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Campo DCValorIdioma
dc.contributor.authorAndrade, Stephanie Macedo-
dc.contributor.authorTelino, Caio José Coutinho Leal-
dc.contributor.authorSousa, Antônio Carlos Sobral-
dc.contributor.authorMelo, Enaldo Vieira de-
dc.contributor.authorTeixeira, Carla Carolina Cardoso-
dc.contributor.authorTeixeira, Clarissa Karine Cardoso-
dc.contributor.authorSantana, Jaquiele Santos-
dc.contributor.authorMota, Igor Larchert-
dc.contributor.authorMatos, Carlos José Oliveira de-
dc.contributor.authorOliveira, Joselina Luzia Menezes-
dc.date.accessioned2026-07-06T19:02:55Z-
dc.date.available2026-07-06T19:02:55Z-
dc.date.issued2016-
dc.identifier.citationANDRADE, S. M. et al. Low prevalance of major events adverse to exercise stress echocardiography. Arquivos Brasileiros de Cardiologia, São Paulo, v. 107, n. 2, p. 116–123, 2016. Disponível em: https://www.scielo.br/j/abc/a/Hmhzjvnr4CFxFcdbjnbhxCg/?lang=en. Acesso em: 21 maio 2026.pt_BR
dc.identifier.issn1678-4170-
dc.identifier.urihttps://ri.ufs.br/jspui/handle/riufs/25166-
dc.description.abstractFundamento: A ecocardiografia sob estresse constitui metodologia validada para diagnóstico e estratificação de risco da doença arterial coronária. A ecocardiografia sob estresse físico (EEF) tem se destacado como a mais fisiológica dentre as modalidades de estresse, todavia sua segurança não está bem estabelecida. Objetivo: Estudar as complicações relacionadas à EEF e as variáveis clínicas e ecocardiográficas preditoras dessas ocorrências. Método: Estudo transversal composto por 10250 pacientes submetidos à EEF por conveniência, de janeiro de 2000 a junho de 2014. As arritmias cardíacas (AC) foram as complicações mais frequentemente encontradas durante o exame. Os voluntários foramdivididos em dois grupos, de acordo com a ocorrência de AC à EEF: grupo G1 - composto por pacientes que apresentaram AC e grupo G2 - formado por indivíduos que não exibiram tal complicação. Resultados: O grupo G1 com 2843 (27,7%) pacientes, e grupo G2 formado por 7407 (72,3%). Não foram registrados óbitos, infarto agudo do miocárdio, assistolia ou fibrilação ventricular. As extrassístoles supraventriculares (13,7%) e as ventriculares (11,5%) foram as AC predominantes. O grupo G1 apresentou idade média mais elevada, maior frequência de hipertensão arterial sistêmica e tabagismo, maiores dimensões da raiz da aorta e do átrio esquerdo (AE) e menor fração de ejeção do ventrículo esquerdo que o G2. O grupo G1 exibiu também, mais alterações isquêmicas (p < 0,001). As variáveis preditoras foram idade (RR 1,04; [IC] 95% 1,038 – 1,049) e AE (RR 1,64; [IC] 95% 1,448 – 1,872). Conclusão: A presente investigação demonstrou que a EEF é uma modalidade segura, ocorrendo apenas complicações não-fatais. Idade avançada e aumento da dimensão do AE são preditores da presença de arritmias cardíacas.por
dc.languageengpt_BR
dc.publisherSociedade Brasileira de Cardiologia - SBCpt_BR
dc.relation.ispartofArquivos Brasileiros de Cardiologiapt_BR
dc.subjectCoronary artery diseaseeng
dc.subjectExerciseeng
dc.subjectPhysiologyeng
dc.subjectExercise testeng
dc.subjectSafetyeng
dc.titleLow prevalance of major events adverse to exercise stress echocardiographypt_BR
dc.title.alternativeBaixa prevalência de eventos adversos naiores à ecocardiografia sob estresse físicopor
dc.typeArtigopt_BR
dc.identifier.licenseCreative Commons Atribuição 4.0 Internacional (CC BY 4.0)pt_BR
dc.description.resumoBackground: Stress echocardiography is well validated for diagnosis and risk stratification of coronary artery disease. Exercise stress echocardiography (ESE) has been shown to be the most physiological among the modalities of stress, but its safety is not well established. Objective: To study the complications related to ESE and clinical and echocardiographic variables most commonly associated with their occurrence. Methods: Cross-sectional study consisting of 10250 patients submitted to ESE for convenience, from January 2000 to June 2014. Cardiac Arrhythmias (CA) were the most frequent complications observed during the examination. The volunteers were divided into two groups according to the occurrence of CA during ESE: G1 group, composed of patients who have CA, and G2 formed by individuals who did not show such complication. Results: Group G1, consisting of 2843 patients (27.7%), and Group G2 consisting of 7407 patients (72.3%). There was no death, acute myocardial infarction, ventricular fibrillation or asystole. Predominant CAs were: supraventricular extrasystoles (13.7%), and ventricular extrasystoles (11.5%). G1 group had a higher mean age, higher frequency of hypertension and smoking, larger aortic roots and left atrium (LA) and lower ejection fraction than G2. G1 group also had more ischemic changes (p < 0.001). The predictor variables were age (RR 1.04; [CI] 95% from 1.038 to 1.049) and LA (RR 1.64; [CI] 95% from 1.448 to 1.872). Conclusion: ESE proved to be a safe modality of stress, with non-fatal complications only. Advanced age and enlargement of the left atrium are predictive of cardiac arrhythmias.pt_BR
dc.description.localSão Paulopt_BR
dc.identifier.doihttps://doi.org/10.5935/abc.20160096-
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