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Campo DCValorIdioma
dc.contributor.authorOliveira, Emanuella da Costa-
dc.date.accessioned2026-07-31T15:13:58Z-
dc.date.available2026-07-31T15:13:58Z-
dc.date.issued2026-02-26-
dc.identifier.citationOLIVEIRA, Emanuella da Costa. Paisagens vivas do Médio Rio Solimões: arqueobotânica e diálogo sobre o turismo na comunidade ribeirinha Tauary, Tefé, Amazonas. 2026. 228 f. Dissertação (Mestrado em Arqueologia) - Campus de Laranjeiras, Universidade Federal de Sergipe, Laranjeiras, 2026.pt_BR
dc.identifier.urihttps://ri.ufs.br/jspui/handle/riufs/25733-
dc.description.sponsorshipCoordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior - CAPESpt_BR
dc.languageporpt_BR
dc.subjectArqueologiapor
dc.subjectArqueologia da paisagempor
dc.subjectTurismopor
dc.subjectBotânicapor
dc.subjectInterpretação do patrimônio natural e culturalpor
dc.titlePaisagens vivas do Médio Rio Solimões: arqueobotânica e diálogo sobre o turismo na comunidade ribeirinha Tauary, Tefé, Amazonaspt_BR
dc.typeDissertaçãopt_BR
dc.contributor.advisor1Aguiar, Fernando José Ferreira-
dc.description.resumoEsta dissertação investiga a história vegetal de longa duração da comunidade ribeirinha de Tauary, localizada no município de Tefé, Amazonas, articulando arqueobotânica à arqueologia da paisagem e ao turismo de base comunitária (TBC). A pesquisa surge em diálogo com o interesse manifestado pela própria comunidade em conhecer a história de seu território, bem como em refletir sobre possíveis formas de aplicação social do conhecimento arqueológico. Tauary integra, junto a outras comunidades ribeirinhas, o Projeto de Turismo de Base Comunitária da Floresta Nacional de Tefé (FLONA-Tefé), =desenvolvido como uma alternativa econômica complementar às práticas produtivas locais, especialmente a agricultura de coivara. Com base na análise de macrovestígios arqueobotânicos e na realização de entrevistas com moradores e moradoras da comunidade, o trabalho buscou compreender as relações históricas entre pessoas, plantas e paisagem, articulando dados arqueológicos e saberes locais ao TBC. Essa abordagem permitiu identificar espécies como castanha da Amazônia (Bertholletia excelsa), piquiá (Caryocar cf. villosum), buriti (Mauritia cf. flexuosa), bacaba (O. cf. bacaba), patauá (O. cf. bataua), dentre outros, e discutir a construção de uma história vegetal ao longo do tempo, evidenciando continuidades, transformações e práticas demanejo da paisagem. Os dados indicam que essas relações perduram desde as ocupações mais antigas associadas à Fase FLONA (cerca de 2.335 AP), passando pela Tradição Policroma da Amazônia, datada entre 840 AP e 364 AP, até as populações ribeirinhas atuais. Conclui se que a paisagem de Tauary constitui um patrimônio biocultural e um “artefato vivo”, no qual o diálogo entre a ciência arqueológica e os saberes locais fortalece o pertencimento territorial e contribui para a valorização integrada do patrimônio cultural e natural. Nesse contexto, a articulação entre arqueobotânica, conhecimento tradicional e turismo de base comunitária apresenta-se como um importante campo de interlocução, oferecendo subsídios para práticas eticamente engajadas e voltadas à valorização da sociobiodiversidade amazônica.pt_BR
dc.publisher.programPós-Graduação em Arqueologiapt_BR
dc.subject.cnpqCIENCIAS HUMANAS::ARQUEOLOGIA::ARQUEOLOGIA HISTORICApt_BR
dc.publisher.initialsUniversidade Federal de Sergipe (UFS)pt_BR
dc.contributor.advisor-co1Shock, Myrtle P.-
dc.description.localLaranjeiras - SEpt_BR
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