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dc.contributor.authorCintra, Rachel Rochapt_BR
dc.date.accessioned2017-09-26T12:31:18Z-
dc.date.available2017-09-26T12:31:18Z-
dc.date.issued2015-07-28-
dc.identifier.citationCINTRA, Rachel Rocha. Sensory functions in a progressive model of parkinsonism. 2015. 94 f. Dissertação (Mestrado em Ciências Fisiológicas) - Universidade Federal de Sergipe, São Cristóvão, 2015.por
dc.identifier.urihttps://ri.ufs.br/handle/riufs/3984-
dc.description.abstractParkinson´s disease (PD) is a common neurodegenerative disorder of movement, which affects 1% of the population over 65 years and 4% to 5% of the population over 75 years. Currently, it is known that the disease is not only characterized by motor abnormalities, but also by a set of non-motor abnormalities that precede perhaps over several years, in preclinical phase of the disease. Studies in the premotor phase of PD are important for the understanding of when and where the disease begins to develop and how it evolves in the early stages. Although still incipient, some studies have pointed to the presence of sensory nociceptive and auditory disorders in PD. Using an animal model of PD that takes into account the progressive nature, allows a better understanding of the relationship between the pathophysiological aspects and non-motor abnormalities of the disease and enables the exploration of temporal manifestation of these changes. The aim of this study was to evaluate the nociceptive, motor and hearing functions of Wistar rats submitted to progressive model of parkinsonism induced by low and repeated doses of reserpine (RES). In the first stage, 19 Wistar rats were used, divided into two groups (n = 9/10 per group): G1: RES (0.1 mg / kg sc) and G2: CTR (RES vehicle). The animals were subjected daily to catalepsy test and the nociceptive von Frey electronic test and received injections every 48 hours for 20 days. The grip strength test was performed on days 9, 12, 14 and 17. In the second stage, the animals were divided into two groups (n = 10/11 per group) G1: RES (0, 1 mg / kg sc) and G2: CTR (RES vehicle). The catalepsy test was performed daily and the injections were made every 48 hours. On day 8, the animals were sedated to perform the hearing test of otoacoustic emissions by distortion product (DPOAE). On day 10, the nociceptive formalin test was performed, and 60 minutes later, each animal was anesthetized, perfused and their brains removed for subsequent immunohistochemical analysis for tyrosine hydroxylase (TH) and c-FOS. Repeated treatment with RES induced progressive motor abnormalities evidenced by catalepsy test from the 16th day. Likewise, induced changes in the nociceptive response of rats evidenced in electronic von Frey test and the formalin test, which occurred on the 10th day, i.e, before the motor changes. Muscle strength as measured by grip strength test, did not change with treatment. Changes in the auditory function were observed on the 8th day of treatment. Neurochemically on the 10th day, repeated treatment with the RES induced a decrease in the number of TH+ cells in the substantia nigra pars compacta (SNpc) and the ventral tegmental area (VTA) and not changed TH levels in the striatum. Regarding the immunostaining for c-FOS, noxious stimulation caused an increase in the number of cells c- FOS+ in the dorsal raphe nucleus (NDR), periaqueductal gray (PAG) and rostral ventromedial medulla (SVR) after repeated treatment with the RES, on the 10th day. We conclude that nociceptive changes precede motor changes, while the strength remains unchanged in the progressive model of parkinsonism induced by low and repeated doses of RES, reinforcing the idea that pain is one of the early signs of PD. In addition, animals with parkinsonism were more susceptible to hearing loss due to exposure to environmental noise, suggesting a possible link between the DP and the predisposition to hearing loss, including the premotor phase of the disease.eng
dc.description.sponsorshipCoordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superiorpt_BR
dc.formatapplication/pdfpor
dc.languageporpor
dc.publisherUniversidade Federal de Sergipepor
dc.rightsAcesso Abertopor
dc.subjectDoença de Parkinsonpor
dc.subjectReserpinapor
dc.subjectNocicepçãopor
dc.subjectAudiçãopor
dc.subjectBiomarcadorespor
dc.subjectParkinson´s diseaseeng
dc.subjectReserpineeng
dc.subjectNociceptioneng
dc.subjectAuditioneng
