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dc.contributor.authorMacedo, Fabrício Nunespt_BR
dc.date.accessioned2017-09-26T12:31:19Z-
dc.date.available2017-09-26T12:31:19Z-
dc.date.issued2014-02-21-
dc.identifier.urihttps://ri.ufs.br/handle/riufs/3987-
dc.description.abstractLow intensity aerobic training increases cardiac vagal modulation and reduces sympathetic activity. These adaptations are factors to prediction of healthy. Resistance training (TR) is am usual component of fitness programs, however the effects on autonomic regulation are not totally clear. Our hypothesis is low intensity resistance training promotes beneficial adaptations in cardiac autonomic modulation, as aerobic exercise. Therefore, the aim was to evaluate the effects of low intensity TR on blood pressure, cardiovascular autonomic balance and vascular reactivity. One group of animals were submitted to TR, trained group (GT). Control animals (CO) were fictitious trained (no exercise). After 8 weeks of TR with 40% of 1RM (1 Maximal Repetition) or fictitious exercise, blood pressure and pulse interval were recorded and mesenteric artery was removed and sliced in rings for vascular reactivity analysis. The utilized drugs were: Acetilcholine (ACh): 10-9 10-4 M; Nù-nitro-L-arginine methyl ester hydrochloride (L-NAME): 100ìM. The variabilities of pulse interval, blood pressure and spontaneous baroreflex sensitivity (BRS) were also analyzed. TR animals showed an significantly reduction in mean arterial pressure (CO 117.04 ± 2.68 vs GT 105.5 ± 4.28, p=0.045), diastolic arterial pressure (CO 107.71 ± 2.95 vs GT 97 ± 3.42, p=0.001) and heart rate (CO 395 ± 7.1 vs GT 344 ± 13.25, p=0.007) when compared to CO animals. In addition, it was seen in trained animals an increase in cardiac vagal modulation (LF/HF: CO 0.35 ± 0.08 vs GT 0.14 ± 0.03, p=0.034), BRS (CO 0.77 ± 0.01 vs GT 1.05 ± 0.1, p=0.019) and percentage of ACh-induced relaxation of mesenteric arterial rings (pD2: CO 6.2 ± 0.1 vs GT 7.1 ± 0.1, p<0.001) when compared to the CO animals. Furthermore, the addition of L-NAME reduced the ACh-induced relaxation (CO 52 ± 3.2% vs GT 35.8 ± 3.7%, p<0.01). In conclusion, we observed that low intensity TR apparently was able to promote beneficial cardiovascular adaptations mediated by neurohumoral adjustments, being able to be a possible instrument on maintenance and treatment for a healthy life.eng
dc.formatapplication/pdfpor
dc.languageporpor
dc.rightsAcesso Abertopor
dc.subjectFisiologiapor
dc.subjectNeurociênciaspor
dc.subjectTreinamento (Atletismo)por
dc.subjectSistema cardiovascularpor
dc.subjectExercícios físicospor
dc.subjectCardiovascular systemeng
dc.subjectCoaching (Athletics)eng
dc.subjectExerciseeng
dc.subjectNeuroscienceseng
dc.subjectPhysiologyeng
dc.titleEfeitos do treinamento resistido de baixa intensidade em variáveis cardiovasculares e reatividade vascular de ratospor
dc.typeDissertaçãopor
dc.creator.Latteshttp://lattes.cnpq.br/5301898829790100por
dc.contributor.advisor1Latteshttp://lattes.cnpq.br/3659358368327255por
dc.contributor.advisor1Santana Filho, Valter Joviniano dept_BR
dc.description.resumoTreinamento aerobico de baixa intensidade aumenta modulacao parassimpatica e reduz atividade simpatica. Estas adaptacoes sao fatores para predicao de saude. O treinamento resistido (TR) e um importante componente de programas de condicionamento fisico, porem seus efeitos na regulacao autonomica nao estao totalmente claros. Nossa hipotese e que o treinamento resistido de baixa intensidade promova, assim como o exercicio aerobico, adaptacoes beneficas na modulacao autonomica cardiaca. Sendo assim, os objetivos deste estudo foram avaliar os efeitos do treinamento resistido de baixa intensidade na pressao arterial, no balanco autonomico cardiovascular e reatividade vascular. Um grupo de animais (n=8) foi submetido a treinamento resistido (GT), os animais controle (CO) foram treinados ficticiamente (sem exercicio). Apos 8 semanas de treinamento com 40% de 1RM (1 Repeticao Maxima) ou periodo ficticio de treinamento, a pressao arterial e o intervalo de pulso foram gravados e a arteria mesenterica foi removida e seccionada em aneis para analise da reatividade vascular. As drogas utilizadas foram: Acetilcolina (ACh): 10-9 . 10-4 M; hidrocloreto de N Ö-nitro-L-arginina metil ester (L-NAME): 100 ÊM. A sensibilidade espontanea do barorreflexo (SBR) e variabilidade do intervalo de pulso e da pressao arterial foram analisadas. Os animais que foram submetidos ao periodo de treinamento em baixa intensidade apresentaram reducao significativa da pressao arterial media (CO 117,04 } 2,68 vs GT 105,5 } 4,28, p=0,045), pressao arterial diastolica (CO 107,71 } 2.95 vs GT 97 } 3,42, p=0,001) e frequencia cardiaca (CO 395 } 7,1 vs GT 344 } 13,25, p=0,007) quando comparados ao CO. Em adicao, foi observado no GT um aumento da modulacao vagal cardiaca (LF/HF: CO 0,35 } 0,08 vs GT 0,14 } 0,03, p=0,034), SBR (CO 0,77 } 0,01 vs GT 1,05 } 0,1, p=0,019) e percentual de relaxamento induzido pela ACh nos aneis de arteria mesenterica (pD2: CO 6,2 } 0,1 vs GT 7,1 } 0,1, p<0,001) quando comparados ao CO. Alem disso, adicao de L-NAME reduziu o relaxamento induzido pela ACh (CO 52 } 3,2% vs GT 35,8 } 3,7%, p<0,01). Em conclusao, foi observado que o TR em baixa intensidade aparentemente tem um grande potencial em promover adaptacoes cardiovasculares beneficas mediadas por ajustes neuro-humorais, podendo assim ser uma possivel ferramenta na manutencao e tratamento para uma vida saudavel.por
dc.publisher.programPós-Graduação em Ciências Fisiológicaspor
dc.subject.cnpqCNPQ::CIENCIAS BIOLOGICAS::FISIOLOGIApor
Appears in Collections:Mestrado em Ciências Fisiológicas

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