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dc.contributor.authorZanona, Aristela de Freitaspt_BR
dc.date.accessioned2017-09-26T17:59:45Z-
dc.date.available2017-09-26T17:59:45Z-
dc.date.issued2014-09-29-
dc.identifier.urihttps://ri.ufs.br/handle/riufs/4942-
dc.description.abstractAmputation is the traumatic or surgical loss of one or more limbs. Amputation causes physical, psychological and social damages which result in a decrease in quality of life (QV). Sports have been considered important tools for rehabilitation and social integration of amputees. The aim of this research was to assess quality of life, occupational performance, muscle strength and range of motion of adults with lower limb amputation athlete and non-athlete. The sample consisted of 45 amputees, divided into two groups: Athlete (GE, n = 23) and non-Athlete (GNE, n = 22). The collection was made in the cities of Curitiba, Aracaju and Maceió on December 2013, January and March of 2014. The tools used were The Short Form Health Survey Questionnaire (SF-36), the Canadian Occupational Performance Measure (COPM), the goniometry, and the Kendall´s muscle strength test. The tests Shapiro-Wilk, chi-squared and Mann-Whiney (p < 0.05) were used for statistical analysis. The quality of life variable showed significant differences in all eight areas tested: functioning, role limitations due to mental health emotional bodily pain, general health, vitality, social functioning, and between the groups, with the GE presented the best results, indicating better quality of life that the GNE. The Athlete group showed significant higher rates in occupational performance, muscle strength (flexor and extensor muscles of the hip) and range of motion (flexion and hip abduction). Therefore, it was concluded that there was a higher quality of life, occupational performance, muscle strength and range of motion for amputees who practice any sport.eng
dc.formatapplication/pdfpor
dc.languageporpor
dc.rightsAcesso Abertopor
dc.subjectExercícios físicospor
dc.subjectDeficientes físicospor
dc.subjectReabilitaçãopor
dc.subjectAmputações de pernapor
dc.subjectEsportes para deficientespor
dc.subjectAspectos fisiológicos do esportepor
dc.subjectAspectos psicológicos do esportepor
dc.subjectQualidade de vidapor
dc.subjectExtremidade inferiorpor
dc.subjectExerciseeng
dc.subjectLegeng
dc.subjectPhysically handicappedeng
dc.subjectRehabilitationeng
dc.subjectSportseng
dc.subjectSportseng
dc.subjectSports for the handicappedeng
dc.subjectQuality of lifeeng
dc.subjectLower extremityeng
dc.titleQualidade de vida e funcionalidade de indivíduos amputados praticantes e não-praticantes de esportespor
dc.typeDissertaçãopor
dc.creator.Latteshttp://lattes.cnpq.br/2763782451844957por
dc.contributor.advisor1Latteshttp://lattes.cnpq.br/3543011108453552por
dc.contributor.advisor1Guerra, Danilo Ribeiropt_BR
dc.description.resumoAmputação consiste na perda ou remoção total ou parcial de um ou mais membros, de forma traumática ou cirúrgica, acarretando danos físicos, psicológicos e/ou sociais, que resultam em redução da qualidade de vida (QV). O esporte tem sido apontado como relevante ferramenta para a reabilitação e reintegração social de indivíduos amputados. O objetivo desta pesquisa foi analisar a qualidade de vida, desempenho ocupacional, força muscular e amplitude de movimento de adultos com amputação dos membros inferiores praticantes e não praticantes de esportes. A amostra foi constituída por 45 amputados, divididos em dois grupos: Esportista (GE, n = 23) e Não Esportista (GNE, n = 22). A coleta foi realizada em Curitiba, Aracaju e Maceió, no período de dezembro/2013, janeiro e março de 2014. Os instrumentos utilizados foram o questionário The Short Form Health Survey (SF-36), a Medida Canadense de Desempenho Ocupacional (COPM), a goniometria e o teste de força muscular de Kendall. Para a análise estatística, foram utilizados os testes de Shapiro-Wilk, qui-quadrado, T de Student e de Mann-Whitney (p < 0.05). Para a variável qualidade de vida, houve diferença significante em todos os oito domínios da avaliação SF-36: capacidade funcional, limitação por aspectos físicos, dor, estado geral de saúde, vitalidade, aspectos sociais, emocional e saúde mental entre os grupos, tendo o GE apresentado os melhores resultados, indicando melhor qualidade de vida que o GNE. O GE apresentou índices significantemente mais elevados de desempenho ocupacional, força muscular (para os músculos flexores e extensores do quadril) e amplitude de movimento (para flexão e abdução do quadril). Concluiu-se, portanto, que houve maior qualidade de vida, desempenho ocupacional, força muscular e amplitude de movimento para amputados que praticam alguma modalidade esportiva.por
dc.publisher.programPós-Graduação em Educação Físicapor
dc.subject.cnpqCNPQ::CIENCIAS DA SAUDE::EDUCACAO FISICApor
Appears in Collections:Mestrado em Educação Física

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