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dc.contributor.authorSantos, Camilla Grazielli Monteiro Nascimento-
dc.date.accessioned2026-09-16T12:16:55Z-
dc.date.available2026-09-16T12:16:55Z-
dc.date.issued2026-08-25-
dc.identifier.citationSANTOS, Camilla Grazielli Monteiro Nascimento. Mulheres autistas no ensino superior: o impacto do capacitismo na saúde mental e a interseccionalidade entre neurodivergência, gênero, raça e classe. 2026. 202 f. Dissertação (Mestrado em Psicologia) – Universidade Federal de Sergipe, São Cristóvão, 2026.pt_BR
dc.identifier.urihttps://ri.ufs.br/jspui/handle/riufs/26117-
dc.description.abstractThis dissertation analyzes the experiences of autistic women in higher education, focusing on the impacts of ableism on mental health, academic belonging, and academic retention. The research engages with an intersectional perspective that articulates neurodivergence, gender, race, and social class, mobilizing the second-generation social model of disability, the political relational model, and Feminist Disability Studies. The study adopts a qualitative approach inspired by phenomenological-existential perspectives, acknowledging the researcher's implication in the field under investigation. The investigation is organized into two axes: an integrative literature review and an institutional experience report. The review identified recent studies on autistic women in higher education, while the report analyzed institutional practices related to accessibility and academic belonging. The results highlight structural barriers associated with ableism, racism, misogyny, and social inequalities, present in processes of late diagnosis, social camouflaging, institutional invisibility, and the absence of intersectional retention policies. The predominance of biomedical models for understanding autism was also observed, accompanied by the individualization of responsibility for access and the naturalization of access fatigue. The analysis indicates that psychological distress and university dropout processes do not stem from autism itself, but rather from institutional conditions that restrict belonging, participation, and accessibility. The inclusion of autistic women in higher education requires institutional co-responsibility, intersectional policies, and academic environments that are accessible both sensorially and emotionally.eng
dc.description.sponsorshipCoordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior - CAPESpt_BR
dc.languageporpt_BR
dc.subjectMulheres autistaspor
dc.subjectAutismopor
dc.subjectEnsino superiorpor
dc.subjectInterseccionalidadepor
dc.subjectCapacitismopor
dc.subjectEstudos feministas da deficiênciapor
dc.subjectAutistic womeneng
dc.subjectHigher educationeng
dc.subjectIntersectionalityeng
dc.subjectAbleismeng
dc.subjectFeminist disability studieseng
dc.titleMulheres autistas no ensino superior: o impacto do capacitismo na saúde mental e a interseccionalidade entre neurodivergência, gênero, raça e classept_BR
dc.title.alternativeAutistic women in higher education: the impact of ableism in mental health and the intersectionality between neurodivergence, gender, race, and status classeng
dc.typeDissertaçãopt_BR
dc.contributor.advisor1Machado, Lavínia Teixeira-
dc.description.resumoEsta dissertação analisa as experiências de mulheres autistas no ensino superior, com foco nos impactos do capacitismo sobre a saúde mental, o pertencimento universitário e a permanência acadêmica. A pesquisa dialoga com uma perspectiva interseccional que articula neurodivergência, gênero, raça e classe social, mobilizando o modelo social da deficiência de segunda geração, o modelo político-relacional e os Estudos Feministas da Deficiência. O estudo adota abordagem qualitativa de inspiração fenomenológico-existencial, reconhecendo a implicação da pesquisadora no campo investigado. A investigação organiza-se em dois eixos: uma revisão integrativa da literatura e um relato de experiência institucional. A revisão identificou produções recentes sobre mulheres autistas no ensino superior, enquanto o relato analisou práticas institucionais relacionadas à acessibilidade e ao pertencimento acadêmico. Os resultados evidenciam barreiras estruturais associadas ao capacitismo, racismo, misoginia e desigualdades sociais, presentes em processos de diagnóstico tardio, camuflagem social, invisibilidade institucional e ausência de políticas interseccionais de permanência. Também foi observada a predominância de modelos biomédicos de compreensão do autismo, acompanhada da individualização da responsabilidade pelo acesso e da naturalização da fadiga de acesso. A análise indica que o sofrimento psíquico e os processos de evasão universitária não decorrem do autismo em si e sim das condições institucionais que restringem pertencimento, participação e acessibilidade. A inclusão de mulheres autistas no ensino superior exige corresponsabilidade institucional, políticas interseccionais e ambientes acadêmicos sensorial e emocionalmente acessíveis.pt_BR
dc.publisher.programPós-Graduação em Psicologiapt_BR
dc.subject.cnpqCIENCIAS HUMANAS::PSICOLOGIApt_BR
dc.publisher.initialsUniversidade Federal de Sergipe (UFS)pt_BR
dc.description.localSão Cristóvãopt_BR
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