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dc.contributor.authorAlves, Maria Layane de Jesus-
dc.contributor.authorSá, Mariana Vieira de-
dc.date.accessioned2026-07-31T11:18:54Z-
dc.date.available2026-07-31T11:18:54Z-
dc.date.issued2026-01-29-
dc.identifier.citationALVES, Maria Layane de Jesus; SÁ, Mariana Vieira de. Incontinência urinária feminina no contexto da Atenção Primária à Saúde: mapeamento dos sintomas, impactos na qualidade de vida e acesso ao tratamento fisioterapêutico. 2026. Monografia (Graduação em Fisioterapia) - Departamento de Fisioterapia, Universidade Federal de Sergipe, Lagarto, 2026.pt_BR
dc.identifier.urihttps://ri.ufs.br/jspui/handle/riufs/25714-
dc.description.abstractINTRODUCTION: Female urinary incontinence (UI) is a prevalent condition that negatively impacts women’s quality of life, especially in contexts of socioeconomic vulnerability. Primary Health Care (PHC) has great potential for the management of this dysfunction, with Physiotherapy recognized as the first-line treatment. However, UI remains underreported, frequently normalized, and occurs in a context of persistent barriers to accessing treatment services. OBJECTIVES: To investigate the prevalence of urinary incontinence symptoms, their impact on quality of life, and access to physiotherapeutic treatment among women living in the catchment area of a Primary Health Care Unit in the municipality of Lagarto, Sergipe, Brazil. METHOD: This is a cross-sectional observational study with a quantitative and descriptive approach, conducted with 31 women assisted by a Family Health Clinic, after excluding those with cognitive impairment using the Mini-Cog. Data were collected through a structured questionnaire, the International Consultation on Incontinence Questionnaire – Short Form (ICIQ-SF), and the King’s Health Questionnaire (KHQ), followed by descriptive statistical analysis using absolute and relative frequencies for categorical variables and means for numerical variables. RESULTS: A prevalence of UI of 21.4% was identified among the evaluated women. There was a predominance of low educational level (83.9% with incomplete elementary education) and low income (54.8% earning less than 1.5 minimum wages). A high frequency of associated risk factors was observed, such as smoking (16.1%), multiple vaginal deliveries (mean of 3.8), and the presence of chronic diseases (96.8%), with systemic arterial hypertension standing out (77.4%). Only 38.7% of the participants reported the condition to health professionals; among these, only 15.4% received guidance on pelvic floor exercises and only 3.2% underwent physiotherapeutic treatment, while 12.9% resorted to surgical intervention. The mean ICIQ-SF score was 10.9. Symptoms such as urinary leakage when coughing (74.1%) or before reaching the bathroom (80.6%) were frequently minimized, with 41.9% of women classifying the impact on daily life as “a little.” CONCLUSION: Urinary incontinence was shown to be frequent, underreported, and often normalized among the evaluated women, being associated with socioeconomic and clinical factors that hinder access to appropriate treatment within PHC. The need to intensify health education actions and multiprofessional training is evident, aiming at early detection, timely referral to Physiotherapy, and expansion of access to this treatment, which may reduce avoidable surgical interventions and promote significant improvement in women’s quality of life.eng
dc.languageporpt_BR
dc.subjectIncontinência urináriapor
dc.subjectAtenção Primária à Saúdepor
dc.subjectFisioterapiapor
dc.subjectSaúde da mulherpor
dc.subjectAcessibilidade aos serviços de saúdepor
dc.subjectUrinary incontinenceeng
dc.subjectPrimary Health Careeng
dc.subjectPhysiotherapyeng
dc.subjectWomen's healtheng
dc.subjectHealth services accessibilityeng
dc.titleIncontinência urinária feminina no contexto da Atenção Primária à Saúde: mapeamento dos sintomas, impactos na qualidade de vida e acesso ao tratamento fisioterapêuticopt_BR
dc.typeMonografiapt_BR
dc.contributor.advisor1Barbosa, Guilherme Rodrigues-
dc.description.resumoINTRODUÇÃO: A incontinência urinária (IU) feminina é uma condição prevalente que impacta negativamente a qualidade de vida das mulheres, especialmente em contextos de vulnerabilidade socioeconômica. A Atenção Primária à Saúde (APS) apresenta grande potencial para o manejo dessa disfunção, sendo a Fisioterapia reconhecida como tratamento de primeira linha. Contudo, a IU ainda é subnotificada, frequentemente naturalizada e encontrada em um cenário de persistentes barreiras de acesso aos serviços de tratamento da condição. OBJETIVOS: Investigar a prevalência de sintomas de incontinência urinária, seus impactos na qualidade de vida e o acesso ao tratamento fisioterapêutico entre mulheres residentes na área de abrangência de uma Unidade Básica de Saúde do município de Lagarto/Sergipe. MÉTODO: Trata-se de um estudo observacional transversal, de abordagem quantitativa e descritiva, realizado com 31 mulheres que são assistidas por uma Clínica de Saúde da Família, após exclusão daquelas que apresentavam déficit cognitivo por meio do Mini-Cog. A coleta de dados foi realizada por meio de questionário estruturado, do International Consultation on Incontinence Questionnaire – Short Form (ICIQ-SF) e do King’s Health Questionnaire (KHQ), com posterior análise estatística descritiva, utilizando frequências absolutas e relativas para variáveis categóricas e médias para variáveis numéricas. RESULTADOS: Detectou-se prevalência de IU em 21,4% das mulheres avaliadas. Observou-se predominância de baixa escolaridade (83,9% com ensino fundamental incompleto) e baixa renda (54,8% com menos de 1,5 salário mínimo). Houve elevada frequência de fatores de risco associados, como tabagismo (16,1%), múltiplos partos vaginais (média de 3,8) e presença de doenças crônicas (96,8%), destacando-se a hipertensão arterial sistêmica (77,4%). Apenas 38,7% das participantes relataram a condição a profissionais de saúde; dentre essas, somente 15,4% receberam orientação sobre exercícios para o assoalho pélvico e apenas 3,2% realizaram tratamento fisioterapêutico, enquanto 12,9% recorreram à intervenção cirúrgica. A média do escore do ICIQ-SF foi de 10,9. Sintomas como perda urinária ao tossir (74,1%) ou antes de chegar ao banheiro (80,6%) foram frequentemente minimizados, com 41,9% das mulheres classificando o impacto na vida diária como “um pouco”. CONCLUSÃO: A incontinência urinária mostrou-se frequente, subnotificada e frequentemente normalizada entre as mulheres avaliadas, associando-se a fatores socioeconômicos e clínicos que dificultam o acesso ao tratamento adequado na APS. Evidencia-se a necessidade de intensificar ações de educação em saúde e capacitação multiprofissional, visando a detecção precoce, ao encaminhamento oportuno para a Fisioterapia e à ampliação do acesso a esse tratamento, o que pode reduzir intervenções cirúrgicas evitáveis e promover melhora significativa da qualidade de vida das mulheres.pt_BR
dc.publisher.departmentDFTL - Departamento de Fisioterapia Lagarto – Lagarto - Presencialpt_BR
dc.subject.cnpqCIENCIAS DA SAUDE::FISIOTERAPIA E TERAPIA OCUPACIONALpt_BR
dc.publisher.initialsUniversidade Federal de Sergipept_BR
dc.contributor.advisor-co1Santos, Isabela Azevedo Freire-
dc.description.localLagarto, SEpt_BR
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