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dc.contributor.authorAndrade, Thiago Santos-
dc.date.accessioned2026-07-09T13:37:03Z-
dc.date.available2026-07-09T13:37:03Z-
dc.date.issued2026-02-11-
dc.identifier.citationAndrade, Thiago Santos. Bactérias promotoras de crescimento vegetal (BPCV) na aclimatação de mudas de Aloe vera propagadas in vitro. São Cristóvão, 2026. Monografia (graduação em Engenharia Agronômica) – Departamento de Engenharia Agronômica, Centro de Ciências Agrárias Aplicadas, Universidade Federal de Sergipe, São Cristóvão, SE, 2026pt_BR
dc.identifier.urihttps://ri.ufs.br/jspui/handle/riufs/25373-
dc.languageporpt_BR
dc.subjectEngenharia agronômicapor
dc.subjectEnsino superior (UFS)por
dc.subjectMicropropagaçãopor
dc.subjectAclimatação (Fitoterapia)por
dc.subjectFitormôniospor
dc.subjectAloe verapor
dc.subjectPlantas (Mudas)por
dc.subjectBactérias promotoras de crescimento vegetal (BPCV)por
dc.subjectRizobactériaspor
dc.subjectBactérias benéficaspor
dc.subjectRhizobiumpor
dc.subjectAzospirillumpor
dc.subjectPseudomonaspor
dc.subjectBacilluspor
dc.titleBactérias promotoras de crescimento vegetal (BPCV) na aclimatação de mudas de Aloe vera propagadas in vitropt_BR
dc.typeMonografiapt_BR
dc.contributor.advisor1Vieira, Wallison Oliveira-
dc.description.resumoBactérias promotoras de crescimento vegetal (BPCV), como Rhizobium, Azospirillum, Pseudomonas e Bacillus, são empregadas no cultivo de plantas para potencializar seu desenvolvimento e qualidade, por meio da produção de fitormônios (auxinas, citocininas, giberelinas), solubilização de nutrientes (fósforo, nitrogênio), fixação biológica de nitrogênio e controle de fitopatógenos. Na propagação in vitro, as BPCV podem reduzir o estresse oxidativo, diminuir a necessidade de reguladores de crescimento sintéticos e promover maior sustentabilidade ao processo. Este estudo teve como objetivo avaliar a eficiência de bactérias promotoras de crescimento vegetal durante o processo de aclimatação de mudas de Aloe vera propagadas in vitro. O experimento foi conduzido em delineamento inteiramente casualizado, com 11 tratamentos, incluindo controle, Bacillus subtilis, Bacillus amyloliquefaciens e oito bioprospectos bacterianos, com dez repetições por tratamento. A inoculação foi realizada diretamente no substrato, e as avaliações ocorreram aos 8, 16, 25 e 32 dias após a aplicação, considerando parâmetros morfológicos como altura da planta, comprimento e largura foliar, além do número de folhas. Os resultados indicaram que os tratamentos não influenciaram significativamente a altura das plantas e o comprimento das folhas. Entretanto, observou-se efeito significativo das BPCV sobre a largura foliar e o número de folhas, com destaque para B. subtilis, que promoveu maior largura das folhas, e para os bioprospectos FBV15, FBW18, FBV8 e FBW10, que proporcionaram maior emissão foliar. Dessa forma, conclui-se que a utilização de BPCV apresenta potencial para melhorar características morfológicas específicas de mudas de Aloe vera durante a aclimatação, podendo contribuir para a produção de mudas de maior qualidade, conforme o objetivo agronômico desejado.pt_BR
dc.publisher.departmentDEA - Departamento de Engenharia Agronômica – São Cristóvão – Presencialpt_BR
dc.subject.cnpqCIENCIAS AGRARIAS::AGRONOMIA::FITOTECNIApt_BR
dc.publisher.initialsUniversidade Federal de Sergipe (UFS)pt_BR
dc.description.localSão Cristóvão, SEpt_BR
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