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dc.contributor.authorOliveira, Lucas Prata-
dc.date.accessioned2026-09-04T12:50:22Z-
dc.date.available2026-09-04T12:50:22Z-
dc.date.issued2026-07-17-
dc.identifier.citationOLIVEIRA, Lucas Prata. De Lúcifer ao capeta : uma comparação historiográfica do diabo erudito e o diabo popular. São Cristóvão, 2026. Monografia (licenciatura em História) – Departamento de História, Centro de Educação e Ciências Humanas, Universidade Federal de Sergipe, São Cristóvão, SE, 2026pt_BR
dc.identifier.urihttps://ri.ufs.br/jspui/handle/riufs/26033-
dc.languageporpt_BR
dc.subjectHistóriapor
dc.subjectEnsino superior (UFS)por
dc.subjectDiabo (Figura)por
dc.subjectHistoriografiapor
dc.subjectImagináriopor
dc.subjectHistória popular (Fé)por
dc.titleDe Lúcifer ao capeta : uma comparação historiográfica do diabo erudito e o diabo popularpt_BR
dc.typeMonografiapt_BR
dc.contributor.advisor1Alvaro, Bruno Gonçalves-
dc.description.resumoEste Trabalho de Conclusão de Curso apresenta um estudo comparativo de caráter historiográfico sobre as representações da figura do Diabo, analisando as transições e diferenciações entre o demônio erudito e a sua ressignificação no imaginário popular. O objetivo principal consiste em compreender como o arqui-inimigo bíblico e teológico construído na Europa medieval e moderna converteu-se em uma figura familiar, sincrética e muitas vezes satírica no cenário cultural brasileiro, com ênfase no Nordeste e na literatura de cordel. Metodologicamente, a pesquisa ampara-se no método comparativo de Marcel Detienne e sua obra Comparar o Incomparável e na História Cultural, utilizando como fundamentação teórica as contribuições historiográficas de Robert Muchembled e Carlos Roberto Nogueira acerca da evolução do demonismo europeu, cruzando-as com as análises de Laura de Mello e Souza e Mário Souto Maior sobre a transposição e a "mutação tropical" desse imaginário nas terras brasileiras. Os resultados apontam que a frouxidão da repressão demonológica institucional em Portugal, somada à intensa justaposição e sincretismo de matrizes culturais (indígenas, africanas e ibéricas) e à complacência da ação eclesiástica colonial, favoreceram a diluição do caráter estritamente aterrorizante do Grande Rebelde europeu. Conclui-se que o "Capeta" do imaginário popular brasileiro afasta-se da rigidez teológica erudita para dissolver-se em um personagem do cotidiano que, destituído de sua eficácia puramente maléfica absoluta, passa a compartilhar e a mediar as angústias, malícias e contradições da existência das classes subalternas.pt_BR
dc.publisher.departmentDHI - Departamento de História – São Cristóvão - Presencialpt_BR
dc.subject.cnpqCIENCIAS HUMANAS::HISTORIApt_BR
dc.publisher.initialsUniversidade Federal de Sergipe (UFS)pt_BR
dc.description.localSão Cristóvão, SEpt_BR
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