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dc.contributor.authorSantos, Gabriele de Matos-
dc.contributor.authorSantos, Karla Eloysa dos-
dc.date.accessioned2026-07-21T11:21:23Z-
dc.date.available2026-07-21T11:21:23Z-
dc.date.issued2025-01-31-
dc.identifier.citationSANTOS, Gabriele de Matos; SANTOS, Karla Eloysa dos. Obstáculos e perspectivas para implementação do aleitamento materno exclusivo: uma revisão integrativa. 2025. Monografia (Graduação em Enfermagem) - Departamento de Enfermagem, Universidade Federal de Sergipe, Lagarto, 2025.pt_BR
dc.identifier.urihttps://ri.ufs.br/jspui/handle/riufs/25610-
dc.description.abstractIntroduction: Exclusive breastfeeding (EBF) should be offered as the sole source of nutrition for newborns from birth to six months of age. However, despite its numerous benefits, many mothers face challenges in maintaining EBF, which can affect the initiation, continuity, and duration of breastfeeding practices. Objectives: To describe the main obstacles and perspectives regarding the implementation of exclusive breastfeeding. Materials and Methods: This is an integrative review based on the international guideline Preferred Reporting Items for Systematic reviews and Meta Analyses extension for Scoping Reviews (PRISMA-ScR) and the methodology proposed by the Joanna Briggs Institute (JBI). Searches were conducted in the BDENF and PubMed databases. A total of 110 full-text studies, freely available between 2018 and 2023, were selected in Portuguese, English, and Spanish. Results: The findings highlighted key challenges faced by postpartum women, including breast complications, difficulties with latching and positioning, and a lack of breastfeeding knowledge, among others. Nurses' primary interventions have focused on educational actions, with their main difficulties being workload, understaffed teams, and time constraints, as reported by several studies. Conclusion: This study emphasizes that, despite the benefits of EBF, cultural, social, and structural barriers—especially the lack of support for mothers during this process—hinder its continuation. Work overload and inadequate professional training are also significant challenges. Therefore, public policies and educational approaches are essential to promote EBF.eng
dc.languageporpt_BR
dc.subjectAleitamento maternopor
dc.subjectProfissionais de enfermagempor
dc.subjectCuidado pré-natalpor
dc.subjectBreast feedingeng
dc.subjectNurse practitionerseng
dc.subjectPrenatal careeng
dc.titleObstáculos e perspectivas para implementação do aleitamento materno exclusivo: uma revisão integrativapt_BR
dc.typeMonografiapt_BR
dc.contributor.advisor1Oliveira, Jussiely Cunha-
dc.description.resumoIntrodução: O aleitamento materno exclusivo (AME) deve ser ofertado como única fonte alimentar aos recém-nascidos desde o nascimento até os 6 meses de vida. No entanto, apesar dos inúmeros benefícios, muitas mães enfrentam dificuldades para manter o AME que podem influenciar no início, manutenção e duração da prática de amamentação. Objetivos: Descrever os principais obstáculos e perspectivas para a implementação do aleitamento materno exclusivo. Materiais e Métodos: Trata-se de uma revisão integrativa que foi realizada a partir do guia internacional Preferred Reporting Items for Systematic reviews and Meta-Analyses extension for Scoping Reviews (PRISMA-ScR) e no método proposto pelo Joanna Briggs Institute (JBI). Foram realizadas as buscas nas bases de dados: BDENF e PubMed. Foram selecionados 110 estudos disponíveis na íntegra com texto completo e gratuito no período entre 2018 a 2023, nos idiomas português, inglês e espanhol. Resultados: Os principais desafios enfrentados pelas puérperas, como as complicações mamárias, dificuldades com a pega e posicionamento, falta de conhecimento sobre a amamentação, entre outros. As principais intervenções dos enfermeiros têm sido centradas em ações educativas e suas dificuldades destacam-se a sobrecarga de trabalho, equipes insuficientes e falta de tempo, conforme apontado por diversos estudos. Conclusão: O presente estudo traz que, apesar dos benefícios do AME, barreiras culturais, sociais e estruturais, com destaque para a falta de apoio para as mães nesse processo, dificultam sua continuidade. A sobrecarga de trabalho e a falta de preparo profissional também são desafios. Assim, políticas públicas e abordagens educativas são essenciais para promover o AME.pt_BR
dc.publisher.departmentDENL - Departamento de Enfermagem - Lagarto - Presencialpt_BR
dc.subject.cnpqCIENCIAS DA SAUDE::ENFERMAGEMpt_BR
dc.publisher.initialsUniversidade Federal de Sergipept_BR
dc.description.localLagarto, SEpt_BR
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