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dc.contributor.authorCarvalho, Marcus Vinicius Marinho dept_BR
dc.date.accessioned2017-09-26T17:59:59Z-
dc.date.available2017-09-26T17:59:59Z-
dc.date.issued2015-04-06-
dc.identifier.citationCARVALHO, Marcus Vinicius Marinho de. Análise da densidade mineral óssea de idosas praticantes de hidroginástica e não praticantes de exercício físico : um estudo transversal. 2015. 105 f. Dissertação (Mestrado em Educação Física) - Universidade Federal de Sergipe, São Cristóvão, 2015.por
dc.identifier.urihttps://ri.ufs.br/handle/riufs/4981-
dc.description.abstractAging is associated with multiple anatomical and physiological changes that can lead to disability, bone fragility and osteoporosis. It is known that exercise can help improve bone mineral density (BMD). The objective of this study was to compare the BMD of elders that practices aquatic exercise, for at least three years, with elders not practitioners of physical exercise. The sample was 67, allocated in two groups: Practitioner Aquatic Exercise (PH, n = 30) and Non-Practitioner Physical Activity (NP, n = 37). Data collection was conducted in May 2014 at the Clinic CEMISE in Aracaju. The assessment instruments were: SF-36, IPAQ, Functional Independence Measure (FIM) and DEXA. For statistical analysis, the Shapiro-Wilk test was used, chi-square,tthe Student, Mann-Whitney and Anova two way test (p < 0.05). When comparing 2011 and 2014, it was found that the PH group showed a significant increase in BMD in the total femur (p < 0.001); while the NP, a decrease (p < 0.001); PH group had, in 2014, BMD higher in total femur (p < 0.001) than the NP. There was no significant difference between groups in the eight domains of SF-36 as well as in MIF (p = 0.590). IPAQ´ value in PH was significantly higher than in NP group (p < 0.001). It is concluded that older practitioners of aquatics exercises had higher BMD only in total femur segment, as well as level of physical exercise. However the quality of life and functional independence of both groups were similar.eng
dc.formatapplication/pdfpor
dc.languageporpor
dc.publisherUniversidade Federal de Sergipepor
dc.rightsAcesso Abertopor
dc.subjectIdosopor
dc.subjectExercíciopor
dc.subjectAmbiente aquáticopor
dc.subjectDensidade ósseapor
dc.subjectOsteoporosepor
dc.subjectElderlyeng
dc.subjectExerciseeng
dc.subjectAquatic environmenteng
dc.subjectBone densityeng
dc.subjectOsteoporosiseng
dc.titleAnálise da densidade mineral óssea de idosas praticantes de hidroginástica e não praticantes de exercício físico : um estudo transversalpor
dc.typeDissertaçãopor
dc.creator.Latteshttp://lattes.cnpq.br/2536388795168032por
dc.contributor.advisor1Latteshttp://lattes.cnpq.br/3543011108453552por
dc.contributor.advisor1Guerra, Danilo Ribeiropt_BR
dc.description.resumoO envelhecimento está associado a várias mudanças anatômicas e fisiológicas que podem levar à incapacidade, fragilidade óssea e osteoporose. É sabido que o exercício pode contribuir para a melhora da densidade mineral óssea (DMO). O objetivo deste estudo foi comparar a DMO de idosas que praticam exercício aquático, há no mínimo três anos, com idosas não praticantes de exercício físico. A amostra teve 67 idosas, alocadas em dois grupos: Praticante de Hidroginástica (PH, n = 30) e Não Praticante de Exercício Físico (NP, n = 37). A coleta foi realizada em maio de 2014 na Clínica CEMISE, em Aracaju. Os instrumentos de avaliação foram: SF-36, IPAQ, Medida de Independência Funcional (MIF) e DEXA. Para a análise estatística, foram utilizados os testes de Shapiro-Wilk, qui-quadrado, tde Student,Mann-Whitney e Anova twoway (p < 0,05). Quando comparados os anos de 2011 e 2014, verificou-se que o grupo PH apresentou aumento significativo da DMO no fêmur total (p < 0,001); enquanto o NP, uma diminuição (p < 0,001); o grupo PH apresentou, em 2014, DMO no fêmur total mais elevada (p < 0,001) que o NP. Não houve diferença significativa entre os grupos nem em relação aos oito domínios do SF-36 e nem na análise da MIF (p = 0,590). O valor do IPAQ foi significativamente mais elevado no PH do que no NP (p < 0,001). Conclui-se que as idosas praticantes de hidroginástica apresentaram valores mais elevados de DMO apenas no segmento fêmur total, assim como um maior nível de atividade física quando comparadas às idosas não praticantes de exercício físico. Já a qualidade de vida e a independência funcional de ambos os grupos foram similares.por
dc.publisher.programPós-Graduação em Educação Físicapor
dc.subject.cnpqCNPQ::CIENCIAS DA SAUDE::EDUCACAO FISICApor
dc.publisher.countryBRpor
dc.publisher.initialsUFSpor
Appears in Collections:Mestrado em Educação Física

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