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dc.contributor.authorMenezes, Jainara Lima-
dc.date.accessioned2026-08-05T17:22:46Z-
dc.date.available2026-08-05T17:22:46Z-
dc.date.issued2026-07-22-
dc.identifier.citationMENEZES, Jainara Lima. Impacto da cafeína sobre indicadores neuromusculares, estresse oxidativo e dano muscular no powerlifting paralímpico. 2026. 105 f. Dissertação (Mestrado em Ciências Fisiológicas) — Universidade Federal de Sergipe, São Cristóvão, 2026.pt_BR
dc.identifier.urihttps://ri.ufs.br/jspui/handle/riufs/25754-
dc.description.abstractIntroduction: Resistance exercise improves performance but generates fatigue and muscle damage. Caffeine (CA) supplementation is used to mitigate these effects; however, neuromuscular parameters, muscle damage, and oxidative stress still need to be clarified, especially in paralympic powerlifting. Objective: To evaluate the effects of CA supplementation on strength performance (static and dynamic), oxidative stress, and muscle damage in paralympic powerlifting. Methods: This study investigated the acute effects of CA supplementation (9 mg/kg) on indicators of static strength (Rate of Force Development (RFD), Impulse, Peak torque, maximum isometric strength, peak strength at 1 second, and force variability) and dynamic strength (Mean Propulsive Velocity (MPV), Maximum Velocity (Vmax), and Power were evaluated at 45% of 1RM before, after, 24h, and 48h of a training session, and also at 80% of 1RM, performing 5x5). Markers of oxidative stress and enzymatic antioxidant activity (TBARS/MDA, total antioxidant capacity, sulfhydryl groups, and uric acid) and markers of muscle damage (thermography, CK (creatine kinase), LDH (lactate dehydrogenase), and creatinine) were assessed in 14 male Paralympic powerlifting athletes. The protocol included two conditions (CA and PLA (placebo)), 5x5 at 80% of 1RM in the bench press. Results: Regarding static strength, CA significantly increased RFD, impulse, peak torque, and maximum isometric strength, while improving peak strength at 1 second and reducing variability, suggesting enhanced motor unit recruitment. Regarding dynamic strength, no significant differences were observed at 45% of 1RM. However, at 80% of 1RM, the CA group demonstrated significant improvement compared to the PLA group during Set 1 and Set 5. Nonetheless, CA also led to an increase in oxidative stress, as evidenced by elevated TBARS levels, reduced antioxidant capacity, decreased sulfhydryl groups, and higher uric acid concentrations post-exercise. Thermography showed an increase in all evaluated muscles with CA compared to the PLA condition. For CK, LDH, and creatinine, there were no significant differences. Conclusion: CA demonstrates promising ergogenic properties, contributing to increased muscle strength and allowing athletes to maintain training intensity even with higher loads. Furthermore, it does not appear to increase muscle damage, suggesting a safe usage profile in this regard. However, while it acutely improves neuromuscular performance, CA does not reduce—and may even exacerbate—exercise-induced oxidative stress, indicating that its use in strength sports should be approached with caution.eng
dc.description.sponsorshipCoordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior - CAPESpt_BR
dc.languageporpt_BR
dc.subjectSuplementos nutricionaispor
dc.subjectCafeinapor
dc.subjectEstresse oxidativopor
dc.subjectTreinamento de forçapor
dc.subjectParatletaspor
dc.subjectMúsculospor
dc.subjectLesões esportivaspor
dc.subjectPowerlifting paralímpicopor
dc.subjectDano muscularpor
dc.subjectStrength trainingeng
dc.subjectParalympic powerliftingeng
dc.subjectNutritional supplementationeng
dc.subjectCaffeineeng
dc.subjectMuscle damageeng
dc.subjectOxidative stresseng
dc.titleImpacto da cafeína sobre indicadores neuromusculares, estresse oxidativo e dano muscular no powerlifting paralímpicopt_BR
dc.typeTesept_BR
dc.identifier.licenseCreative Commons Atribuição 4.0 Internacional (CC BY 4.0)pt_BR
dc.contributor.advisor1Martins, Felipe José Aidar-
dc.description.resumoIntrodução: O exercício de força melhora o desempenho, mas gera fadiga e dano muscular. A suplementação de cafeína (CA) é usada para mitigar esses efeitos, porém os parâmetros neuromusculares, dano muscular e o estresse oxidativo ainda precisam ser esclarecidos, principalmente no powerlifting paralímpico. Objetivo: Avaliar os efeitos da suplementação de CA no desempenho de força (estática e dinâmica), no estresse oxidativo e dano muscular no powerlifting paralímpico. Métodos: Este estudo investigou os efeitos agudos da suplementação com CA (9 mg/kg) sobre indicadores de força estática (Taxa de desenvolvimento de força (RFD), Impulso, Pico de torque, força isométrica máxima, força de pico em 1 segundo e variabilidade da força) e força dinâmica (Velocidade Propulsiva Média (VPM), Velocidade Máxima (Vmáx) e Potência foram avaliadas a 45% de 1RM antes, após, 24 e 48h de uma sessão de treinamento e também a 80% de 1RM, sendo 5x5. Marcadores de estresse oxidativo e de atividade antioxidante enzimática (TBARS/MDA, capacidade antioxidante total, grupos sulfidrila e ácido úrico) e marcadores de dano muscular (termografia, CK (creatina quinase), LDH (lactato desidrogenase) e creatinina), em 14 atletas paralímpicos de levantamento de peso do sexo masculino. O protocolo incluiu duas condições (CA e PLA (placebo)), 5x5 a 80% de 1RM no supino adaptado. Resultados: A força estática CA aumentou significativamente a RFD, o impulso, pico de torque, além da força isométrica máxima, melhorou a força de pico em 1 segundo e reduziu a variabilidade, sugerindo um recrutamento aprimorado de unidades motoras. Em relação a força dinâmica não foram observadas diferenças significativas com 45% de 1RM. No entanto, com 80% de 1RM, o grupo CA demonstrou melhora significativa em comparação com o grupo PL durante a Série 1 e a Série 5. No entanto, a CA também levou a um aumento do estresse oxidativo, evidenciado por níveis elevados de TBARS, capacidade antioxidante reduzida, diminuição dos grupos sulfidrila e concentrações mais altas de ácido úrico após o exercício. A termografia mostrou um aumento em todos os músculos avaliados com CA em comparação com a condição PLA. Para CK, LDH e creatinina, não houve diferenças significativas. Conclusão: A CA demonstra propriedades ergogênicas promissoras, contribuindo para o aumento da força muscular e permitindo que atletas mantenham a intensidade do treinamento mesmo com cargas mais elevadas. Além disso, não parece aumentar o dano muscular, sugerindo um perfil de uso seguro nesse aspecto. No entanto, embora melhore agudamente o desempenho neuromuscular, a CA não reduz — e pode até exacerbar — o estresse oxidativo induzido pelo exercício, o que indica que sua utilização em esportes de força deve ser feita com cautela.pt_BR
dc.publisher.programPós-Graduação em Ciências Fisiológicaspt_BR
dc.subject.cnpqCIENCIAS BIOLOGICAS::FISIOLOGIApt_BR
dc.publisher.initialsUniversidade Federal de Sergipe (UFS)pt_BR
dc.description.localSão Cristóvãopt_BR
Aparece nas coleções:Doutorado em Ciências Fisiológicas

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