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dc.contributor.authorResende, Vanessa Reis Seixas-
dc.date.accessioned2026-09-03T17:53:13Z-
dc.date.available2026-09-03T17:53:13Z-
dc.date.issued2026-08-31-
dc.identifier.citationRESENDE, Vanessa Reis Seixas. IEGM e Agenda 2030: a dimensão i-Saúde e evidências institucionais para o planejamento municipal em saúde nos municípios sergipanos. 2026. 206 f. Dissertação (Mestrado profissional em Administração Pública) — Universidade Federal de Sergipe, 2026.pt_BR
dc.identifier.urihttps://ri.ufs.br/jspui/handle/riufs/26017-
dc.description.abstractObjective: To analyze how the items and results of the i-Saúde dimension of the Municipal Management Effectiveness Index (IEGM), articulated with the Sustainable Cities Development Index, Brazil (IDSC-BR), and the Municipal Health Plans (MHPs), can constitute institutional evidence useful for municipal health planning aligned with the targets of Sustainable Development Goal 3 (SDG 3) in the municipalities of Sergipe, from the perspective of public governance. Methodology: The research adopted a predominantly qualitative approach, complemented by descriptive quantitative treatment, and was designed as a single-case study with multiple units of analysis. Three sources of institutional evidence were articulated: IEGM/i-Saúde data and microdata for the 2017 to 2024 period; IDSC-BR indicators related to SDG 3 from the 2023 and 2024 editions; and five MHPs intentionally selected based on classification persistence, inclusion of the four typological profiles, territorial and demographic diversity, and documentary suitability. The MHPs were subjected to qualitative descriptive documentary analysis, guided by a protocol comprising five interpretive dimensions. Main Results: The i-Saúde dimension showed a predominance of intermediate classifications and, in 2024, a redistribution toward category B, with a reduction in the number of municipalities classified in category C. This result was interpreted cautiously in view of the methodological changes made to the instrument. The typological articulation between i-Saúde and IDSC-BR identified four relative profiles, defined according to state medians, and 23 municipalities with persistent classifications across the two analytical pairings. The analysis of the MHPs revealed an incipient incorporation of the 2030 Agenda, variations in the coherence among diagnoses, priorities, objectives, targets, indicators, and monitoring mechanisms, as well as the absence of an automatic correspondence between the documentary quality of the plans and the municipalities’ relative positions in the instruments. Vocabulary convergent with the 2030 Agenda was also identified, although without explicit textual linkage to this framework. Theoretical and Methodological Contributions: The research broadens the understanding of public governance informed by institutional evidence by articulating external oversight, monitoring of the 2030 Agenda, and sectoral health planning. Methodologically, it systematizes a typological procedure that can be replicated and adapted to other contexts, as well as a fivedimension analytical protocol for the documentary examination of MHPs. Relevance and Originality: The relevance of the study derives from the integration of instruments with distinct characteristics and purposes to support municipal health planning. Its originality lies in applying, to the health field in Sergipe, an articulation inspired by a precedent developed in the educational field and in proposing four relative profiles constructed from state medians. Social and Management Contributions: The research provides municipal managers, Municipal Health Councils, and the Sergipe State Court of Accounts (TCE/SE) with evidence and operational instruments, materialized in a Final Technical Report and a Practical Guide, to support the preparation and revision of MHPs, the incorporation of the 2030 Agenda and SDG 3, the measurability of targets, documentary traceability, and budgetary articulation. By fostering more coherent, transparent, and evidence-informed plans, the research has the potential to contribute to greater responsiveness and equity in municipal health planning.eng
dc.languageporpt_BR
dc.subjectAdministração públicapor
dc.subjectGovernança públicapor
dc.subjectDesenvolvimento sustentávelpor
dc.subjectSaúde – Sergipe – Planejamentopor
dc.subjectAdministração municipal – Aspectos da saúdepor
