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dc.contributor.authorSantos, Cliomar Alves dospt_BR
dc.date.accessioned2017-09-26T12:07:09Z-
dc.date.available2017-09-26T12:07:09Z-
dc.date.issued2015-05-06-
dc.identifier.citationSANTOS, Cliomar Alves dos. Antinociceptive mechanisms of action of the ethanol extract of Caesalpinia pyramidalis inner bark. 2015. 100 f. Tese (Doutorado em Ciências da Saúde) - Universidade Federal de Sergipe, Aracaju, 2015.por
dc.identifier.urihttps://ri.ufs.br/handle/riufs/3573-
dc.description.abstractPain is one of the major health problems, leading people to search for treatment. A pharmacological screening showed that the Caesalpinia pyramidalis ethanol extract (EE) reduces nociception behavior in the writhing, formalin, and hot plate tests in mice. In order to assess the mechanism of action of EE of C. pyramidalis, substrate, antagonists or inhibitors of different pathways involved in nociception were used in the writhing model. To select the dose, mice (n = 6 per group) were pretreated with EE of C. pyramidalis (10, 30, or 100 mg/kg, p.o.) vehicle (Tween 80, 0.2% in saline, 10 mL/kg, p.o.) or acetylsalicylic acid (ASA, 300 mg/kg, p.o.) 1 hour before the administration of acetic acid (0.6%, 0.1 ml/10 g, i.p.). Subsequently, different groups of animals were pretreated, intraperitoneally, with L-arginine (NO precursor, 600 mg/kg, 15 min), methilene blue (NO/cGMP, way inhibitor, 20 mg/kg, 15 min), glibenclamide (K+-ATP channels inhibitor, 3 mg/kg, 15 min), atropine (muscarinic-cholinergic receptors antagonist, 0.1 mg/kg, 15 min), prazosina (α1-adrenoceptor antagonist, 0.15 mg/kg, 15 min), yohimbine (α2-adrenoceptor antagonist, 0.15 mg/kg, 15 min), haloperidol (dopaminergic receptors antagonist, 2 mg/kg, 15 min), caffeine (adenosinergic receptors antagonist, 3 mg/kg, 15 min), flumazenil (gabaergic receptors antagonist, 3 mg/kg, 15 min) or, reserpine (inhibitor of monoamine receiving, 5 mg/kg, 24 h), and were treated with EE of C. pyramidalis (30 mg/kg, p.o.), vehicle (p.o.), L-NOARG (NOS inhibitor, 75 mg/kg, i.p.), acetylcholine (muscarinic receptor agonist, 1 mg/kg, i.p.), phenylephrine (α1-adrenoceptor agonist, 1 mg/kg, i.p.), clonidine (α2-adrenoceptor agonist, 0,1 mg/kg, i.p.), adenosine (adenosinergic receptors agonist, 100 mg/kg, i.p.), diazepam (gabaergic receptors agonist, 1,5 mg/kg, i.p.) or, clomipramine (neuronal receiving monoamines inhibitor, 10 mg/kg, i.p.). Sixty min after the different treatments writhing was conducted. Besides, another animal groups, 60 min before the administration of vehicle, doses of 10, 30, or 100 mg/kg of the EE of C. pyramidalis and 30 min before administration of the received morphine (3 mg/kg, i.p.) in order to be subjected to testing of capsaicin (20 μL, 1.6 mg/paw) or glutamate (20 μL, 20 μmol/paw). All experimental controls functioned as expected pharmacological action, observing their reversals of the analgesic effect, when comparing with animals that received different treatments with the drugs used. The number of writes was lower when received the EE from C. pyramidalis in the doses of 30 and 100 mg/kg (P < 0.001), in a dose-dependent manner, when was compared with the animals that received vehicle, choosing the dose of 30 mg/kg (p.o.) to this study. There was a reversal of the antinociceptive effect of the EE C. pyramidalis action when the animals were pretreated with L-arginine (P < 0.001), methylene blue (P < 0.05), glibenclamide (P < 0.001), atropine (P < 0.001), yohimbine (P < 0.05), and flumazenil (P < 0.001) and the reversion was not observed when administered prazosin, haloperidol, reserpine, and caffeine. The results showed, that the animals reduced the licking/biting time at the dose of 100 mg/kg in the capsaicin test (P < 0.05) and in all doses in the glutamate test (P <0.01). Concludes that the EE of C. pyramidalis presents its antinociceptive effect, acting synergistically in pathways of L-arginine/NO, NO/cGMP, K+ channel-ATP sensitive, muscarinic cholinergic, α2-adrenergic and GABAergic, and involve the participation of glutamate and capsaicin in the antinociceptive effect.eng
dc.description.sponsorshipConselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológicopt_BR
dc.formatapplication/pdfpor
dc.languageporpor
dc.publisherUniversidade Federal de Sergipepor
dc.rightsAcesso Abertopor
dc.subjectNocicepçãopor
dc.subjectDorpor
dc.subjectFarmacologiapor
dc.subjectProdutos naturaispor
dc.subjectPlantas medicinaispor
dc.subjectCaesalpinia pyramidalispor
dc.subjectNociceptioneng
dc.subjectPaineng
dc.subjectPharmacologyeng
dc.subjectNatural productseng
dc.subjectMedicinal plantseng
