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dc.contributor.authorPacheco, Lwdmila Constantpt_BR
dc.date.accessioned2017-09-27T13:54:08Z-
dc.date.available2017-09-27T13:54:08Z-
dc.date.issued2010-05-18-
dc.identifier.citationPACHECO, Lwdmila Constant. Identidades : interface entre religião e negritude. 2010. 162 f. Dissertação (Mestrado em Psicologia) - Universidade Federal de Sergipe, São Cristóvão, 2010.por
dc.identifier.urihttps://ri.ufs.br/handle/riufs/6029-
dc.description.abstractThis work aims to establish the relationship between religious belonging and blackness. To this, we conducted individual interviews with two distinct religious groups: six people in the Universal Church of the Kingdom of God and six people of Candomblé. We questioned about the racial and religious belonging. We conducted a qualitative analysis in which we compared the answers given by respondents who, besides being divided into different religious groups were also categorized into three subgroups of generations. In groups generational people are divided by time of accession to religion. It is intended that the proposed subdivision understand how much time within the religion influences the racial and religious discourse. Used as comparison criteria to categorize the people described in the three generations - First generation, second and third. A generational comparison was made within the same religious group and between groups. The results indicate that the discourses related to religious belonging in candomblecistas differ qualitatively as well as blackness and racial consciousness. People with more time in Candomblé tend to say black or african descent belonging to a religious context that encourages such biological and cultural heritage, as people with little time for inclusion in Candomblé not expressed to feel part of african-descent. In the case of the Universal Church, we do not perceive significant differences between the discourses inter-generational, but compared to Candomblé, we found that there was none of those interviewed in the affirmation of blackness, however there were some statements that denounce the rejection of the cults of African origin, which denotes a sense of not belonging to African. Thus, depending on the religious group membership, there is a favoring or disfavoring of blackness, which enhances the more time to join the religious group participant has.eng
dc.formatapplication/pdfpor
dc.languageporpor
dc.publisherUniversidade Federal de Sergipepor
dc.rightsAcesso Abertopor
dc.subjectReligiãopor
dc.subjectIdentidadepor
dc.subjectPertencimentopor
dc.subjectRaçapor
dc.subjectReligioneng
dc.subjectIdentityeng
dc.subjectBelongingeng
dc.subjectRaceeng
dc.titleIdentidades : interface entre religião e negritudepor
dc.typeDissertaçãopor
dc.creator.Latteshttp://lattes.cnpq.br/9384135367108280por
dc.contributor.advisor1Latteshttp://lattes.cnpq.br/0621095177117818por
dc.contributor.advisor1França, Dalila Xavier dept_BR
dc.description.resumoEsse trabalho tem o objetivo de estabelecer a relação entre o pertencimento religioso e a negritude. Para tanto, realizamos entrevistas individuais com dois grupos religiosos distintos: seis pessoas da Igreja Universal do Reino de Deus e seis pessoas do Candomblé. Questionamos sobre o pertencimento racial e religioso. Realizamos uma análise qualitativa na qual comparamos as respostas dadas pelos entrevistados que, além de estarem divididos em grupos religiosos distintos, também foram categorizados em três subgrupos geracionais. Nos grupos geracionais as pessoas estão divididas por tempo de adesão a religião. Pretende-se com a proposta dessa subdivisão entender o quanto o tempo dentro da religião influi no discurso religioso e racial. Usamos como critério de comparação a categorização das pessoas nas três gerações descritas Primeira geração, segunda e terceira. A comparação geracional foi feita dentro do mesmo grupo religioso e entre os grupos. Os resultados indicam que os discursos referentes ao pertencimento religioso diferem qualitativamente nos candomblecistas, assim como a negritude e a consciência racial. As pessoas com mais tempo no Candomblé tendem a se afirmar negras ou afro-descendentes por pertencerem a um contexto religioso que favoreça tal herança cultural e biológica, já as pessoas com pouco tempo de inserção no Candomblé não manifestaram se sentir parte da afro-descendência. No caso da Igreja Universal, não percebemos diferenças significativas entre os discursos inter-geracionais, mas comparativamente ao candomblé, constatamos que não houve em nenhum dos entrevistados a afirmação da negritude, em contrapartida houve algumas falas que denunciam a rejeição aos cultos de matriz africana, o que denota um sentimento de não-pertencimento a africanidade. Assim, a depender do grupo religioso de pertença, há um favorecimento ou desfavorecimento da negritude, que se potencializa quanto mais tempo de adesão ao grupo religioso participante tenha.por
dc.publisher.programPós-Graduação em Psicologia Socialpor
dc.subject.cnpqCNPQ::CIENCIAS HUMANAS::PSICOLOGIA::PSICOLOGIA SOCIALpor
dc.publisher.countryBRpor
dc.publisher.initialsUFSpor
Appears in Collections:Mestrado em Psicologia

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