dc.subjectBiomarkerseng
dc.titleFunções sensoriais em um modelo progressivo de parkinsonismopor
dc.title.alternativeSensory functions in a progressive model of parkinsonismeng
dc.typeDissertaçãopor
dc.creator.Latteshttp://lattes.cnpq.br/9099928630600032por
dc.contributor.advisor1Latteshttp://lattes.cnpq.br/0236515445675827por
dc.contributor.advisor1Marchioro, Murilopt_BR
dc.description.resumoA doença de Parkinson (DP) é uma desordem neurodegenerativa comum do movimento, que afeta 1% da população acima de 65 anos e 4% a 5% da população acima de 75 anos. Atualmente, sabe-se que a doença não é caracterizada somente pelas alterações motoras, mas também por um conjunto de alterações não motoras, que talvez as precedam por vários anos, em fase pré-clínica da doença. Estudos na fase pré-motora da DP são importantes para o entendimento sobre quando e onde a doença começa a se desenvolver e como ela evolui nos estágios iniciais. Apesar de ainda incipientes, alguns estudos têm apontado para a presença de alterações sensoriais, nociceptivas e auditivas, na DP. O uso de um modelo animal da DP, que leve em conta a sua natureza progressiva, possibilita uma melhor compreensão das relações entre os aspectos fisiopatológicos e as alterações não motoras da doença e viabiliza a exploração temporal da manifestação dessas alterações. O objetivo desse estudo foi avaliar as funções nociceptiva, motora e auditiva de ratos Wistar submetidos ao modelo progressivo de parkinsonismo, induzido por doses baixas e repetidas de reserpina (RES). Na primeira etapa, foram utilizados 19 ratos Wistar, divididos em dois grupos (n=9/10 por grupo): G1: RES (0,1 mg/kg s.c.) e G2: CTR (veículo da RES). Os animais foram submetidos diariamente ao teste motor de catalepsia e ao teste nociceptivo do von Frey eletrônico, e receberam as injeções a cada 48h, durante 20 dias. O teste de força de preensão (grip strenght test) foi realizado nos dias 9, 12, 14 e 17. Na segunda etapa, os animais foram divididos em dois grupos (n=10/11 por grupo): G1: RES (0,1 mg/kg s.c.) e G2: CTR (veículo da RES). O teste de catalepsia foi realizado diariamente e as injeções foram feitas a cada 48h. No dia 8, os animais foram sedados para realização do teste auditivo de otoemissões acústicas por produto de distorção (OEAPD). No dia 10, foi realizado o teste nociceptivo da formalina e, 60 minutos depois, cada animal foi anestesiado, perfundido e seus cérebros extraídos para posterior análise imunohistoquímica para tirosina hidroxilase (TH) e c-FOS. O tratamento repetido com a RES induziu alterações motoras progressivas evidenciadas através do teste de catalepsia a partir do 16º dia. Da mesma forma, ocasionou alterações na resposta nociceptiva dos ratos evidenciadas no teste do von Frey eletrônico e no teste da formalina, as quais ocorreram a partir do 10º dia, ou seja, antes das alterações motoras. A força muscular, avaliada através do teste de força de preensão, não se alterou com o tratamento. Alterações na função auditiva foram observadas no 8º dia de tratamento. Neuroquimicamente, no 10º dia, o tratamento repetido com a RES induziu diminuição na quantidade de células TH+ na substância negra parte compacta (SNpc) e na área tegmental ventral (do inglês ventral tegmental área VTA) e não alterou os níveis de TH no estriado. Quanto à imunomarcação para c-FOS, o estímulo nocivo provocou aumento na quantidade de células c-FOS+ nas regiões do núcleo dorsal da rafe (NDR), substância cinzenta periaquedutal (do inglês, periaqueductal gray PAG) e no bulbo rostro ventromedial (do inglês, rostral ventromedial medulla RVM), após o tratamento repetido com a RES, no 10º dia. Concluímos que alterações nociceptivas precedem as alterações motoras, enquanto a força permanece inalterada no modelo progressivo de parkinsonismo induzido por repetidas e baixas doses de RES, reforçando a ideia de que a dor seja um dos sinais precoces da DP. Além disso, animais com parkinsonismo se mostraram mais suscetíveis às alterações auditivas por exposição aos ruídos ambientais, sugerindo uma possível relação entre a DP e a predisposição à perda de audição, inclusive em fase pré-motora da doença.por
dc.publisher.programPós-Graduação em Ciências Fisiológicaspor
dc.subject.cnpqCNPQ::CIENCIAS BIOLOGICAS::FISIOLOGIApor
dc.publisher.countryBRpor
dc.publisher.initialsUFSpor
Appears in Collections:Mestrado em Ciências Fisiológicas

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