dc.subjectCaesalpinia pyramidaliseng
dc.titleMecanismos de ação antinociceptiva do extrato etanólico da entrecasca da Caesalpinia pyramidalispor
dc.title.alternativeAntinociceptive mechanisms of action of the ethanol extract of Caesalpinia pyramidalis inner barkeng
dc.typeTesepor
dc.creator.Latteshttp://lattes.cnpq.br/3108263549583201por
dc.contributor.advisor1Latteshttp://lattes.cnpq.br/9879983198868216por
dc.contributor.advisor1Thomazzi, Sara Mariapt_BR
dc.description.resumoA dor representa um dos principais problemas de saúde, levando a população a uma busca constante por tratamento. Um screening farmacológico mostrou que o extrato etanólico (EE) da Caesalpinia pyramidalis reduz o comportamento de nocicepção nos testes de contorções abdominais, formalina e placa quente em camundongos. Com o objetivo de avaliar o mecanismo de ação do EE da C. pyramidalis, substrato, antagonistas ou inibidores de diferentes vias envolvidas na nocicepção foram utilizados no modelo de contorções abdominais. Para a escolha da dose, camundongos (n = 6/grupo) foram tratados por via oral com EE da C. pyramidalis (10, 30 ou 100 mg/kg), veículo (Tween 80 a 0,2% em salina, 10 mL/kg) ou ácido acetilsalicílico (AAS, 300 mg/kg) 1 hora antes da administração do ácido acético (0,6%, 0,1 mL/10 g, i.p.). Posteriormente, diferentes grupos de animais receberam pré-tratamento por via intraperitoneal com L-arginina (precursor do NO, 600 mg/kg, 15 min), azul de metileno (inibidor da via NO/GMPc, 20 mg/kg, 15 min), glibenclamida (inibidor de canais K+ATP, 3 mg/kg, 15 min), atropina (antagonista de receptores colinérgico-muscarínico, 0,1 mg/kg, 15 min), prazosina (antagonista de α1-adrenoceptores, 0,15 mg/kg, 15 min), ioimbina (antagonista de α2-adrenoceptores, 0,15 mg/kg, 15 min), haloperidol (antagonista de receptores dopaminérgicos, 2 mg/kg, 15 min), cafeína (antagonista de receptores adenosinérgicos, 3 mg/kg, 15 min), flumazenil (antagonista de receptores gabaérgicos, 3 mg/kg, 15 min) ou reserpina (inibidor da recaptação de monoaminas, 5 mg/kg, 24 h), e foram tratados com o EE da C. pyramidalis (30 mg/kg, v.o.), veículo (v.o.), L-NOARG (inibidor da NOS, 75 mg/kg, i.p.), acetilcolina (agonista de receptores muscarínicos, 1 mg/kg, i.p.), fenilefrina (agonista de α1-adrenoceptores, 1 mg/kg, i.p.), clonidina (agonista de α2-adrenoceptores, 0,1 mg/kg, i.p.), adenosina (agonista de receptores adenosinérgicos, 100 mg/kg, i.p.), diazepam (agonista de receptores gabaérgicos, 1,5 mg/kg, i.p.) ou clomipramina (inibidor da recaptação neuronal de monoaminas, 10 mg/kg, i.p.). Sessenta min após os diferentes tratamentos realizou-se o teste das contorções abdominais. Outros grupos de animais, 60 min antes da injeção da capsaicina ou glutamato, receberam a administração de veículo, doses de 10, 30 ou 100 mg/kg do EE da C. pyramidalis e, 30 min antes, receberam a administração da morfina (3 mg/kg) afim de serem submetidos aos testes da capsaicina (20 μL, 1,6 μg/pata) ou glutamato (20 μL, 20 μmol/pata). Todos os controles do experimento funcionaram conforme ação farmacológica esperada, observando-se as respectivas reversões do efeito antinociceptivo, ao se comparar os animais que receberam os diferentes tratamentos com as drogas utilizadas. O número de contorções abdominais foi significativamente menor quando os animais receberam as doses de 30 e 100 mg/kg (p < 0,001), de maneira dose-dependente, quando comparadas às observadas nos animais que receberam veículo, escolhendo-se a dose de 30 mg/kg (v.o.) para este estudo. Houve reversão do efeito antinociceptivo do EE da C. pyramidalis quando os animais receberam pré-tratamento com L-arginina (P < 0,001), azul de metileno (P < 0,05), glibenclamida (P < 0,001), atropina (P < 0,001), ioimbina (P < 0,05) e flumazenil (P < 0,001), e a reversão não foi observada quando administrados prazosina, haloperidol, reserpina e cafeína. Observou-se uma redução do tempo lambida/mordida na dose de 100 mg/kg no teste da capsaicina (P < 0,05) e em todas as doses no teste do glutamato (P < 0,01). Conclui-se que o EE da C. pyramidalis apresenta seu efeito antinociceptivo, agindo de maneira sinérgica nas vias dos sistemas L-arginina/NO, NO/GMPc, canais de K+ sensíveis ao ATP, colinérgico-muscarínico, α2-adrenérgico e gabaérgico, além de envolver a participação do glutamato e capsaicina neste efeito antinociceptivo.por
dc.publisher.programPós-Graduação em Ciências da Saúdepor
dc.subject.cnpqCNPQ::CIENCIAS DA SAUDEpor
dc.publisher.countryBRpor
dc.publisher.initialsUFSpor
Appears in Collections:Doutorado em Ciências da Saude

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