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dc.contributor.authorSantos, Luan Felipe Silva dos-
dc.date.accessioned2026-07-09T18:57:11Z-
dc.date.available2026-07-09T18:57:11Z-
dc.date.issued2026-03-05-
dc.identifier.citationSANTOS, Luan Felipe Silva dos. Memoração e negritude LGBTQIAPN+: o FASC como objeto de representação e precepção digital da cultura afrosergipana (2017-2025). 2026. 171 f. Dissertação (Mestrado em História) — Universidade Federal de Sergipe, São Cristóvão, 2026.pt_BR
dc.identifier.urihttps://ri.ufs.br/jspui/handle/riufs/25480-
dc.description.abstractThis study aims to understand the construction and perpetuation of the social imaginary, memory, and cultural identity of the Black LGBTQIAP+ community in Sergipe, with a focus on the Festival of Arts of São Cristóvão (FASC). The research analyzes how the festival, created in 1972, has served as a space of cultural resistance and affirmation of Afro-Sergipano identity, particularly between 2017 and 2025. By examining posts and interactions on FASC’s official social media platforms, as well as the cultural practices presented during the event, the study identifies representations of Black culture and the dialogues between local and national narratives. The methodology combines netnography (Kozinets, 2015) and content analysis of the festival’s social media, along with related academic texts. The dissertation engages with the concepts of memory (Adichie, 2008, 2017, 2019), social representations (Moscovici, 2003), and decoloniality (Quijano, 2005; Mignolo, 2011), in addition to key authors such as Carneiro (2003), Hall (2003), Ribeiro (2017), Almeida (2019), and Pinheiro (2023), to analyze how the festival has positioned itself as a space of visibility for Afro-Brazilian culture, while simultaneously confronting challenges related to the exoticization and stereotyping of AfroSergipano cultural practices. The findings indicate that, despite significant achievements, FASC still faces issues of exclusion and invisibility in curatorial processes concerning the records of the Black LGBTQIAP+ community. The analysis also reveals how cultural resistance is articulated through performances, narratives, and the appropriation of Afro-Brazilian memories, which are re-signified in digital interactions and organizational practices. Thus, the dissertation contributes to understanding the role of FASC in the construction of memory, identity, and Black cultural resistance in Sergipe, while also fostering a critical reflection on the contradictions within the state’s cultural landscape.eng
dc.description.sponsorshipCoordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior - CAPESpt_BR
dc.languageporpt_BR
dc.subjectEnsino de História em Sergipepor
dc.subjectFestival de Arte de São Cristóvão (FASC)por
dc.subjectSergipe, Brasilpor
dc.subjectIdentidade socialpor
dc.subjectCultura afro-brasileirapor
dc.subjectMemóriapor
dc.subjectCultura afro-sergipanapor
dc.subjectNegritudepor
dc.subjectRepresentação digitalpor
dc.subjectDecolonialidadepor
dc.subjectAfro-sergipano cultureeng
dc.subjectMemoryeng
dc.subjectBlacknesseng
dc.subjectDigital representationeng
dc.subjectDecolonialityeng
dc.titleMemoração e negritude LGBTQIAPN+: o FASC como objeto de representação e precepção digital da cultura afrosergipana (2017-2025)pt_BR
dc.typeDissertaçãopt_BR
dc.contributor.advisor1Mello, Janaina Cardoso de-
dc.description.resumoEste trabalho tem como objetivo compreender a construção e a perpetuação do imaginário social, da memória e da identidade cultural da comunidade negra LGBTQIAP+ sergipana, com foco no Festival de Artes de São Cristóvão (FASC). A pesquisa analisa como o festival, criado em 1972, tem sido um espaço de resistência cultural e afirmação da identidade afro-sergipana, especialmente entre 2017 e 2025. A investigação de postagens e interações nas redes sociais oficiais do FASC e das práticas culturais apresentadas durante o evento, permitem identificar as representações da cultura negra e os diálogos entre as narrativas locais e nacionais. A pesquisa utiliza a netnografia (Kozinets, 2015) e a análise de conteúdo das redes sociais do festival, como o facebook e instagram, e textos acadêmicos correlatos. A dissertação dialoga com os conceitos de memória (Adichie, 2008, 2017, 2019), representações sociais (Moscovici, 2003) e decolonialidade (Quijano, 2005; Mignolo, 2011), além de autores fundamentais como Carneiro (2003), Hall (2003), Ribeiro (2017), Almeida (2019), Pinheiro (2023) para analisar como o festival tem se posicionado como espaço de visibilidade para a cultura afro-brasileira, ao mesmo tempo em que enfrenta desafios relacionados à exotização e estereotipação das práticas culturais afro-sergipanas. Ao longo da pesquisa, constata-se que, apesar das conquistas, o FASC ainda enfrenta questões de exclusão e invisibilidade nos processos curatoriais de registros da comunidade negra LGBTQIAP+. A análise também revela como a resistência cultural se articula por meio das performances, das narrativas e da apropriação das memórias afro-brasileiras, sendo ressignificada nas interações digitais e nas práticas organizacionais. Dessa forma, a dissertação contribui para a compreensão do papel do FASC na construção de memória, identidade e resistência cultural negra em Sergipe, ao mesmo tempo em que permite uma reflexão crítica sobre as contradições no cenário cultural do estado.pt_BR
dc.publisher.programPós-Graduação em Históriapt_BR
dc.subject.cnpqCIENCIAS HUMANAS::HISTORIApt_BR
dc.publisher.initialsUniversidade Federal de Sergipe (UFS)pt_BR
dc.description.localSão Cristóvãopt_BR
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