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https://ri.ufs.br/jspui/handle/riufs/26172| Document Type: | Dissertação |
| Title: | Guidelines for adopting micro frontends |
| Authors: | Santos, Luiz Felipe Cirqueira dos |
| Issue Date: | 21-Jul-2026 |
| Advisor: | Rocha, Fabio Gomes |
| Resumo : | Contexto: O tamanho e a estrutura das equipes de desenvolvimento de software impactam diretamente o design e a construção dos sistemas. Segundo a Lei de Conway, a organização interna das equipes influencia a arquitetura dos sistemas desenvolvidos, refletindo seus fluxos de comunicação. No contexto das arquiteturas de frontend, abordagens como frontends monolíticos, microsserviços e microfrontends apresentam diferentes trade-offs em termos de desempenho, modularidade e escalabilidade. Enquanto equipes menores tendem a se beneficiar de arquiteturas monolíticas pela simplicidade e agilidade, equipes maiores e distribuídas podem adotar microfrontends para promover maior autonomia, escalabilidade e alinhamento organizacional. Esse alinhamento entre estrutura organizacional e arquitetura é fundamental para garantir sistemas tecnicamente viáveis e aderentes à realidade operacional das equipes. Problema: A integração entre backend e frontend em arquiteturas baseadas em microsserviços é complexa e exige soluções que equilibrem modularidade, especialização e governança, sem comprometer a coesão entre equipes. Observa-se a ausência de diretrizes consolidadas que orientem a adoção de microfrontends, tanto na literatura quanto na prática industrial. Objetivo: Propor um conjunto de guidelines para a adoção de microfrontends em ambientes baseados em microsserviços, visando reduzir riscos, maximizar benefícios e alinhar decisões arquiteturais à estrutura organizacional. Método: A pesquisa foi conduzida com base na metodologia Design Science Research (DSR), com foco no desenvolvimento e validação de um artefato. Foram realizadas as seguintes etapas: (i) Mapeamento Sistemático da Literatura, para caracterização do estado da arte; (ii) Revisão Sistemática Multivocal, integrando evidências acadêmicas e industriais; (iii) Survey com profissionais da indústria, para compreender o estado da prática; e (iv) estudos empíricos, incluindo experimento controlado e estudo de caso, para avaliação de desempenho e análise da aplicabilidade das diretrizes propostas. Resultados: Os resultados indicam que microfrontendssão mais adequados para organizações com maior maturidade em práticas de DevOps, equipes distribuídas e sistemas com múltiplos domínios de negócio. Observou-se que arquiteturas monolíticas apresentam melhor desempenho inicial, enquanto arquiteturas baseadas em microfrontends oferecem mecanismos de modularização que podem favorecer escalabilidade técnica e organizacional, conforme evidenciado pela literatura e pelos relatos da indústria. As diretrizes propostas abrangem aspectos de arquitetura, governança, integração, qualidade e organização de equipes, sendo fundamentadas por evidências provenientes da literatura, da prática industrial e de estudos experimentais conduzidos em ambiente controlado. Conclusão: A adoção de microfrontends deve ser orientada por contexto e alinhada à estrutura organizacional, conforme preconizado pela Lei de Conway. As diretrizes propostas fornecem um conjunto estruturado de recomendações fundamentadas em evidências acadêmicas, industriais e experimentais, apoiando a tomada de decisão arquitetural em diferentes contextos organizacionais. Os resultados obtidos fornecem evidências sobre aspectos técnicos da arquitetura e indicam a necessidade de estudos adicionais em ambientes reais para avaliar fatores organizacionais e operacionais associados à adoção de microfrontends. |
| Abstract: | Context: The size and structure of software development teams directly impact the design and construction of systems. According to Conway’s Law, the internal organization of teams influences the architecture of the systems developed, reflecting their communication flows. In the context of frontend architectures, approaches such as monolithic frontends, microservices, and microfrontends present different trade-offs in terms of performance, modularity, and scalability. While smaller teams tend to benefit from monolithic architectures due to their simplicity and agility, larger and distributed teams may adopt microfrontends to promote greater autonomy, scalability, and organizational alignment. This alignment between organizational structure and architecture is essential to ensure systems that are technically viable and aligned with the operational reality of teams. Problem: The integration between backend and frontend in microservices-based architectures is complex and requires solutions that balance modularity, specialization, and governance without compromising team cohesion. There is a lack of consolidated guidelines to support the adoption of microfrontends, both in the literature and in industrial practice. Objective: To propose a set of guidelines for the adoption of microfrontends in microservices-based environments, aiming to reduce risks, maximize benefits, and align architectural decisions with organizational structure. Method: The research was conducted based on the Design Science Research (DSR) methodology, focusing on the development and validation of an artifact. The following steps were carried out: (i) Systematic Literature Mapping, to characterize the state of the art; (ii) Multivocal Systematic Review, integrating academic and industrial evidence; (iii) Survey with industry professionals, to understand the state of practice; and (iv) empirical studies, including a controlled experiment and a case study, to evaluate performance and analyze the applicability of the proposed guidelines. Results: The results indicate that microfrontends are more suitable for organizations with higher maturity in DevOps practices, distributed teams, and systems with multiple business domains. Architectures based on monolithic applications were observed to provide better initial performance, whereas microfrontend-based architectures offer modularization mechanisms that may support both technical and organizational scalability, as evidenced by the literature and industry reports. The proposed guidelines encompass aspects of architecture, governance, integration, quality assurance, and team organization, and are grounded in evidence derived from the literature, industry practice, and experimental studies conducted in a controlled environment. Conclusion: The adoption of microfrontends should be context-driven and aligned with the organizational structure, as advocated by Conway’s Law. The proposed guidelines provide a structured set of recommendations grounded in academic, industrial, and experimental evidence, supporting architectural decision-making across different organizational contexts. The results obtained provide evidence regarding the technical aspects of the architecture and indicate the need for further studies in real-world environments to evaluate organizational and operational factors associated with microfrontend adoption. |
| Keywords: | Computação Arquitetura de software Microfrontend (MFE) Micro front-end Micro-frontend |
| Subject CNPQ: | CIENCIAS EXATAS E DA TERRA::CIENCIA DA COMPUTACAO |
| Language: | eng |
| Institution: | Universidade Federal de Sergipe (UFS) |
| Program Affiliation: | Pós-Graduação em Ciência da Computação |
| Citation: | SANTOS, Luiz Felipe Cirqueira dos. Guidelines for adopting micro frontends. 2026. 137 f. Dissertação (Mestrado em Ciência da computação) — Universidade Federal de Sergipe, São Cristóvão, 2026. |
| URI: | https://ri.ufs.br/jspui/handle/riufs/26172 |
| Appears in Collections: | Mestrado em Ciência da Computação |
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