Please use this identifier to cite or link to this item: https://ri.ufs.br/jspui/handle/riufs/4961
Full metadata record
DC FieldValueLanguage
dc.contributor.authorMoreira, Arthur Navajaspt_BR
dc.date.accessioned2017-09-26T17:59:51Z-
dc.date.available2017-09-26T17:59:51Z-
dc.date.issued2014-03-31-
dc.identifier.urihttps://ri.ufs.br/handle/riufs/4961-
dc.description.abstractThe shank active movement be able to cause an increase in venous return contribute to the improvement of the treatment of hemodialysis, increasing peripheral circulation and therefore increases the removal of toxins from the blood. The aim of this study was to evaluate the effect of shank active movement on the index of urea clearance ( Kt / V ) and the percentage removal of urea ( PRU ) , and check the effect on blood pressure and heart rate in renal patients during chronic hemodialysis. The sample comprised 44 patients, aged between 23 and 72 years and mean height of 167 ± 11 cm and body mass 66.7 ± 14.4 kg, divided into two groups: a control group and an exercise group. The shank active movement was performed in the sitting position and the patient performing movements of dorsiflexion and plantar flexion. The drive was carried out using an adjustable wooden support so that the patient would remain in correct and comfortable position to perform the exercise. The exercise protocol was four sets of 15 repetitions, following an increase of 5 repetitions per month until complete four sets of 30 repetitions, in intervals of 60 seconds between sets . The results of the comparison groups had no significant difference in Kt / V did not alter the PRU with the shank active movement , however had high blood pressure compared with controls ( p < 0.001 ) and heart rate ( p < 0.05). It is concluded that the active protocol - shank movement was not effective to improve the Kt / V and the PRUeng
dc.formatapplication/pdfpor
dc.languageporpor
dc.rightsAcesso Abertopor
dc.subjectExercícios físicos - Aspectos da saúdepor
dc.subjectInsuficiência renal crônicapor
dc.subjectHemodiálisepor
dc.subjectRins - Doençaspor
dc.subjectDoença renal crônicapor
dc.subjectUreiapor
dc.subjectChronic renal failureeng
dc.subjectExerciseeng
dc.subjectHemodialysiseng
dc.subjectKidneyseng
dc.subjectChronic Kidney diseaseeng
dc.subjectUreaeng
dc.titleEfeito da movimentação ativa tíbio-társica na remoção da uréia em pacientes renais crônicos durante a hemodiálisepor
dc.typeDissertaçãopor
dc.creator.Latteshttp://lattes.cnpq.br/2192925052790072por
dc.contributor.advisor1Latteshttp://lattes.cnpq.br/6911783083973582por
dc.contributor.advisor1Aragão, José Adervalpt_BR
dc.description.resumoA movimentação ativa tíbio-társica pode favorecer um aumento do retorno venoso, contribuindo para a melhora do tratamento da hemodiálise, incrementando a circulação periférica e, consequentemente, aumentando a remoção de toxinas do sangue. O objetivo deste estudo foi avaliar o efeito da movimentação ativa tíbio-társica sobre o índice de depuração de ureia (Kt/V) e o percentual de remoção de ureia (PRU), além de verificar o efeito disso na pressão arterial e frequência cardíaca de pacientes renais crônicos durante a hemodiálise. A amostra foi composta por 44 pacientes, com idades entre 23 e 72 anos e estatura média de 167 ± 11 cm e massa corporal de 66,7 ± 14,4 Kg, divididos em dois grupos: um grupo controle e o um grupo exercício. A movimentação ativa tíbio-társica foi realizada na posição sentada com o paciente realizando movimentos de dorsiflexão e flexão plantar. A movimentação foi realizada utilizando um suporte de madeira ajustável de forma que o paciente ficasse em posição correta e confortável para a realização do exercício. O protocolo de exercício foi de quatro séries de quinze repetições, seguindo uma progressão de cinco repetições por mês até que completássemos as quatro séries de trinta repetições, com intervalos de 60 segundos entre as séries. Os resultados encontrados, quando comparados os dos grupos, não apresentaram diferença significativa no Kt/V como também não se alterou o PRU com a movimentação ativa tíbio-társica; no entanto, apresentou-se elevação da pressão arterial comparado ao controle (p<0,001) e da frequência cardíaca (p<0,05). Conclui-se que o protocolo de movimentação ativa tíbio-társica não foi eficiente para melhorar o Kt/V e o PRU.por
dc.publisher.programPós-Graduação em Educação Físicapor
dc.subject.cnpqCNPQ::CIENCIAS DA SAUDE::EDUCACAO FISICApor
Appears in Collections:Mestrado em Educação Física

Files in This Item:
File Description SizeFormat 
ARTHUR_NAVAJAS_MOREIRA.pdf590,08 kBAdobe PDFThumbnail
View/Open


Items in DSpace are protected by copyright, with all rights reserved, unless otherwise indicated.