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dc.contributor.authorNascimento, Joemilly Nunes do-
dc.date.accessioned2026-07-09T17:51:25Z-
dc.date.available2026-07-09T17:51:25Z-
dc.date.issued2021-08-31-
dc.identifier.citationNASCIMENTO, Joemilly Nunes do. Conflitualidade da subjetividade marisqueira: um território de contradições. 2021. 49 f. Dissertação (Mestrado em Psicologia) — Universidade Federal de Sergipe, São Cristóvão, 2021.pt_BR
dc.identifier.urihttps://ri.ufs.br/jspui/handle/riufs/25438-
dc.description.sponsorshipCoordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior - CAPESpt_BR
dc.languageporpt_BR
dc.subjectPsicologiapor
dc.subjectMovimentos sociaispor
dc.subjectMulherespor
dc.subjectPescadoraspor
dc.subjectSubjetividadepor
dc.subjectMarisqueiraspor
dc.subjectSubjetivaçãopor
dc.subjectConflitualidadepor
dc.subjectPolítico clínicapor
dc.titleConflitualidade da subjetividade marisqueira: um território de contradiçõespt_BR
dc.typeDissertaçãopt_BR
dc.contributor.advisor1Vasconcelos, Michele de Freitas Faria de-
dc.description.resumoEsta pesquisa organiza-se como montagem de um território de contradições, que não pretende apontar incoerências, mas colocar em palco o forro e o avesso, as várias camadas, a não congruência que habita as experiências; as contradições como paisagens por onde a vida caminha, como observamos ao acompanhar os processos de constituição da subjetividade marisqueira e sua conflitualidade. A partir de um percurso ligado ao Projeto de Fortalecimento Sociopolítico das Marisqueiras, a instalação teórico-metodológica desse território-pesquisa cartográfica parte das ações do Programa de Educação Ambiental com Comunidades Costeiras (PEAC/UFS) para licenciamento ambiental na costa Sergipe/Bahia, onde pude estar junto ao Movimento das Marisqueiras de Sergipe (MMS) junto à equipe de assessoria que desenvolve o projeto com essas mulheres. Buscamos aqui contar desta caminhada e seus acontecimentos junto a mulheres que lutam por seus territórios, por direitos e, sobretudo, por existir e realizar sua potência. Trouxemos histórias, relatos transcritos, memórias, diálogos e questionamentos para pensarmos esse processo de fazer pesquisa acompanhando um movimento de mulheres e o movimento dessas e com essas mulheres. Entendemos que as contradições são aspectos fundamentais da subjetivação e nos valemos da indissociabilidade entre política e clínica como guia para fazer tal acompanhamento. “Queremos uma clínica popular que chegue lá no sertão onde estou com minha enxada”. Tendo em vista os conflitos que enfrentam e os pedidos por espaços de escuta e acolhimento qualificados e acessíveis, essa fala expressa o endereçamento dessa dissertação: pensar uma política da clínica, tramá-la com sonhos enxada. Tal pedido foi aparecendo no seio de um processo de organização de mulheres; uma clínica como possível intercessor no processo de mudanças nas políticas relacionais, singularização e ampliação de territórios existenciais na direção de espreitar uma comunidade que vem.pt_BR
dc.publisher.programPós-Graduação em Psicologiapt_BR
dc.subject.cnpqCIENCIAS HUMANAS::PSICOLOGIApt_BR
dc.publisher.initialsUniversidade Federal de Sergipe (UFS)pt_BR
dc.description.localSão Cristóvãopt_BR
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