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https://ri.ufs.br/jspui/handle/riufs/26175| Document Type: | Tese |
| Title: | Respostas neuromusculares, termorregulatórias e oxidativas ao treinamento de força tradicional e excêntrico em atletas de powerlifting paralímpico |
| Other Titles: | Neuromuscular, thermoregulatory, and oxidative responses to traditional and eccentric strength training in Paralympic powerlifting athletes |
| Authors: | Leite Júnior, Joilson Alves de Souza |
| Issue Date: | 3-Sep-2026 |
| Advisor: | Martins, Felipe José Aidar |
| Co-advisor: | Marinho, Daniel Almeida |
| Resumo : | Introdução: O Powerlifting é uma modalidade de força máxima caracterizado pela execução de três movimentos multiarticulares: agachamento, supino reto e levantamento terra, exigindo elevado controle neuromuscular e eficiência mecânica. No contexto paralímpico, em função das características funcionais dos atletas elegíveis, apenas o exercício supino reto é realizado em competição, sendo adotadas adaptações específicas que garantem segurança, padronização técnica e equidade esportiva. Objetivos: Investigar os efeitos agudos e subagudos do treinamento de força tradicional e excêntrico sobre indicadores neuromusculares, mecânicos, termorregulatórios e oxidativos em atletas de powerlifting paralímpico, bem como comparar essas respostas com atletas convencionais. Métodos: A tese foi composta por três estudos experimentais envolvendo atletas masculinos treinados de powerlifting paralímpico. Foram avaliados indicadores neuromusculares, incluindo força isométrica máxima (FIM), taxa de desenvolvimento de força (TDF), tempo até a força isométrica máxima (TFIM) e ativação muscular por eletromiografia de superfície (sEMG) dos músculos peitoral maior (porção esternal), peitoral maior (porção clavicular) e deltoide (porção anterior) e tríceps braquial (cabeça longa). As variáveis mecânicas analisadas incluíram velocidade máxima (Vmáx), velocidade propulsiva média (VPM) e potência (POT), enquanto a resposta termorregulatória foi avaliada por meio da temperatura da pele (Tsk). O estresse oxidativo foi analisado por biomarcadores como substâncias reativas ao ácido tiobarbitúrico (TBARS) e grupos sulfidrílicos (SH). As avaliações foram realizadas antes, imediatamente após, 24h e 48h após sessões de treinamento tradicional e excêntrico, com protocolos baseados em cargas relativas de 1RM. Resultados: Os resultados demonstraram que o treinamento excêntrico promoveu respostas fisiológicas mais intensas, caracterizadas por aumento da temperatura da pele, maior elevação de marcadores de estresse oxidativo e maiores adaptações neuromusculares em momentos específicos, embora associado a maior fadiga e recuperação mais prolongada. Por outro lado, o treinamento tradicional apresentou respostas mais estáveis, com recuperação mais rápida dos indicadores de desempenho. Conclusão: O treinamento excêntrico configura-se como uma estratégia eficaz para promover adaptações neuromusculares e fisiológicas relevantes em atletas de powerlifting paralímpico, embora demande maior controle da fadiga e do processo de recuperação. Já o treinamento tradicional apresenta-se como uma abordagem mais estável e adequada para períodos de manutenção e preparação competitiva. A combinação estratégica entre os métodos pode otimizar o desempenho esportivo, respeitando as especificidades fisiológicas e funcionais dos atletas paralímpicos, reforçando a necessidade de individualização da prescrição do treinamento. |
| Abstract: | Introduction: Powerlifting is a maximal strength sport characterized by the execution of three multi-joint movements: the squat, bench press, and deadlift, requiring high levels of neuromuscular control and mechanical efficiency. In the Paralympic context, due to the functional characteristics of eligible athletes, only the bench press is performed in competition, with specific adaptations implemented to ensure safety, technical standardization, and competitive equity. Objectives: To investigate the acute and subacute effects of traditional and eccentric strength training on neuromuscular, mechanical, thermoregulatory, and oxidative indicators in Paralympic powerlifting athletes, as well as to compare these responses with those of conventional athletes. Methods: This thesis consisted of three experimental studies involving trained male Paralympic powerlifting athletes. Neuromuscular indicators were assessed, including maximum isometric force (MIF), rate of force development (RFD), time to maximum isometric force (TMIF), and muscle activation measured by surface electromyography (sEMG) of the pectoralis major (sternocostal and clavicular portions), anterior deltoid, and triceps brachii (long head). Mechanical variables included peak velocity (Vmax), mean propulsive velocity (MPV), and power output (POT), while thermoregulatory responses were evaluated באמצעות skin temperature (Tsk). Oxidative stress was assessed using biomarkers such as thiobarbituric acid reactive substances (TBARS) and sulfhydryl groups (SH). Measurements were performed at baseline, immediately post-exercise, and at 24 and 48 hours following traditional and eccentric training sessions, using protocols based on relative loads (%1RM). Results: The findings demonstrated that eccentric training elicited more pronounced physiological responses, characterized by increased skin temperature, greater elevations in oxidative stress markers, and enhanced neuromuscular adaptations at specific time points, although it was also associated with greater fatigue and prolonged recovery. In contrast, traditional training produced more stable responses, with faster recovery of performance indicators. Conclusion: Eccentric training appears to be an effective strategy for promoting relevant neuromuscular and physiological adaptations in Paralympic powerlifting athletes, although it requires careful management of fatigue and recovery. Conversely, traditional training represents a more stable approach, particularly suitable for maintenance phases and competitive preparation. A strategic combination of both methods may optimize athletic performance while respecting the physiological and functional specificities of Paralympic athletes, reinforcing the need for individualized training prescription. |
| Keywords: | Treinamento de força Paratletas Estresse oxidativo Monitoração neuromuscular Treinamento excêntrico Powerlifting paralímpico Respostas neuromusculares Estresse oxidativo Strength training Eccentric training Paralympic powerlifting Neuromuscular responses Oxidative stress |
| Subject CNPQ: | CIENCIAS BIOLOGICAS::FISIOLOGIA |
| Sponsorship: | Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior - CAPES |
| Language: | por |
| Institution: | Universidade Federal de Sergipe (UFS) |
| Program Affiliation: | Pós-Graduação em Ciências Fisiológicas |
| Citation: | LEITE JÚNIOR, Joilson Alves de Souza. Respostas neuromusculares, termorregulatórias e oxidativas ao treinamento de força tradicional e excêntrico em atletas de powerlifting paralímpico. 2026. 104 f. Dissertação (Mestrado em Ciências Fisiológicas) — Universidade Federal de Sergipe, São Cristóvão, 2026. |
| License: | Creative Commons Atribuição-Sem Derivações 4.0 Internacional (CC BY-ND 4.0) |
| URI: | https://ri.ufs.br/jspui/handle/riufs/26175 |
| Appears in Collections: | Doutorado em Ciências Fisiológicas |
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