dc.subjectSaúde públicapor
dc.subjectPlanejamento municipal em saúdepor
dc.subjectÍndice de Efetividade da Gestão Municipal (IEGM)por
dc.subjectAgenda 2030por
dc.subjectObjetivo de Desenvolvimento Sustentável 3 (ODS 3)por
dc.subjectPublic governanceeng
dc.subjectMunicipal health planningeng
dc.subjectMunicipal Management Effectiveness Index (IEGM)eng
dc.subject2030 agendaeng
dc.subjectSustainable Development Goal 3 (SDG 3)eng
dc.titleIEGM e Agenda 2030: a dimensão i-Saúde e evidências institucionais para o planejamento municipal em saúde nos municípios sergipanospt_BR
dc.typeDissertaçãopt_BR
dc.contributor.advisor1Lima, Alessandra Cabral Nogueira-
dc.description.resumoObjetivo: analisar como os quesitos e resultados da dimensão i-Saúde do Índice de Efetividade da Gestão Municipal (IEGM), articulados ao Índice de Desenvolvimento Sustentável das Cidades - Brasil (IDSC-BR) e aos Planos Municipais de Saúde (PMS), podem constituir evidências institucionais úteis ao planejamento municipal em saúde alinhado às metas do Objetivo de Desenvolvimento Sustentável 3 (ODS 3) nos municípios sergipanos, sob a perspectiva da governança pública. Metodologia: Pesquisa de abordagem predominantemente qualitativa, com tratamento quantitativo descritivo complementar, desenvolvida como estudo de caso único com múltiplas unidades de análise, articulando três fontes de evidência institucional: dados e microdados do IEGM/i-Saúde referentes ao período de 2017 a 2024; os indicadores do IDSC-BR relativos ao eixo do ODS 3, nas edições de 2023 e 2024; e cinco PMS selecionados intencionalmente com base na persistência classificatória, na contemplação dos quatro perfis tipológicos, na diversidade territorial e demográfica e na aptidão documental. Os PMS foram submetidos à análise documental qualitativo-descritiva, orientada por roteiro composto por cinco dimensões interpretativas. Principais Resultados: A dimensão i-Saúde apresentou predominância de classificações intermediárias e em 2024, redistribuição em direção à faixa B, com redução do número de municípios na faixa C, interpretada com cautela diante das alterações metodológicas do instrumento. A articulação tipológica entre o i-Saúde e o IDSC-BR identificou quatro perfis relativos, definidos pelas medianas estaduais, e 23 municípios com persistência classificatória nos dois pareamentos analíticos. A análise dos PMS revelou incorporação incipiente da Agenda 2030, variações na coerência entre diagnóstico, prioridades, objetivos, metas, indicadores e monitoramento, além de ausência de correspondência automática entre a qualidade documental dos planos e as posições relativas nos instrumentos. Identificou-se, ainda, vocabulário convergente com a Agenda 2030, sem vinculação textual explícita. Contribuições teóricas e metodológicas: a pesquisa amplia a compreensão da governança pública orientada por evidências institucionais ao articular controle externo, monitoramento da Agenda 2030 e planejamento setorial em saúde. Metodologicamente, sistematiza procedimento tipológico passível de replicação e adaptação e roteiro analítico de cinco dimensões para o exame documental dos PMS. Relevância e originalidade: a relevância decorre da integração de instrumentos com naturezas e finalidades distintas para apoiar o planejamento municipal em saúde. A originalidade reside na aplicação, ao campo da saúde em Sergipe, da articulação inspirada em precedente do campo educacional e na proposição de quatro perfis relativos construídos a partir das medianas estaduais. Contribuições sociais e de gestão: A pesquisa oferece aos gestores municipais, aos Conselhos Municipais de Saúde e ao TCE/SE evidências e instrumentos operacionais, materializados em Relatório Técnico Conclusivo e Guia Prático, para apoiar a elaboração e a revisão dos PMS, a incorporação da Agenda 2030 e do ODS 3, a mensurabilidade das metas, a rastreabilidade documental e a articulação orçamentária. Ao favorecer planos mais coerentes, transparentes e orientados por evidências, apresenta potencial de contribuir para maior responsividade e equidade no planejamento municipal em saúde.pt_BR
dc.publisher.programPós-Graduação em Administração Públicapt_BR
dc.subject.cnpqCIENCIAS SOCIAIS APLICADAS::ADMINISTRACAO::ADMINISTRACAO PUBLICApt_BR
dc.publisher.initialsUniversidade Federal de Sergipe (UFS)pt_BR
dc.description.localSão Cristóvãopt_BR
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