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Campo DCValorIdioma
dc.contributor.authorTrindade, Antônio Jairo Pimentel-
dc.date.accessioned2026-07-07T12:03:46Z-
dc.date.available2026-07-07T12:03:46Z-
dc.date.issued2026-02-20-
dc.identifier.citationTrindade, Antônio Jairo Pimentel. “O que nos torna irmãos?” Trajetória de luta coletiva do Assentamento Emília Maria, São Cristóvaõ - SE. São Cristóvão, 2026. Monografia (graduação em Engenharia Agronômica) – Departamento de Engenharia Agronômica, Centro de Ciências Agrárias Aplicadas, Universidade Federal de Sergipe, São Cristóvão, SE, 2026pt_BR
dc.identifier.urihttps://ri.ufs.br/jspui/handle/riufs/25277-
dc.languageporpt_BR
dc.subjectEngenharia agronômicapor
dc.subjectEnsino superior (UFS)por
dc.subjectMaterialismo histórico-dialéticopor
dc.subjectOcupação da terrapor
dc.subjectReforma agrária (Sergipe, SE)por
dc.subjectOrganização coletivapor
dc.subjectReprodução social no campopor
dc.subjectAssentamento Emília Maria (São Cristóvão, SE)por
dc.title“O que nos torna irmãos?” Trajetória de luta coletiva do Assentamento Emília Maria, São Cristóvaõ - SEpt_BR
dc.typeMonografiapt_BR
dc.contributor.advisor1Barrero, Flávio Marques Castanho-
dc.description.resumoEste Trabalho de Conclusão de Curso analisa a trajetória de formação e consolidação do Assentamento Emília Maria, localizado no município de São Cristóvão, Sergipe, com o objetivo de compreender como se constrói um sujeito coletivo identificado como “irmãos” a partir da luta pela terra e da organização do trabalho. Fundamenta-se no materialismo histórico-dialético e no debate sobre a questão agrária brasileira, abordando a função social da terra, a distinção entre ocupação e invasão e as contradições do desenvolvimento capitalista no campo. Adota abordagem qualitativa, com uso de observação participante, análise documental e metodologias participativas de reconstrução histórica, sistematizando a experiência do acampamento desde a ocupação da antiga Fazenda São José, em 2016, até a regularização fundiária em 2025. Os resultados evidenciam que a permanência das famílias no território decorre da organização coletiva diante da precariedade inicial, das crises hídricas e climáticas, da insegurança jurídica e dos impactos da pandemia de COVID-19, bem como da adoção de práticas agroecológicas, da realização de mutirões, da construção de redes de solidariedade e da articulação com políticas públicas. Demonstra que o trabalho compartilhado, a memória coletiva e a formação política fortalecem vínculos de pertencimento e consolidam práticas de autogestão. Conclui-se desse modo, que a condição de “irmãos” não emerge de laços meramente afetivos, mas de um processo histórico de luta, no qual a solidariedade material, a divisão coletiva do trabalho e a organização política constituem elementos centrais para a consolidação do assentamento e para a afirmação de um projeto coletivo de permanência no campo.pt_BR
dc.publisher.departmentDEA - Departamento de Engenharia Agronômica – São Cristóvão – Presencialpt_BR
dc.subject.cnpqCIENCIAS AGRARIAS::AGRONOMIApt_BR
dc.publisher.initialsUniversidade Federal de Sergipe (UFS)pt_BR
dc.description.localSão Cristóvão, SEpt_BR
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