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dc.contributor.authorSilva, Degenal de Jesus dapt_BR
dc.date.accessioned2017-09-27T13:31:40Z-
dc.date.available2017-09-27T13:31:40Z-
dc.date.issued2015-02-27-
dc.identifier.citationSILVA, Degenal de Jesus da. Republican Dionysus: Parties in School Groups in Sergipe and Other Looks (1911-1930). 2015. 238 f. Dissertação (Mestrado em História) - Universidade Federal de Sergipe, São Cristóvão, 2015.por
dc.identifier.urihttps://ri.ufs.br/handle/riufs/5669-
dc.description.abstractThe mindset of a transforming school of social reality is much older than you suppose. The temporal cut begins with the opening of the first school group in Sergipe the Model Group or Attached School. Finally, it finishes in 1930, when the openings of the great temples of civilization were abandoned, and in its place, more modest buildings were built. In the interim between demands to reaffirm the Brazilian Republic, there was a need to forge civilized man: republican, military, citizen. The parties, as an effective instrument of legitimation, should consolidate the Republic and forge the nation. In this study, school parties were examined with intention to understand how the new regime installed (The Republic), tried to legitimize itself amid instability in that period. It is a recent moment of our history, which has left the Monarchy recently and without historical referent to support it, republican propagators fetch in school parties, or rather, they embody in them a language and a reinterpretation of the past that may mark their positions and the new regime, and visualize the construction of the nation in European bases. The authors that supported us in this research were: Rocher Chartier, and his concept of representations (Cultural History: between practices and Representations); Norbert Elias and his Civilizing Process (The Civilizing Process Vol. I) and finally, Pierre Bourdieu, with his concept of Symbolic Revolution (The Economy of Symbolic Exchanges).eng
dc.formatapplication/pdfpor
dc.languageporpor
dc.publisherUniversidade Federal de Sergipepor
dc.rightsAcesso Abertopor
dc.subjectCivilizaçãopor
dc.subjectFestaspor
dc.subjectFeriadospor
dc.subjectGrupos Escolarespor
dc.subjectPrimeira Repúblicapor
dc.subjectHistória da educaçãopor
dc.subjectSergipepor
dc.subjectHistóriapor
dc.subjectEscolaspor
dc.subjectEducação moralpor
dc.subjectEducação e Estadopor
dc.subjectCivilizationeng
dc.subjectPartieseng
dc.subjectHolidayseng
dc.subjectSchool Groupseng
dc.subjectFirst Republiceng
dc.titleDionísio Republicano : as festas dos grupos escolares sergipanos e os outros olhares (1911-1930)por
dc.title.alternativeRepublican Dionysus: Parties in School Groups in Sergipe and Other Looks (1911-1930)eng
dc.typeDissertaçãopor
dc.creator.Latteshttp://lattes.cnpq.br/9766507554001047por
dc.contributor.advisor1Latteshttp://lattes.cnpq.br/2883474110593872por
dc.contributor.advisor1Santos, Claudefranklin Monteiropt_BR
dc.description.resumoOs eventos em Sergipe (cívicos, cívico-escolares e escolares) demonstravam trilhar sua própria história. Diferente da sua congênere da região sudeste (o Estado de são Paulo), as comemorações realizadas nas ruas ou nos grupos escolares não foram tão espetaculosas ou apresentavam regularidade em suas celebrações. Tendo como parâmetro, o nosso corte temporal inicia-se em 1911, ano em que aconteceu a primeira festa de um grupo escolar no Estado. A partir dessa assertiva, debruçamo-nos sobre o projeto que ganhava força desde a construção de tais edifícios em terras sergipanas: forjar o cidadão republicano civilizado através das festas cívico-escolares e escolares. Terminando o intervalo, ao qual estudamos, em 1930, momento em que elas voltavam a ser realizadas e consolidadas. Daquele momento em diante vemos os alunos das escolas públicas de ensino primário participarem de forma ativa dos festejos republicanos, cominando, posteriormente, com seu primeiro desfile desde que o novo regime foi implantado. Foi nesse cenário que nossa pesquisa se insere. Assim, examinamos as documentações que descreviam as solenidades tanto de ruas que tinham a participação de discentes, e as organizadas nos espaços das escolas graduadas presentes no Arquivo Público do Estado de Sergipe (APES), na Biblioteca Pública Epifâneo Dórea (BPED), no Instituto Histórico e geográfico de Sergipe (IHGSE) dentre outros. Para dar conta de tal empreendimento, utilizamos o método comparativo, aproximando das festividades organizadas em outros Estados brasileiros e principalmente, São Paulo, tentando perceber as semelhanças e diferenças na forma de condução e do modo em que ocorriam. Compreendemos que este trabalho minucioso exigia o método indiciário de Carlo Ginzburg. Nele, o historiador é convocado para ler e tornar os detalhes inteligíveis: juntando as pistas e procurando nos indícios alguma evidencia que nos levassem para outros documentos. E por meio das categorias de análise de práticas e representações de Roger Chartier (A História Cultural: entre prática e Representações) e do processo civilizador de Norbert Elias (O Processo Civilizador vol. I), poderemos entender quais as práticas eram consideradas civilizadas, as formas de imposições aos discentes e as representações construídas nas comemorações/celebrações. Para tornar a linguagem delas compreensíveis, usamos o conceito de revolução simbólica de Pierre Bourdieu (A Economia das Trocas Simbólicas).por
dc.publisher.programPós-Graduação em Históriapor
dc.subject.cnpqCNPQ::CIENCIAS HUMANAS::HISTORIApor
dc.publisher.countryBRpor
dc.publisher.initialsUFSpor
Appears in Collections:Mestrado em História

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