Use este identificador para citar ou linkar para este item: https://ri.ufs.br/jspui/handle/riufs/25206
Registro completo de metadados
Campo DCValorIdioma
dc.contributor.authorAlmeida, Fernando Ozorio de-
dc.contributor.authorRocha, Bruna-
dc.date.accessioned2026-07-06T19:13:54Z-
dc.date.available2026-07-06T19:13:54Z-
dc.date.issued2016-04-
dc.identifier.citationALMEIDA, F. O.; ROCHA, B. Uma tradução do clássico de DeBoer e Lathrap: “O fazer e o quebrar da cerâmica Shipibo-Conibo”. Boletim do Museu Paraense Emílio Goeldi - Ciências Humanas, Belém, v. 11, n. 1, p. 315–339, jan./abr. 2016. Disponível em: https://www.scielo.br/j/bgoeldi/a/FgYfZywpzqKHbVFp5XKX6cg/?lang=pt. Acesso em: 9 jun. 2026.pt_BR
dc.identifier.issn2178-2547-
dc.identifier.urihttps://ri.ufs.br/jspui/handle/riufs/25206-
dc.description.abstractDeBoer and Lathrap discuss the ceramic industry of the Shipibo-Conibo of eastern Peru, documenting the passage of objects from their context in a contemporary behavioral system to their incorporation into the archaeological record. They describe the procurement of raw materials, vessel manufacture, and distribution within households, the primary functions and the secondary uses of vessels, and the pattern of ceramic discard. While not primarily concerned with classification, the authors provide useful information about native taxonomy (particularly as it relates to vessel function), and about variations among potters. In focusing on variations in vessel use and longevity, and on the processes which transform ceramic objects into archaeological artifacts, the article contributes to a growing literature illuminating formation processes of the archaeological record, and has implications for the formulations of archaeological sampling design (introduction by Carol Kramer of the 1979 version).eng
dc.languageporpt_BR
dc.publisherMCTI/Museu Paraense Emílio Goeldipt_BR
dc.relation.ispartofBoletim do Museu Paraense Emílio Goeldi. Ciências Humanaspt_BR
dc.subjectCerâmica Shipibo-Conibopor
dc.subjectProcessos de formação do registro arqueológicopor
dc.subjectArqueologia comportamentalpor
dc.subjectShipibo-Conibo ceramicseng
dc.subjectFormation processes of the archaeological recordeng
dc.subjectBehavioral archaeologyeng
dc.titleUma tradução do clássico de DeBoer e Lathrap: “O fazer e o quebrar da cerâmica Shipibo-Conibo”pt_BR
dc.title.alternativeA translation of DeBoer and Lathrap’s classic “The making and breaking of Shipibo-Conibo ceramics”eng
dc.typeArtigopt_BR
dc.identifier.licenseCreative Commons Atribuição 4.0 Internacional (CC BY 4.0)pt_BR
dc.description.resumoDeBoer e Lathrap discutem a indústria cerâmica dos Shipibo-Conibo do leste peruano, documentando a passagem de objetos gerados pelo seu sistema comportamental atual até sua incorporação ao registro arqueológico. Descrevem a procura por matéria-prima, a manufatura das vasilhas e sua distribuição dentro das habitações, assim como as funções primárias e secundárias das vasilhas e os padrões de descarte da cerâmica. Embora a classificação cerâmica não seja o principal objetivo dos autores, o texto fornece informações úteis sobre a taxonomia dos Shipibo-Conibo (em especial quanto à sua função) e sobre as variações produzidas pelas diferentes oleiras. Ao focar nas variações de uso e na longevidade dos vasilhames, como nos processos que transformam objetos cerâmicos em artefatos arqueológicos, o artigo contribui para uma crescente literatura voltada a iluminar os processos de formação do registro arqueológico, que tem implicações sobre a formulação do planejamento de estratégias de amostragem na Arqueologia (texto introdutório de Carol Kramer para a versão publicada em 1979).pt_BR
dc.description.localBelémpt_BR
dc.identifier.doihttps://doi.org/10.1590/1981.81222016000100016-
Aparece nas coleções:DARQ - Artigos de periódicos

Arquivos associados a este item:
Arquivo Descrição TamanhoFormato 
TraducaoClassicoDeBoerLathrap.pdf3,4 MBAdobe PDFThumbnail
Visualizar/Abrir


Os itens no repositório estão protegidos por copyright, com todos os direitos reservados, salvo quando é indicado o contrário.