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dc.contributor.authorSilva, Isabella Bino da-
dc.date.accessioned2026-07-07T13:50:33Z-
dc.date.available2026-07-07T13:50:33Z-
dc.date.issued2026-02-02-
dc.identifier.citationSILVA, Isabella Bino da. Explorando o trabalho nas Startups: o trabalhador multifuncional e o controle laboral nas startups de tecnologia. 2026. 118 f. Dissertação (Mestrado em Sociologia) — Universidade Federal de Sergipe, São Cristóvão, 2026.pt_BR
dc.identifier.urihttps://ri.ufs.br/jspui/handle/riufs/25296-
dc.description.abstractork in technology startups in Brazil is marked by a contradiction: the discourse of innovation and flexibility masks a structural labor precaritization. This dissertation sought to unravel these dynamics by confronting the entrepreneurial ideal with the materiality of labor relations. The study is justified by the need to provide visibility and attempt to build protections for workers in an exponentially growing sector. The methodology employed a qualitative exploratory approach, conducting interviews with 18 professionals (ranging from analysts to executives) across three Brazilian startups in different regions (Southeast, South, and Northeast). The empirical findings revealed a powerful cultural convergence, indicating that Silicon Valley ideology imposes a unified behavioral pattern (Startup Habitus). Among the key results, the discourse of "ownership" (Own It) and the demand for "proactivity" act as central ideological mechanisms to justify multifunctionality (the "do-it-all worker"). "Pejotização" (the hiring of employees as independent contractors/PJ) was confirmed as the pillar of precaritization and a form of contractual fraud, as it imposes typical employment subordination (schedules, supervision) without guaranteeing basic labor rights. Flexibility translates into total and unrestricted availability (24/7), with control being exercised subtly through constant evaluations and technological surveillance. The dissertation concludes that the startup worker, in seeking purpose and engagement, ironically becomes the primary agent in internalizing control and maintaining their own precarization.por
dc.description.sponsorshipCoordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior - CAPESpt_BR
dc.languageporpt_BR
dc.subjectSociologia do trabalhopor
dc.subjectEmprego precáriopor
dc.subjectSubjetividadepor
dc.subjectTrabalho - Análisepor
dc.subjectTrabalhadores - Efeitos das inovações tecnológicaspor
dc.subjectControle laboralpor
dc.subjectPejotizaçãopor
dc.subjectPrecarizaçãopor
dc.subjectSubjetividadepor
dc.subjectTrabalhopor
dc.subjectLabor controleng
dc.subjectPejotizationeng
dc.subjectPrecariousnesseng
dc.subjectSubjectivityeng
dc.subjectLaboreng
dc.titleExplorando o trabalho nas Startups: o trabalhador multifuncional e o controle laboral nas startups de tecnologiapt_BR
dc.typeDissertaçãopt_BR
dc.contributor.advisor1Barbosa, Ivan Fontes-
dc.description.resumoO trabalho nas startups de tecnologia no Brasil é marcado por uma contradição: o discurso de inovação e flexibilidade mascara uma precarização laboral estrutural. A presente dissertação buscou desvendar essas dinâmicas, confrontando o ideal empreendedor com a materialidade das relações laborais. O trabalho se justifica pela necessidade de dar visibilidade e tentar construir a proteção aos trabalhadores de um setor de crescimento exponencial. A metodologia utilizou entrevistas com 18 profissionais (analistas a executivos) de três startups brasileiras em diferentes regiões (Sudeste, Sul e Nordeste), em uma abordagem qualitativa exploratória. Os achados empíricos revelaram uma poderosa convergência cultural, indicando que a ideologia do Vale do Silício impõe um padrão unificado de comportamento (Habitus Startup). Entre os principais resultados, o discurso do "espírito de dono" (Own It) e a exigência de "proatividade" atuam como mecanismos ideológicos centrais para justificar a multifuncionalidade (o "trabalhador faz-tudo"). A pejotização (PJ) foi confirmada como o pilar da precarização e uma fraude contratual , pois impõe a subordinação típica da CLT (horários, supervisão) sem garantir os direitos trabalhistas básicos. A flexibilidade se reverte em disponibilidade total e irrestrita (24/7), com o controle sendo exercido de forma sutil, por meio de avaliações constantes e da vigilância tecnológica. A dissertação conclui que o trabalhador de startup, ao buscar propósito e engajamento, ironicamente se torna o principal agente da interiorização do controle e da manutenção de sua própria precarização.pt_BR
dc.publisher.programPós-Graduação em Sociologiapt_BR
dc.subject.cnpqCIENCIAS HUMANAS::SOCIOLOGIApt_BR
dc.publisher.initialsUniversidade Federal de Sergipe (UFS)pt_BR
dc.description.localSão Cristóvãopt_BR
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