.0)pt_BR
dc.description.resumoObjetivo: Verificar se há associação entre baixos níveis de atividade física e consumo de frutas, verduras e legumes em adolescentes. Métodos: Estudo transversal, com 2.057 adolescentes na faixa de 13 a 18 anos, estudantes de escolas públicas de Aracaju (SE) e região metropolitana. Analisou-se o nível de atividade física e o consumo de frutas, verduras e legumes por meio de questionários padronizados e validados. As variáveis de controle foram: sexo, idade, nível econômico, escolaridade materna, consumo de álcool e tabagismo. Para a análise dos dados usou-se a regressão logística uni e multivariável, com nível de significância de 5%. Resultados: A prevalência de baixo nível de atividade física foi de 81,9%, a de consumo inadequado de frutas foi de 79,1% e a de consumo inadequado de verduras e legumes foi de 90,6%. Adolescentes que consumiam poucas porções de frutas no dia apresentaram 40% mais chances de ser pouco ativos fisicamente e aqueles que consumiam poucas porções de verduras e legumes apresentaram 50% mais chances de ser pouco ativos fisicamente, comparados aos que apresentavam consumo adequado. Conclusões: Baixos níveis de atividade física se associaram com o consumo inadequado de frutas, verduras e legumes em adolescentes de uma cidade do Nordeste do Brasil. Esses achados sugerem que adolescentes pouco ativos apresentam outros comportamentos não saudáveis que podem aumentar o risco na vida adulta de doenças crônicas não transmissíveispt_BR
dc.description.localSão Paulopt_BR
dc.identifier.doihttps://doi.org/10.1016/j.rpped.2014.09.003-
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