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dc.contributor.authorMacêdo, Aynoa Cristianne Lima-
dc.date.accessioned2026-07-28T11:34:22Z-
dc.date.available2026-07-28T11:34:22Z-
dc.date.issued2025-12-02-
dc.identifier.citationMACÊDO, Aynoa Cristianne Lima. Fatores associados à interrupção do aleitamento humano exclusivo antes do 2º mês de vida. 2025. Monografia (Graduação em Medicina) - Departamento de Medicina, Universidade Federal de Sergipe, Lagarto, 2025.pt_BR
dc.identifier.urihttps://ri.ufs.br/jspui/handle/riufs/25683-
dc.languageporpt_BR
dc.subjectAleitamento Maternopor
dc.subjectDesmamepor
dc.subjectSaúde da Criançapor
dc.subjectFatores de Riscopor
dc.subjectAtenção Primária à Saúdepor
dc.subjectBreast Feedingeng
dc.subjectWeaningeng
dc.subjectChild Healtheng
dc.subjectRisk Factorseng
dc.subjectPrimary Health Careeng
dc.titleFatores associados à interrupção do aleitamento humano exclusivo antes do 2º mês de vidapt_BR
dc.typeMonografiapt_BR
dc.contributor.advisor1Andrade, Alexandre Machado de-
dc.description.resumoINTRODUÇÃO: O aleitamento materno exclusivo (AME) até os seis meses de vida é fundamental para o desenvolvimento infantil e para a saúde materna, porém sua manutenção ainda enfrenta obstáculos de ordem individual, socioeconômica e assistencial. OBJETIVO: Este estudo teve como objetivo analisar os fatores associados à interrupção do AME antes do segundo mês de vida em lactentes do município de Lagarto/SE. MÉTODOS: Realizou-se um estudo observacional, transversal, com 100 lactantes atendidas em uma Unidade Básica de Saúde e em um Banco de Leite, por meio de questionário validado. As variáveis incluíram características sociodemográficas, condições gestacionais e de parto, experiências iniciais de amamentação, apoio familiar e técnico-profissional. RESULTADOS: A prevalência de AME foi de 92%, 40% acima da média nacional. Entre as nutrizes que interromperam a prática, destacaram-se como fatores associados: primiparidade (50%), parto cesáreo (50%), demora na descida do leite (50%), dor nas mamas (87,5%), fissuras mamilares (62,5%), ingurgitamento (50%), além do uso de chupeta (87,5%). Apesar disso, a maioria das entrevistadas relatou receber apoio técnico durante pré-natal (85%), na maternidade (93%) e em consultas do bebê (87%), embora as visitas domiciliares tenham se mostrado menos frequentes (66%). Observou-se ainda influência de fatores socioeconômicos, como baixa renda familiar e dependência de auxílios governamentais, associados ao desmame precoce. CONCLUSÃO: Embora os índices locais de AME superem a média nacional, a interrupção precoce ainda ocorre em função de fatores individuais, socioeconômicos e relacionados à assistência em saúde. A primiparidade, o parto cesáreo, as intercorrências iniciais na lactação e o uso de bicos artificiais se destacaram como determinantes para o desmame antes do segundo mês. Os achados reforçam a importância da capacitação dos profissionais de saúde, da ampliação do apoio técnico e da valorização da rede de apoio familiar, como estratégias essenciais para promover o AME e reduzir a introdução precoce de alimentos.pt_BR
dc.publisher.departmentDMEL - Departamento de Medicina Lagarto – Lagarto - Presencialpt_BR
dc.subject.cnpqCIENCIAS DA SAUDE::MEDICINApt_BR
dc.publisher.initialsUniversidade Federal de Sergipept_BR
dc.description.localLagarto, SEpt_BR
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